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Apresentação

 
LETRA L
 

LADISLAU
Nome: Ladislau Antônio José da Guia
Nascimento: 14/6/1906     Falecimento: 31/10/1988
Período: 1922 a 1940
Posição: Atacante
Jogos: 333 (135 v, 53 e, 145 d)
Aproveitamento: 48%
Gols: 228
Expulsões: 2
Estreia: Bangu 2 x 1 Andarahy (4/6/1922)
Despedida:Bangu 2 x 4 Botafogo (22/12/1940)

Domingo, 4 de junho de 1922. O Bangu se preparava para enfrentar o Andaraí, fora de casa, pelo Campeonato Carioca. No entanto, o meia Tatá (Oswaldo Silva) reclamava uma lesão e iria desfalcar o time. Para substituí-lo, a comissão técnica resolve escalar um menino alto, franzino, de apenas 16 anos. Começava, assim, tal como a história de tantos outros garotos no futebol, a vida esportiva de Ladislau.
Em 1922, o irmão mais velho, Luiz Antônio, era um ícone da zaga banguense, Ladislau fez a estreia e o time ganhou por 2 x 1. Não há informações nos jornais se ele atuou bem ou mal. Sabe-se que, mesmo sendo jogador do 2º time, o jovem passou a figurar na reserva da equipe principal, ainda como meio-campo. Naquele mesmo ano, teve outra oportunidade – contra o Fluminense, entrando na vaga de Waldemiro Silva que, neste dia, foi para o ataque substituir o lesionado Anchyses Carrilho.
Mesmo jovem, Ladislau vinha tendo chances que outros jogadores do 2º time não conseguiam. Por isso, foi de se estranhar que, em 1923, ele tenha abandonado o Bangu para criar o seu próprio time: o Torpedo. Ali, ele era presidente, técnico e atacante, não ficava na reserva, escalava os outros meninos e fazia muitos gols. O Torpedo durou só até 1924, depois acabou, como muitos outros times de “pelada”.
Em 1925, ingressou no América. Parecia sina: continuava sendo reserva. Segundo consta, por motivos raciais. “Como era preto, Ladislau fora para o 2º time; acabara compreendendo, o lugar dele era no Bangu” – conta o jornalista Mário Filho. Por isso, voltou e foi recebido de braços abertos no clube do irmão Luiz Antônio para a temporada de 1926.
O Bangu tinha feito um mau campeonato em 1925, queria se reformular para 1926. Mudou muita gente. Se as camisas tivessem número naquela época, Ladislau ganharia a 8, a de meia-direita – um atacante que ficava entre o ponta-direita e o centroavante, já que se atuava com cinco homens na linha de frente.
Para resumir, em sua primeira temporada completa pelo Bangu, assombrou o mundo esportivo carioca ao marcar 16 gols em 18 jogos, ajudando o alvirrubro a chegar ao quarto lugar em 1926. Jamais, então, seria relegado à reserva por ser jovem demais ou por motivos raciais. Se o apetite do atacante era indiscutível, logo cedo ele conheceu o outro lado da fama. Foi taxado de desleal ao atingir o goleiro Amado, do Flamengo, num jogo na Rua Ferrer.
“Não fora a maneira brutal por que agiu o player Ladislau, do Bangu, e esta pugna seria das mais lindas do presente campeonato. Aos poucos minutos do 2º tempo, após ter o keeper flamengo feito linda defesa, já sem a bola, o jogador do Bangu deu-lhe formidável pontapé nas costas, contundindo-o bastante. O jogo foi suspenso por 11 minutos com discussão de diretores, juízes, jogadores” – Jornal do Brasil, 29 de junho de 1926.
Expulso quando o placar indicava empate em 2 x 2, Ladislau acabou prejudicando o Bangu, que perdeu por 4 x 3. A diretoria decidiu não punir o atacante, precisava dele para se recuperar da derrota. No jogo seguinte – na época não havia suspensão automática -, ele estava em campo para marcar um dos gols da vitória sobre o Botafogo por 3 x 1, em General Severiano.
Em pouco tempo, o Bangu – que era chamado de “o grêmio de Luiz Antônio”, passou a ser chamado de “o grêmio de Ladislau”. Em 1928, Médio, outro irmão da família Da Guia ingressou no time. Em 1929, foi a vez de Domingos estrear na zaga, enquanto o veterano Luiz Antônio se aposentava dos gramados. Nada disso, no entanto, tirava as atenções de Ladislau que era, sem dúvida, o mais cobiçado jogador da Rua Ferrer.
Ganhou notoriedade pelo chute fortíssimo – a “tijolada” -, que furava as redes, fulminava zagueiros que ficassem na frente e queimava as mãos dos goleiros que ousassem defender essas bolas. Ladislau virou “o Tijoleiro da Rua Ferrer”.
Em 1930, no auge da forma, no ano da primeira Copa do Mundo, no Uruguai, o “Tijoleiro” foi lembrado na hora da convocação. Entretanto, como o scratch treinava toda tarde no campo das Laranjeiras, e Ladislau não estava disposto a ir de Bangu até a Zona Sul diariamente, foi logo excluído pelo técnico Píndaro de Carvalho. Nos tempos de hoje, o artilheiro teria cometido uma heresia. Na época, algo perfeitamente compreensível. Ladislau era atleta amador, tinha que trabalhar na Fábrica para se sustentar, não era abonado ao ponto de ter um automóvel, tinha que pegar um trem e um bonde para ir treinar. Compreendeu logo, Seleção era coisa para jogador do Fluminense.
Na Copa, o Brasil estreou perdendo para a Iugoslávia por 2 x 1. Em vez de Ladislau, o scratch contava com Nilo Murtinho Braga, do Botafogo, na posição. Em entrevista ao jornalista Tomás Mazzoni, o meio-campo Fausto dos Santos (companheiro de Ladislau no Bangu, entre 1926 e 1928), desabafou: “Estou convencido de que se Ladislau tivesse vindo, ganharíamos o jogo de ontem com facilidade”.
O Bangu, no entanto, precisava mais de Ladislau do que a Seleção. No final do Campeonato Carioca de 1930, ele sairia consagrado como artilheiro máximo, com 21 gols. Preguinho, centroavante do Fluminense e do scratch, fez um a menos.
Com os três irmãos Da Guia atuando juntos – Domingos na zaga, Médio no meio e Ladislau no ataque –, o Bangu melhorou muito naquele início de anos 30. Mas, Domingos foi embora para o Vasco em 1932, magoando o “Tijoleiro”, que não esperava que seu irmão fosse trocar o time da família por outra agremiação.
Em 1933, o futebol mudou. Deixou de ser amador, passou a ser profissional. Como atleta remunerado, Ladislau era o maior salário do time do Bangu. Não que isso significasse ganhar muito, mas era um dinheiro que os ex-amadores nunca tinham visto. Fora o pagamento, ainda existiam os “extras” por vitórias conquistadas. E o alvirrubro venceu como nunca em 1933, erguendo pela primeira vez o título de campeão carioca. Uma honra inquestionável para o jogador que há mais tempo estava no elenco.
“Ladislau passou a receber 500 contos de réis, o que me deixou aborrecido, já que eu só recebia 350. Antes do profissionalismo, quando eu e ele éramos amadores, tínhamos o mesmo salário na Fábrica Bangu, na base de 250 mil réis. Lembro também que a premiação pelo título foi equivalente. Cada um de nós recebeu 100 contos de réis ” – contou o ponta-esquerda Dininho em entrevista ao Jornal do Brasil, cinquenta anos depois da conquista de 1933.
Realizado, Ladislau começou em ritmo lento o ano de 1934. É verdade que ele marcou os dois gols na final do Torneio Início, diante do América, em São Januário, que deram o título ao Bangu. Mas agora, sua função principal era abastecer de passes o centroavante Tião. Mesmo assim, em outro ano de Copa do Mundo, seu nome voltava a ser lembrado. Ainda mais porque o técnico da Seleção era o mesmo Luiz Vinhaes que treinara o Bangu.
Só que havia um problema. A Seleção teria que ser formada apenas por jogadores amadores. No Rio de Janeiro, só o Botafogo ainda não tinha aderido ao profissionalismo. Ladislau e o zagueiro Mário foram lembrados por Luiz Vinhaes, mas só iriam para a Copa, na Itália, se estivessem atuando por um clube amador – coisa que o Bangu já não era desde 1933.
Pode parecer sem lógica, mas a Confederação Brasileira de Desportos – que defendia o amadorismo – chegou a oferecer altas somas em dinheiro para que os atletas profissionais deixassem seus clubes e fossem vestir as cores da CBD na Itália. No dia 9 de maio de 1934 – três dias antes do embarque -, a CBD chegou a publicar o nome de Ladislau e de Domingos numa lista enviada à FIFA, certa de que os irmãos Da Guia iriam aceitar a proposta.
Nenhum dos dois, no entanto, aceitou. Ladislau perdia pela segunda e última vez a chance de ir para uma Copa. Entre a Seleção e suas raízes banguenses, era óbvio, preferia continuar na tranquilidade da Rua Ferrer.
Talvez, a história dele tivesse sido melhor se aceitasse a grana da CBD e ido com a delegação. No Rio, defendendo as cores do Bangu, Ladislau caiu em desgraça na tarde de 24 de junho, nas Laranjeiras. O jogo contra o Vasco estava sendo muito badalado pela imprensa. O time da cruz-de-malta era o favorito para o título de 1934; os “Mulatinhos Rosados” sonhavam com o bicampeonato, mas vinham atrás na tabela de classificação. Portanto, era preciso derrotar o rival.
Essa confluência de fatores deve ter mexido com a cabeça de Ladislau. O Bangu perdeu por 5 x 2 e o árbitro Jorge Marinho ainda deu um pênalti duvidoso para o Vasco. Após a partida, o “Tijoleiro” ficou sem a razão: foi para cima do juiz, agrediu-o. O genial Ladislau mostrava, mais uma vez, ser bastante genioso. Jorge Marinho tinha apanhado, é verdade, mas riu por último. O craque banguense pegou uma suspensão de um ano. Um ano sem jogar partidas oficiais. Aos 28 anos, este parecia ser um duro golpe na carreira.
“Com a pena imposta a Ladislau de um ano de suspensão, o Bangu se vê sem um de seus melhores elementos. O meia suburbano é um jogador de grande eficiência, notável sobretudo para o conjunto do Bangu, onde todos o compreendem maravilhosamente. Com Ladislau sucede um fato interessante: é a primeira punição que sofre. E a primeira é de um ano. Há por isso um movimento de simpatia em torno de Ladislau. Trata-se de um elemento disciplinado que sempre se manteve com linha na cancha” – Diário Carioca, 30 de junho de 1934.
Como nem tudo é pra valer, a suspensão durou apenas seis meses. Ladislau já poderia voltar aos gramados no início de 1935. E o fez com maestria. Recuperou o título de goleador máximo do Campeonato Carioca, com 19 gols. Antes da consagração, outra confusão. No dia 11 de agosto, em General Severiano, o Botafogo empatava com o Bangu em 1 x 1 até que, aos 25 minutos do 2º tempo, Carvalho Leite marca, em completo impedimento, um gol para o alvinegro. O árbitro Loris Cordovil valida o lance. Desta vez, ao invés de ir para cima do juiz, Ladislau vai ao encontro de Carvalho Leite. Foi uma briga generalizada, que impediu o prosseguimento da partida. Dizem até que, quando Carvalho Leite caiu no chão, Ladislau chutou a cabeça do atacante botafoguense. Tal fato, provavelmente, não ocorreu. Com as pesadas botinas daquela época, um bico de Ladislau fatalmente teria vitimado o adversário. Por sorte, ninguém foi punido e a Federação anulou a partida.
“Quando a partida atingia a sua fase culminante, faltando apenas 11 minutos para o término da peleja, Ladislau indispôs-se com Albino e Canalli, dando origem ao conflito. Em dado momento, Carvalho Leite, acudindo em auxílio de seus companheiros, deu um salto atingindo com os pés o player banguense. No salto, Carvalho Leite cai, sendo violentamente pisado na nuca pelo jogador que agredira. Houve depois, então, o conflito, no qual participaram quase todos os jogadores e assistentes, vendo-se a polícia em sérias dificuldades para serenar os ânimos” – Diário Carioca, 13 de agosto de 1935.
No primeiro semestre de 1936, vestiu a camisa do Vasco em uma excursão ao Nordeste. Depois, voltou a ser banguense no Campeonato Carioca e, em outubro, foi contratado pelo Flamengo – time pelo qual já havia feito uma excursão ao Uruguai, em 1933. Ficou pouco tempo. Fez 15 jogos e marcou sete gols. Voltou para a Rua Ferrer em junho de 1937. Com 31 anos, deixou de ser o temível artilheiro que sempre fora. Depois de ser o jogador que mais marcou gols no Rio de Janeiro entre 1926 e 1935, Ladislau diminuiu o ímpeto. Ainda assim, foi o maior atacante banguense em 1938 e 1939. Em 1940, aceitou ficar na reserva.
No dia 22 de dezembro, contra o Botafogo, em General Severiano, o Bangu perdia por 2 x 0. Ladislau estava no banco. Entrou no 2º tempo e conseguiu o que parecia impossível para um veterano de 34 anos: ajudou a igualar o marcador – Baleiro fez o primeiro e ele empatou o jogo. Pena que o alvinegro fez outros dois tentos e venceu por 4 x 2. Era a despedida de Ladislau após 18 anos e 333 jogos com a camisa alvirrubra.
Em 1941, foi atuar no Canto do Rio, em sua última temporada como profissional. Depois, voltou ao Bangu para ser o destaque da equipe de veteranos. Aproveitando-se do físico avantajado, foi trabalhar na Polícia Especial do Exército.
Teve três filhos – Jairo, Hélio e Onerino – que tentaram a sorte, sem muito sucesso, no time do Bangu nos anos 50. Jairo e Onerino quiseram ser atacante, como o pai. Hélio preferiu a posição de zagueiro, como os tios Luiz Antônio e Domingos.
No dia 31 de outubro de 1988, aos 82 anos, falecia o maior atacante que o Bangu já teve. Dois dias depois, o seu time de coração entrava em campo para jogar contra o Guarani pelo Campeonato Brasileiro. Ladislau sequer foi lembrado com um minuto de silêncio. Com 228 gols com a camisa alvirrubra, o “Tijoleiro” não foi e, provavelmente, jamais será superado.

Todos os 228 gols de Ladislau pelo Bangu:
Botafogo (27), Bonsucesso (20), Sport Club Brasil (19), América (16), Andarahy (15), São Cristóvão (14), Fluminense (13), Flamengo (13), Madureira (13), Olaria (12), Vasco (11), Syrio Libanez (8), Carioca (6), Vila Isabel (6), Fluminense-BA (4), São Bento (4), Goytacaz (3), Seleção Carioca (3), Associação-BA (2), Portuguesa-RJ (2), Seleção Capixaba (2), Ypiranga-BA (2), Ypiranga-RJ (2), América Mineiro (1), Anchieta (1), ASDET-PE (1), Atlético Mineiro (1), Botafogo-BA (1), Corinthians (1), Portuguesa-SP (1), Santos (1), Seleção Baiana (1), Selecionado de Niterói (1), Seleção Pernambucana (1), Ypiranga-SP (1).


LADEIRA
Nome: Arézio Ladeira
Período: 1955 a 1956
Posição: Zagueiro
Jogos: 29 (16 v, 7 e, 6 d)
Gols: -
Vindo do Botafogo de Ribeirão Preto, Ladeira – apelidado de Quelê - formou dupla de área com Hélio da Guia. Mas, o fato de ter feito dois gols contra em apenas 29 jogos deve ter pesado para que o zagueiro fosse dispensado antes do começo do Campeonato Carioca de 1956, indo para o Sãocarlense (SP). Encerrou a carreira no São Bento de Sorocaba.


LADEIRA
Nome: Adaílton Ladeira
Período: 1966 a 1967
Posição: Atacante
Jogos: 26 (12 v, 7 e, 7 d)
Gols: 5
Expulsões: 2
Depois de fazer sucesso jogando no futebol paulista, Ladeira, - ex-atacante do Jaboticabal, São Paulo e América de São José do Rio Preto -, chegou ao Bangu para assumir a posição de titular bem no meio do Campeonato Carioca de 1966. Iniciou o 2º turno como uma bala, marcando três gols em dois jogos e depois diminuiu o ritmo. Na decisão contra o Flamengo, Ladeira foi, ao lado de Almir, a figura principal do conflito generalizado. Aos 26 minutos do 2º tempo, Paulo Henrique e Ladeira trocaram pontapés no meio-campo e o jogador do Flamengo queixou-se de ter levado um tapa no rosto. Almir, nas proximidades, veio correndo feito um louco e depois de procurar Ladeira, deu-lhe um soco que pegou de raspão. Ladeira correu e Almir saiu atrás, perseguindo-o. Quando Ladeira passava perto de Itamar, este pulou com os dois pés em seu peito, escorando-o. Ladeira, inteiramente grogue, caiu ao chão e disso se aproveitou Almir para chutar sua cabeça, num bolo de jogadores. O resto da história já é notório, com o Bangu sagrando-se campeão carioca. Em 1968, foi negociado com o Náutico. Anos mais tarde, Ladeira trabalharia no Corinthians e no Palmeiras, como treinador das divisões de base.


LAERTE
Nome: Laerte Alves Batista
Período: 1941
Posição: Ponta-esquerda
Jogos: 4 (1 v, 3 d)
Gols: 1
Vindo do Petropolitano (RJ), o ponta Laerte participou de quatro jogos do Campeonato Carioca de 1941, substituindo Odir. Marcou um gol diante do Madureira. Em 1942, foi defender as cores do Esporte Clube Iguassu (RJ).


LAERTE
Nome: Laerte Alves Henriques
Período: 1975 a 1977
Posição: Volante
Jogos: 26 (3 v, 6 e, 17 d)
Gols: -
Laerte começou jogando de zagueiro, mas com o passar do tempo, mudou de posição e tornou-se volante. Só uma coisa não mudou: o fato de ser sempre uma opção do banco de reservas.


LAÍLSON
Nome: Laílson Henrique Ferreira
Período: 1977
Posição: Meio-campo
Jogos: 1 (1 v)
Gols: -
Enquanto o time titular excursionava pela América do Sul, o Bangu colocou os reservas para jogarem uma partida do Torneio da Integração contra o Bonsucesso. Foi essa a única chance de Laílson entre os profissionais. Como não “deu certo” no futebol, Laílson foi trabalhar na Companhia Docas do Rio de Janeiro.


LAIR
Nome: Lair Luiz Lobato
Período: 1960
Posição: Meio-campo
Jogos: 2 (1 e, 1 d)
Gols: -
Lair participou apenas do Torneio Início de 1960, quando o Bangu foi representado por um time reserva.


LAMARTINE
Nome: Lamartine Cantorberi da Silva Neto
Período: 2001
Posição: Atacante
Jogos: 12 (2 v, 1 e, 9 d)
Gols: 1
Jogou pelo Bangu apenas o Campeonato Brasileiro da 3ª Divisão, em 2001. Depois, foi atuar na região Norte do país, em clubes como o Águia de Marabá (PA), São Raimundo (AM), Trem (AP) e Santana (AP). Voltou ao Rio para jogar pelo CFZ.


LANDINHO
Nome: Orlando Raymundo
Período: 1939
Posição: Centroavante
Jogos: 2 (2 d)
Gols: -
Irmão do conhecido médico Fiorello Raymundo, Landinho fez apenas duas partidas pelo Campeonato Carioca de 1939, não marcou gols, não venceu e logo foi esquecido.


LAURO
Nome: Lauro Nogueira Junger
Período: 1981 a 1982
Posição: Zagueiro
Jogos: 23 (13 v, 7 e, 3 d)
Gols: 1
Irmão do atacante Silvinho, do Vasco, o zagueiro Lauro foi reserva de Moisés nas duas temporadas em que esteve em Moça Bonita. Depois que parou com o futebol, tornou-se advogado.


LEANDRINHO
Nome: Leandro Nunes de Paula
Período: 2011 a 2012
Posição: Atacante
Jogos: 19 (6 v, 4 e, 9 d)
Gols: 4
Vindo do Ceres (RJ), Leandrinho jogou apenas duas temporadas pelo Bangu. Foi titular somente durante a Copa Rio de 2011, mas ficou marcado por desperdiçar muitas chances de gol.


LEANDRO
Nome: Leandro Araújo dos Santos
Período: 1995
Posição: Meio-campo
Jogos: 18 (8 v, 3 e, 7 d)
Gols: 2
Expulsões: 1
Leandro disputou apenas o Campeonato Brasileiro da 2ª Divisão de 1995 pelo Bangu.


LEANDRO
Nome: Leandro Gil Miranda da Silva
Período: 1998 a 1999
Posição: Lateral-esquerdo
Jogos: 15 (7 v, 4 e, 4 d)
Gols: 2
Versátil, o lateral Leandro jogava tanto na esquerda quanto na direita. Apesar disso, teve poucas chances entre os titulares.


LEANDRO
Nome: -
Período: 2003
Posição: Lateral-direito
Jogos: 6 (3 e, 3 d)
Gols: -
O lateral-direito Leandro disputou apenas o Campeonato Brasileiro da 3ª Divisão de 2003 pelo Bangu, quando o time se fez representar por uma equipe fraquíssima.


LEANDRO CARRIJO
Nome: Leandro Carrijo da Silva
Período: 2010
Posição: Atacante
Jogos: 8 (3 v, 2 e, 3 d)
Gols: 1
O mineiro Leandro Carrijo estava jogando na China quando veio para o Bangu disputar o Campeonato Carioca de 2010. Logo em sua estreia em jogos oficiais, marcou um gol que deu a vitória ao time diante do Volta Redonda. Depois, jamais conseguiu balançar as redes outra vez. Jogou também no Democrata de Governador Valadares, no Atlético Mineiro, na Portuguesa (SP) e no Vitória de Setúbal (Portugal).


LEANDRO CHAVES
Nome: Leandro Chaves Rodrigues
Período: 2017
Posição: Meio-campo
Jogos: 12 (1 v, 4 e, 7 d)
Gols: 1
Trazido do Madureira, Leandro Chaves era tido como um meia artilheiro. No Bangu, porém, escondeu o jogo e fez apenas um gol, decepcionando totalmente.


LEANDRO COSTA
Nome: Leandro Costa Martins
Período: 2011
Posição: Atacante
Jogos: 11 (3 v, 4 e, 4 d)
Gols: -
Trazido por empresários, Leandro Costa demonstrou não ter a mínima capacidade de atuar como atacante, tanto que passou 11 jogos e não fez nenhum gol. Jogou também no Marcílio Dias (SC), no Ituiutaba (MG) e no Joinville.


LEANDRO SOUZA
Nome: Leandro Rosa de Souza
Período: 2010
Posição: Zagueiro
Jogos: 3 (1 v, 1 e, 1 d)
Gols: -
Leandro Souza substituiu Abílio nos três últimos jogos do Campeonato Carioca de 2010. Além do Bangu, jogou também pelo Joinville, Atlético Paranaense, Avaí, Arapongas (PR) e Santa Cruz.


LEÃO
Nome: Augusto Alves
Período: 1911 a 1916
Posição: Ponta-direita
Jogos: 90 (33 v, 13 e, 44 d)
Gols: 28
Expulsões: 1
Ganhou o apelido de “Leão” pela garra com que disputava cada lance de uma partida. Hábil ponta-direita, Leão foi campeão carioca da 2ª Divisão em 1914. Em 1917, foi defender as cores do Andarahy e depois, foi jogar no Palmeiras (RJ), da 2ª Divisão carioca.


LEITÃO
Nome: Albanito Nascimento
Período: 1917 a 1927
Posição: Zagueiro
Jogos: 84 (31 v, 12 e, 41 d)
Gols: 3
Leitão formou dupla de zaga com Luiz Antônio de 1917 a 1921. Depois disso, foi jogar no Vasco, onde se sagrou campeão carioca em 1923. Retornou ao Bangu em 1927, mas para jogar no 2º time e enfim, encerrar sua carreira. Era tecelão da Fábrica Bangu e morador da Avenida Costa Pereira, no próprio bairro.


LEITÃO
Nome: Hamilton da Graça Leitão
Período: 1934 a 1939
Posição: Meio-campo
Jogos: 84 (26 v, 16 e, 42 d)
Gols: -
Meia de características defensivas, Leitão assumiu a posição de titular do Bangu a partir de 1937. Ficou no clube até 1939.


LELECO
Nome: Antenor de Souza
Período: 1940
Posição: Meio-campo
Jogos: 11 (2 v, 9 d)
Gols: -
Vindo do Mavilis (RJ), Leleco foi reserva no time de 1940. Não teve muita sorte: além de jogar pouco, só conseguiu vencer duas partida.


LELO
Nome: -
Período: 1942
Posição: Ponta-direita
Jogos: 1 (1 v)
Gols: -
Jogador em fase de testes, Lelo fez apenas um amistoso entre os profissionais, no início da temporada de 1942.


LÉO
Nome: Florisvaldo Alves de Carvalho
Período: 1970 a 1971
Posição: Ponta-esquerda
Jogos: 7 (2 v, 2 e, 3 d)
Gols: -
O ponta-esquerda Léo apareceu em Moça Bonita no final da temporada de 1970 vindo do Galícia, por empréstimo.


LÉO
Nome: Leonardo Lopes Vivas
Período: 1988 a 1990
Posição: Meio-campo
Jogos: 43 (13 v, 12 e, 18 d)
Gols: 1
Expulsões: 1
Revelado pelo próprio clube, o esforçado meia Léo estreou em 1988 e ficou na equipe principal até o final de 1990.


LÉO
Nome: Leonardo de Paula Florentino
Período: 2009
Posição: Lateral-direito
Jogos: 4 (4 d)
Gols: -
Ex-jogador do Vitória (BA) e do Camaçari (BA), Léo estava no Ceres (RJ) quando veio para o Bangu disputar a Copa Rio de 2009. Não conseguiu nada e logo foi dispensado.


LÉO
Nome: Leonardo Brum da Silveira Ribeiro
Período: 2015
Posição: Meio-campo
Jogos: 4 (1 v, 2 e, 1 d)
Gols: -
Muito jovem, Léo foi colocado à disposição do técnico Carlos Renan para a disputa da Copa Rio, em 2015. Atuou quatro vezes.


LÉO
Nome: Leonardo Garcia de Araújo
Período: 2016
Posição: Lateral-direito
Jogos: 4 (1 e, 3 d)
Gols: -
Cria das divisões de base do Corinthians, Léo chegou muito novo ao Bangu, em 2016, e não conseguiu segurar a titularidade da lateral-direita, principalmente por deixar os adversários passarem fácil pelo seu setor.


LÉO BAHIA
Nome: Francisco Eliomar Rodrigues Farias
Período: 2017
Posição: Atacante
Jogos: 6 (2 v, 2 e, 2 d)
Gols: -
Uma das “invenções” do técnico Roberto Fernandes, que pediu a contratação do atacante Léo Bahia para o Bangu disputar o Campeonato Brasileiro da 4ª Divisão de 2017, Léo Bahia veio do Alecrim (RN) e foi uma total decepção em Moça Bonita.


LÉO FORTUNATO
Nome: Leonardo Fortunato dos Santos
Período: 2006
Posição: Zagueiro
Jogos: 12 (6 v, 4 e, 2 d)
Gols: 1
Emprestado pelo Madureira para a disputa do Torneio Seletivo de 2006, o zagueiro Léo Fortunato viveu sua grande fase quando o Madureira o vendeu para o Cruzeiro. Jogou também pelo São Bento, Olaria, Vitória e Braga (Portugal).


LÉO JOSÉ
Nome: Leonardo José de Souza da Silva
Período: 2005
Posição: Lateral-esquerdo
Jogos: 5 (1 v, 2 e, 2 d)
Gols: -
Jogou apenas o Campeonato Carioca da 2ª Divisão de 2005 pelo Bangu, sendo reserva de Éverton na lateral-esquerda.


LÉO LIMA
Nome: Leonardo Lima
Período: 2015 a 2016
Posição: Lateral-direito
Jogos: 5 (4 v, 1 e)
Gols: -
Reserva na BTV Cup de 2015, Léo Lima entrou no decorrer de quatro partidas, sempre para ajudar a defesa a garantir a vitória. Na decisão, estava em campo quando o juiz apitou o fim da partida contra a Coreia do Sul. Em 2016, foi jogar no São José (SP).


LÉO MOTA
Nome: Leonardo Mota do Val
Período: 2012
Posição: Zagueiro
Jogos: 6 (3 e, 3 d)
Gols: -
Emprestado pelo Imperial (RJ), o zagueiro Léo Mota participou da excursão internacional que o Bangu fez à Europa, em 2012.



LÉO PERCOVICH
Nome: Galileo Galilei Percovich Lopes
Período: 1995
Posição: Goleiro
Jogos: 22 (7 v, 10 e, 5 d)
Gols sofridos: 24
O uruguaio Léo Percovich era uma jóia rara relegada ao banco de reservas do Atlético Mineiro. Trazido para o Bangu pelo empresário Pedrinho Vicençote, foi responsável direto pela boa campanha do time nos três primeiros turnos do Campeonato Carioca de 1995. Infelizmente, uma contusão o impediu de participar das últimas seis partidas da competição. Pior ainda foi o fato de o Bangu não ter tido como mantê-lo no elenco por mais tempo. No ano seguinte, Léo Percovich estaria defendendo as cores do Fluminense, sem o mesmo brilhantismo que caracterizou sua passagem pelo alvirrubro.


LÉO SANTOS
Nome: Leonardo Santos
Período: 2002
Posição: Meio-campo
Jogos: 8 (2 v, 3 e, 3 d)
Gols: 1
Emprestado pelo Madureira, Léo Santos disputou apenas o Campeonato Brasileiro da 3ª Divisão em 2002.


LÉO ZUIM
Nome: Leonardo Zuim da Silva
Período: 2002 a 2006
Posição: Zagueiro
Jogos: 12 (3 v, 6 e, 3 d)
Gols: -
Expulsões: 1
Leonardo Zuim ganhou dos torcedores o apelido de “Léo Ruim” pelas suas más apresentações na zaga alvirrubra. Jogou o Campeonato Brasileiro da 3ª Divisão em 2002, saindo logo após para o América (RN). Retornou em 2006 para a disputa do Campeonato Carioca da 2ª Divisão. Em 2007, já estava no Villa Rio (RJ).


LEODEGÁRIO
Nome: -
Período: 1944
Posição: Zagueiro
Jogos: 1 (1 d)
Gols: -
Jogador amador, Leodegário jogou uma única vez entre os profissionais, numa tarde em que o trem que transportava os titulares acabou retido em Deodoro, por causa de um acidente na Central do Brasil. Inexperiente, ganhou sua chance, mas acabou sendo goleado pelo São Cristóvão por 4 a 1.


LEONARDO
Nome: Leonardo de Moraes Valença
Período: 1998
Posição: Zagueiro
Jogos: 12 (4 v, 5 e, 3 d)
Gols: -
O zagueiro Leonardo estava no União da Ilha da Madeira (Portugal) quando o Bangu o trouxe para a disputa do Campeonato Carioca de 1998. Em 1999 foi negociado com o Atlético Paranaense.


LEONARDO
Nome: Leonardo Andrade Damásio
Período: 2006
Posição: Atacante
Jogos: 16 (8 v, 7 e, 1 d)
Gols: 9
Vindo do futebol panamenho, o atacante Leonardo foi o grande destaque do Bangu no Torneio Seletivo de 2006. No entanto, brigou com o técnico Alfredo Sampaio após uma derrota para o Goytacaz (0 x 2), pela penúltima rodada, e foi afastado do time, perdendo a chance de jogar contra o Macaé, no jogo que rendeu a taça ao alvirrubro. Em 2007 foi atuar no Avaí.


LEONARDO
Nome: Leonardo Vinícius Pereira Luiz
Período: 2017
Posição: Zagueiro
Jogos: 8 (1 v, 3 e, 4 d)
Gols: -
Trazido do Fortaleza, o zagueirão Leonardo não obteve muito destaque no Campeonato Carioca de 2017, saindo do clube sem ser notado.


LEONARDO JESUS
Nome: Leonardo de Jesus Geraldo
Período: 2017
Posição: Lateral-esquerdo
Jogos: 3 (1 v, 1 e, 1 d)
Gols: -
Reserva do lateral Guilherme, Leonardo Jesus, que veio do URT de Patos de Minas (MG), entrou em algumas partidas do Campeonato Brasileiro da 4ª Divisão de 2017 e não conseguiu qualquer destaque.


LEOZINHO
Nome: Leonardo Ramalho Guimarães
Período: 2000 a 2004
Posição: Meio-campo
Jogos: 83 (23 v, 22 e, 38 d)
Gols: 12
Rejeitado pelo Botafogo, Leozinho foi muito bem recebido no Bangu. Quando chegou, no ano 2000, ainda era um reserva que atuava tanto no meio, quanto no ataque e também na lateral-direita. Com o tempo, foi se firmando como peça fundamental da equipe e a partir de 2003, se firmou como titular absoluto, graças a sua grande habilidade. Saiu do clube após o rebaixamento do time no Campeonato Carioca de 2004, indo jogar no América (RJ).


LERO
Nome: Geraldo dos Santos
Período: 1952
Posição: Centroavante
Jogos: 1 (1 d)
Gols: -
Ex-jogador do Atlético Mineiro e do Flamengo, Lero chegou ao Bangu para o Campeonato Carioca de 1952, porém ficou na reserva o tempo todo, disputando apenas uma partida contra o Botafogo, aproveitando-se da ausência de Zizinho.


LICO
Nome: -
Período: 1937
Posição: Zagueiro
Jogos: 1 (1 d)
Gols: -
Vindo do Ferroviário (PR), o zagueiro Lico disputou uma única partida amistosa no ano de 1937. Foi dispensado após a goleada sofrida para o Flamengo por 5 x 1.


LIMA
Nome: Carlos Alberto Freitas de Lima
Período: 1973
Posição: Ponta-esquerda
Jogos: 13 (3 v, 3 e, 7 d)
Gols: 1
Formado pelo próprio clube, o ponta Lima atuou como profissional apenas em algumas partidas do Campeonato Carioca de 1973. Depois, jogou pelo Bonsucesso, Campo Grande, até encerrar a carreira no Madureira, em 1982.


LIMA
Nome: Luís Paulo de Lima
Período: 1983
Posição: Lateral-esquerdo
Jogos: 17 (9 v, 5 e, 3 d)
Gols: -
Ex-jogador do Flamengo, Lima foi emprestado pelo Madureira para que participasse do Campeonato Carioca de 1983. Atuou também pelo Joinville.


LIMA
Nome: Pedro Ribeiro Lima Pires
Período: 2003 a 2006
Posição: Meio-campo
Jogos: 3 (3 e)
Gols: -
Cria da casa, o meia Lima sempre foi reserva entre os profissionais. Dessa forma, disputou duas partidas pelo Campeonato Brasileiro da 3ª Divisão de 2003, saiu para jogar pela Cabofriense e retornou em 2006 para atuar uma única vez no Campeonato Carioca da 2ª Divisão. Depois, conseguiu se transferir para o Náutico.


LINCOLN
Nome: Lincoln Dias Alves
Período: 1968 a 1969
Posição: Zagueiro
Jogos: 23 (9 v, 8 e, 6 d)
Gols: 2
Expulsões: 1
O gigantesco zagueiro Lincoln pertencia ao Vila Nova (GO) quando chamou a atenção do Bangu após uma excursão que o time fez a Goiânia. Foi logo contratado e chegou a fazer boas partidas pelo alvirrubro até 1969. Depois, foi negociado com a Desportiva e atuou até pelo Atlético Mineiro, em 1972.


LINDÓRIO
Nome: Lindório Holtz
Período: 1934
Posição: Centroavante
Jogos: 2 (2 d)
Gols: 2
Atacante do Friburgo, Lindório era constantemente convocado para formar na Seleção do Estado do Rio de Janeiro. No final de 1934, o Bangu contou com os gols do artilheiro em dois amistosos (contra o Combinado da Confederação Brasileira de Desportos e contra o Madureira). Em ambas as oportunidades, balançou as redes dos adversários, apesar de ter saído de campo derrotado.


LINO GASPAR
Nome: Luiz Gaspar da Silva
Período: 1912 a 1913
Posição: Meio-campo
Jogos: 7 (2 v, 1 e, 4 d)
Gols: -
Lino Gaspar jogou apenas o Campeonato Carioca de 1912 e algumas partidas amistosas em 1913, sempre como meio-campo.


LINS
Nome: Sérvulo Buters Colombiano
Período: 1969 a 1970
Posição: Atacante
Jogos: 3 (1 v, 1 e, 1 d)
Gols: -
Vindo de Minas Gerais, o atacante Lins não teve a mínima chance em Moça Bonita, participando apenas de partidas amistosas, inclusive no famoso jogo contra a Seleção Brasileira de 70. Depois que parou com o futebol, tornou-se comerciante no próprio bairro de Bangu.


LIRA
Nome: José Arnaldo Lira
Período: 1982
Posição: Meio-campo
Jogos: 44 (22 v, 12 e, 10 d)
Gols: 4
Expulsões: 1
Vindo do CRB (AL), o meia Lira jogou toda a temporada de 1982 como titular do Bangu, fazendo boas partidas. Em 1983, no entanto, foi negociado com o Santa Cruz. Atuou também pelo Ceará, Criciúma, Joinville, Avaí e Acadêmica de Coimbra (Portugal).


LITO
Nome: Carlos de Mello Taveira
Período: 1952 a 1957
Posição: Meio-campo
Jogos: 42 (22 v, 4 e, 16 d)
Gols: -
Expulsões: 1
Campeão mineiro pelo Villa Nova em 1951, o meia Lito foi logo contratado pelo Bangu e assegurou sua vaga como titular numa época em que só “cobras” envergavam a camisa alvirrubra. Voltou para Minas Gerais ao término da temporada de 1954, mas regressou ao Bangu em 1957, onde não conseguiu nada além de uma vaga no quadro misto.


LITO
Nome: Joselito Duque da Silva
Período: 1993
Posição: Meio-campo
Jogos: 10 (4 v, 4 e, 2 d)
Gols: 2
Cria das divisões de base do Vasco, O meia Lito já tinha jogado no Desportivo de Chaves (Portugal) e estava no Madureira quando veio defender o Bangu no Campeonato Carioca de 1993. Era o cobrador oficial de pênaltis da equipe. Depois, foi negociado com o Deportivo Victória, de Honduras.


LOBO JÚNIOR
Nome: Francisco Lobo Júnior
Período: 1909 a 1913
Posição: Zagueiro
Jogos: 25 (11 v, 4 e, 10 d)
Gols: -
Mesmo passando cinco temporadas na Rua Ferrer, Lobo Júnior foi titular apenas durante o Campeonato Carioca de 1912. Ao sair, em 1914, foi jogar no Esperança (RJ).



LOCO ABREU
Nome: Washington Sebastián Abreu Gallo
Período: 2017
Posição: Atacante
Jogos: 11 (1 v, 4 e, 6 d)
Gols: 3
O uruguaio Loco Abreu foi um grande ídolo no Botafogo, mas já estava em fase decadente quando chegou ao Bangu em 2017. Com 40 anos, Loco Abreu atuava no Santa Tecla, time de El Salvador, e veio para Bangu apenas para fazer marketing. Marcou três gols, desperdiçou dois pênaltis e arrumou briga com o técnico Arturzinho. Mesmo ganhando um salário nababesco para os padrões banguenses, Loco Abreu desligou-se do clube após uma derrota para o Botafogo e foi jogar no Central Español, do Uruguai, onde foi bem mais feliz.


LOLA
Nome: -
Período: 1973 a 1975
Posição: Ponta-esquerda
Jogos: 33 (6 v, 11 e, 16 d)
Gols: 4
Revelado pelo clube, o ponta Lola participou das péssimas campanhas do Bangu nos Campeonatos Cariocas de 1974 e 1975, sem conseguir qualquer destaque.


LOPES
Nome: Arthur Lopes
Período: 1908 a 1913
Posição: Zagueiro
Jogos: 11 (7 v, 4 d)
Gols: 1
Vindo do Esperança do Marco Seis, Lopes fez algumas partidas pelo Campeonato Carioca de 1913. Não agradou e no ano seguinte, voltou a jogar pelo time azul e branco.


LOPES
Nome: Ibsen Lopes de Castro
Período: 1921
Posição: Zagueiro
Jogos: 1 (1 d)
Gols: -
Estudante da Escola Militar de Realengo, o zagueiro Lopes jogou apenas uma vez: na derrota para o Andarahy (2 x 3), em partida amistosa, em 1921.


LOPES
Nome: -
Período: 1944
Posição: Zagueiro
Jogos: 1 (1 d)
Gols: -
Curiosamente, outro zagueiro chamado Lopes apareceu no Bangu na década de 40 e igual aos demais não teve sucesso: jogou apenas uma partida – válida pelo Torneio Início de 1944 - e saiu derrotado.


LORRAN
Nome: Michel Lorran Rodrigues Mota
Período: 2017
Posição: Meio-campo
Jogos: 4 (1 v, 2 e, 1 d)
Gols: -
Lorran ostentava no currículo ter feito as divisões de base no Flamengo. Ao chegar ao Bangu, vindo do Rio Branco (PR), Lorran até tentou impressionar, mas fez muito pouco pelo clube. Atuou pouco, jogou mal, mas obteve como prêmio uma transferência para o futebol do Kuwait.


LOTH
Nome: Loth da Silva
Período: 1911 a 1913
Posição: Centroavante
Jogos: 24 (8 v, 6 e, 10 d)
Gols: 12
Depois de atuar pelo Mangueira, em 1909 e pelo Riachuelo, em 1910, o centroavante Loth chegou à Rua Ferrer em 1911 para ser titular na conquista do Campeonato Carioca da 2ª Divisão. Ficou no Bangu até o final da temporada de 1913, com uma boa média de gols marcados.


LOURINHO
Nome: Édson Esteves
Período: 1955 a 1956
Posição: Goleiro
Jogos: 4 (2 v, 2 d)
Gols sofridos: 7
Ex-jogador do América Mineiro e do Atlético Mineiro, Lourinho foi contratado pelo Bangu em 1955, mas foi logo dispensado ao sofrer quatro gols do Vasco em uma partida no Maracanã. Daí, foi parar no Metalusina, de Barão de Cocais (MG).


LUAN
Nome: Luan Sérgio Nascimento Dias de Almeida
Período: 2015 a 2016
Posição: Volante
Jogos: 8 (3 v, 2 e, 3 d)
Gols: -
Cria das categorias de base do Flamengo, Luan foi emprestado ao Bangu, ainda muito jovem, para a disputa da Copa Rio de 2015. Continuou no elenco para 2016, passando despercebido.  


LUCÃO
Nome: Lucas Alves de Araújo
Período: 2013
Posição: Zagueiro
Jogos: 3 (2 e, 1 d)
Gols: -
Emprestado pelo Corinthians ao Bangu para a disputa da Copa Rio de 2013, o zagueiro Lucão chegou muito jovem ao clube. Porém, a expectativa é de que tenha grande potencial no futuro.


LUCÃO
Nome: Lucas Galdino de Paiva
Período: 2016
Posição: Zagueiro
Jogos: 3 (2 v, 1 e)
Gols: -
O zagueiro Lucão estava em um clube da Tailândia, quando foi emprestado ao Bangu para atuar em dois jogos no Vietnã, durante a BTV Cup de 2016.


LUCAS
Nome: Aloísio Dias Maciel
Período: 1952 a 1957
Posição: Centroavante
Jogos: 73 (38 v, 18 e, 17 d)
Gols: 18
Bicampeão carioca de juvenis em 1952/1953, o artilheiro Lucas – que na verdade, sequer tinha “Lucas” em seu nome verdadeiro -, continuou fazendo seus gols quando foi promovido aos profissionais. No entanto, uma contusão abreviou sua carreira.


LUCAS
Nome: Lucas Quintino de Souza
Período: 2014 a 2015
Posição: Atacante
Jogos: 5 (1 e, 4 d)
Gols: -
Cria das categorias de base do Flamengo, Lucas não encontrou espaço no rubro-negro quando virou jogador profissional e veio para o Bangu em 2014. Logo, foi descartado em 2015, antes mesmo do Campeonato Carioca começar.


LUCAS
Nome: Lucas da Silva Santos
Período: 2015
Posição: Volante
Jogos: 7 (2 v, 2 e, 3 d)
Gols: -
Vindo do Duque de Caxias, o volante Lucas disputou a Copa Rio de 2015 com a camisa alvirrubra, praticamente sem ser notado.


LUCAS PENHA
Nome: Lucas dos Santos Nascimento
Período: 2015
Posição: Meio-campo
Jogos: 1 (1 e)
Gols: -
Cria das divisões de base, ainda amador, Lucas Penha jogou uma partida da Copa Rio de 2015 contra o Friburguense.


LUCIANO
Nome: -
Período: 1992 a 1996
Posição: Atacante
Jogos: 5 (4 e, 1 d)
Gols: -
Cria do clube, o atacante Luciano jamais conseguiu começar uma partida como titular nos cinco anos em que ficou no Bangu, até porque disputava vaga diretamente com Serginho.


LUCIANO
Nome: Luciano Sobrasa
Período: 2006
Posição: Zagueiro
Jogos: 4 (2 v, 2 d)
Gols: -
O zagueiro Luciano disputou o apenas o Campeonato Carioca da 2ª Divisão de 2006 pelo Bangu. Depois, foi jogar no Videira (SC).


LUCIANO
Nome: Luciano Carlos Marques Câmara
Período: 2007
Posição: Atacante
Jogos: 4 (1 e, 3 d)
Gols: -
Jogou apenas o Campeonato Carioca da 2ª Divisão de 2007, vindo das categorias de base do Vasco. Depois foi jogar no Madureira, no Atlético de Alagoinhas (BA) e até no futebol angolano.


LUCIANO
Nome: Luciano Fernandes de Carvalho
Período: 2015
Posição: Lateral-direito
Jogos: 10 (6 v, 3 e, 1 d)
Gols: -
Revelado pelo próprio clube, Luciano teve suas primeiras chances nos profissionais durante o Campeonato Carioca de 2015 e não comprometeu.


LUCIANO NANINHO
Nome: Luciano Francisco Paulino
Período: 2012 a 2017
Posição: Meia-atacante
Jogos: 15 (3 v, 6 e, 6 d)
Gols: 2
Cria das categorias de base do Vasco, o atacante Luciano Naninho chegou ao clube no meio do Campeonato Carioca de 2012, tendo poucas chances de atuar. Porém, fez grande sucesso durante a excursão do Bangu à Alemanha, naquele mesmo ano. Regressou ao clube em 2017.


LUDOVICO
Nome: Ludovico Augusto dos Santos
Período: 1937 a 1938
Posição: Zagueiro
Jogos: 8 (2 v, 6 d)
Gols: -
Ex-jogador do América e do Flamengo, Ludovico estava na Portuguesa (RJ) quando veio para o Bangu no final do Campeonato Carioca de 1937, ficando no clube até o início de 1938.



LUÍS ALBERTO
Nome: Luís Alberto Alves Severino
Nascimento: 5/11/1942
Período: 1963 a 1975
Posição: Zagueiro
Jogos: 308 (133 v, 78 e, 97 d)
Aproveitamento: 55%
Gols: -
Expulsões: 9
Estreia: Bangu 1 x 1 América (23/6/1963)
Despedida:Bangu 0 x 0 Vasco (18/6/1975)

Nascido no bairro de Bangu, Luís Alberto deu os primeiros chutes nos juvenis do Ceres, até ser levado para Moça Bonita pelo ex-jogador dos anos 20, Eduardo Moura. Inicialmente chamado apenas de “Beto”, Luís Alberto estreou entre os profissionais aos 19 anos, no Torneio Início de 1963, em que o Bangu se fez representar por uma equipe reserva.
Ganhou espaço com o técnico Tim, que o levou para uma excursão pela América do Sul no início de 1964. Foi vice-campeão carioca naquele ano e também em 1965, para, enfim, ser campeão no fantástico time de 1966. Participou ativamente da briga que interrompeu a partida decisiva contra o Flamengo e acabou expulso.
Aliás, expulsões sempre marcaram sua carreira. É o banguense recordista em cartões vermelhos: no total, Luís Alberto foi para o chuveiro mais cedo em nove ocasiões.
Foi o último campeão de 66 a deixar o Bangu. Somente em 1971 saiu de Moça Bonita, sendo emprestado para o Flamengo durante o Campeonato Brasileiro. Fez apenas seis jogos na Gávea e voltou ao alvirrubro em 1972.
Disputou apenas o Campeonato Carioca daquele ano e foi para o Americano, ficando em Campos até 1975, quando voltou mais uma vez ao Bangu para encerrar a carreira.
Ao parar, virou técnico do próprio Bangu, assumindo o clube em duas ocasiões. Entre 1977 e 1978 e em 1997. Requisitado, foi treinador também do Americano, do Goytacaz, do América Mineiro, do Rio Branco (ES), do Tupi (MG), do Esportivo (MG) e em alguns países asiáticos.
Além de ser campeão carioca de 1966, Luís Alberto venceu também o Torneio Início 1964, o Torneio dos Campeões 1967, o Torneio Quadrangular de Campinas 1968 e o Torneio Romeu Dias Pinto 1972. É o 10º jogador que mais vestiu a camisa do Bangu, com 304 partidas, curiosamente, jamais marcou um gol.


LUÍS ANTÔNIO               
Nome: Luís Antônio da Silva
Período: 1987
Posição: Meio-campo
Jogos: 1 (1 d)
Gols: -
Entrou no lugar de Paulinho Criciúma, na derrota para o Vitória por 3 a 1, pelo Campeonato Brasileiro da 1ª Divisão de 1987.



LUÍS CARLOS
Nome: Luís Carlos de Macedo Ramalho
Nascimento: ??/??/????        Falecimento: 30/6/2007
Período: 1953 a 1963
Posição: Atacante
Jogos: 258 (140 v, 68 e, 50 d)
Aproveitamento: 67%
Gols: 119
Expulsões: 3
Estreia: Bangu 0 x 0 Portuguesa (5/7/1953)
Despedida:Bangu 3 x 0 Portuguesa (7/7/1963)

Vindo ainda garoto do Tupy de Paracambi para Moça Bonita, junto com o seu irmão Beto, Luís Carlos foi bicampeão carioca de juvenis pelo Bangu em 1952/1953. Em 1953, inclusive, foi o artilheiro do certame, com 24 gols em 20 jogos – um verdadeiro fenômeno.
Por isso, a inclusão de Luís Carlos entre os profissionais era a opção mais lógica para o ano seguinte. Logo de início, foi o destaque da excursão que o clube fez à Europa em 1954, quando ainda era conhecido pelo apelido de “Cobrinha”, dado pelo “Mestre” Zizinho, que via no garoto um verdadeiro cobra do futebol.
Em 1956, foi emprestado ao Bahia para pegar um pouco de experiência. Voltou a Moça Bonita em 1957, alcançando o pleno sucesso em 1958, quando o Bangu excursionou ao exterior. Enfim, em 1959, sagrou-se vice-campeão carioca.
Seu primeiro grande título viria no ano seguinte, com a conquista do Torneio de Nova York, figurando como titular no ataque ao lado de seu irmão Beto. Continuou em Moça Bonita até 1963, tempo suficiente para se tornar o sexto maior artilheiro do Bangu em todos os tempos, com 119 gols.
Em sua última temporada pelo clube, vinha perdendo espaço no ataque, que contava com Paulo Borges, Parada, Bianchini e Mateus e preferiu abandonar o futebol, indo cursar a faculdade de Direito e trabalhar na CEDAE, a Companhia de Águas e Esgotos do Rio de Janeiro.
Faleceu em 2007.


LUÍS CARLOS
Nome: -
Período: 1966
Posição: Lateral-direito
Jogos: 1 (1 v)
Gols: -
Jogador dos aspirantes, Luís Carlos esteve entre os profissionais apenas uma vez: num amistoso contra o Rubro de Araruama, em 1966.


LUÍS CARLOS
Nome: -
Período: 1969
Posição: Meio-campo
Jogos: 7 (1 v, 3 e, 3 d)
Gols: -
O meia Luís Carlos esteve no clube apenas durante a temporada de 1969, sem se destacar.


LUÍS CARLOS
Nome: Luís Carlos da Silva Lemos
Período: 1980
Posição: Ponta-esquerda
Jogos: 4 (1 v, 1 e, 2 d)
Gols: -
Depois de passar por Flamengo, Vasco, Olaria e Fluminense, o ponta-esquerda Luís Carlos veio jogar no Bangu durante o Campeonato Carioca de 1980, mas ficou na reserva de Paulo Roberto e, no ano seguinte, foi liberado para o Campo Grande.


LUÍS CARLOS
Nome: -
Período: 1983
Posição: Zagueiro
Jogos: 3 (1 v, 1 e, 1 d)
Gols: -
Depois que Renê saiu do clube no início de 1983, o Bangu testou o zagueiro Luís Carlos para fazer dupla com Tecão durante uma excursão ao Nordeste.


LUÍS CARLOS GAÚCHO
Nome: Luís Carlos Gutiérrez
Período: 1981
Posição: Meio-campo
Jogos: 15 (7 v, 6 e, 2 d)
Gols: -
Apesar de ser chamado de “Gaúcho”, Luís Carlos nasceu em Santa Catarina. Veio para o Bangu disputar o Campeonato Brasileiro da 1ª Divisão de 1981, contratado junto ao América Mineiro. Não rendeu o esperado e foi negociado com o Comercial (SP).


LUÍS FELIPE
Nome: -
Período: 1999
Posição: Atacante
Jogos: 1 (1 d)
Gols: -
Entrou no lugar de Paulo Andrade, na derrota para o América (0 x 2) pela Copa Rio de 1999.


LUÍS FELIPE
Nome: Luiz Felipe Rodrigues de Oliveira
Período: 2005
Posição: Volante
Jogos: 1 (1 v)
Gols: -
Vindo das categorias de base, Luís Felipe – apelidado de “Fú” - estava no grupo que participou do Campeonato Carioca da 2ª Divisão de 2005. Entrou apenas uma vez, substituindo o meia Guido, numa vitória sobre o Boavista (2 x 1). Depois, foi jogar no Rubro de Araruama. 


LUÍS FELIPE
Nome: Luiz Felipe Gava Bento
Período: 2013 a 2015
Posição: Zagueiro
Jogos: 47 (21 v, 12 e, 14 d)
Gols: 6
Contratado junto ao Independente de Limeira (SP), o jovem zagueiro Luís Felipe disputou a Copa Rio de 2013 pelo Bangu. Mantido no elenco para 2014, foi um dos melhores jogadores do Campeonato Carioca daquele ano. Em 2015, foi campeão da BTV Cup, no Vietnã. É o típico zagueiro-artilheiro.


LUÍS GUILHERME
Nome: Luiz Guilherme Loreno Marcelino Alves
Período: 2013 a 2014
Posição: Goleiro
Jogos: 16 (9 v, 3 e, 4 d)
Gols sofridos: 13
Vindo ainda jovem do Botafogo, o goleiro Luís Guilherme foi o titular durante a Copa Rio de 2013 e ficou marcado por falhar feio no primeiro jogo das semifinais, contra o Duque de Caxias, contribuindo decisivamente para a eliminação do Bangu.


LUÍS OTÁVIO
Nome: Luiz Otávio da Silva Santos
Período: 2012
Posição: Atacante
Jogos: 3 (2 e, 1 d)
Gols: 1
Vindo das categorias de base do próprio clube, o grandalhão Luís Otávio teve suas primeiras chances entre os profissionais durante a Copa Rio de 2012. Na estreia, chegou a marcar um gol diante do Boavista. Curiosamente, depois foi jogar no Bonsucesso, mas na função de zagueiro.


LUÍS PAULO
Nome: Luís Paulo Paz Camargo
Período: 1979
Posição: Ponta-esquerda
Jogos: 29 (10 v, 8 e, 11 d)
Gols: 1
Vindo do Flamengo, Luís Paulo era apontado por Pelé como um craque de futuro. Os anos mostraram que a previsão do “Rei” estava errada. Depois de atuar pelo Bangu no Campeonato Carioca de 1979, sem qualquer destaque, foi jogar no Campo Grande, no CSA e encerrou a carreira na Cabofriense. Ao parar, virou treinador, chegando a dirigir a Seleção de Honduras.


LUÍS RENATO
Nome: -
Período: 2003
Posição: Meio-campo
Jogos: 10 (3 v, 2 e, 5 d)
Gols: 1
Expulsões: 1
O meia Luís Renato disputou apenas o Campeonato Carioca e a Copa do Brasil de 2003 pelo Bangu. Marcou um gol diante do Gama (DF).


LUISÃO
Nome: Luiz Rivoiro
Período: 1970
Posição: Zagueiro
Jogos: 5 (2 e, 3 d)
Gols: -
Reserva de Serjão, o zagueiro Luisão veio do Comercial (SP) e teve apenas cinco chances de jogar pelo Bangu. Numa delas, contra o Bonsucesso, fez um gol contra e nunca mais foi escalado.



LUISÃO
Nome: Sérgio Luís Tolentino de Carvalho
Nascimento: 27/8/1951      
Período: 1976 a 1984
Posição: Centroavante
Jogos: 249 (93 v, 74 e, 82 d)
Aproveitamento: 52%
Gols: 70
Expulsões: 1
Estreia: Bangu 1 x 1 Madureira (18/1/1976)
Despedida:Bangu 5 x 2 Rio Negro (9/5/1984)

“Se botarem Luisão, vai sair gol meu irmão” – a paródia da famosa música “Pega Ladrão”, de Bezerra da Silva, foi um cântico constantemente ecoado no Estádio Proletário no início dos anos 80 e homenageava o atacante banguense Luisão.
Chegou ao Bangu em 1976, depois de peregrinar por clubes amadores como o Lajes de Piraí, o Seropédica, o Flamengo de Volta Redonda e de ser reprovado em um teste para jogar no Campo Grande.
Não era um jogador técnico, ao contrário, valia-se do seu porte físico para ganhar as divididas, mas era eficiente. Atrapalhado, trombador, porém artilheiro. Tornou-se campeão e goleador do Torneio da Integração 1976. Continuou no clube nas temporadas de 77, 78 e 79 (quando fez um excelente Campeonato Carioca, marcando sozinho mais da metade dos gols do Bangu).
Quando o Dr. Castor de Andrade assumiu o comando do futebol profissional em 1980, resolveu fazer a “limpa”. Dispensou praticamente todos os atletas, mas não teve coragem de abrir mão do artilheiro de Moça Bonita.
Renovou o contrato de Luisão e este fez sua melhor partida com a camisa alvirrubra no dia 6 de abril de 1980, marcando dois gols em pleno Parque Antártica, quando o Bangu venceu o poderoso Palmeiras por 3 a 2.
Virou ídolo da torcida, graças aos seus gols e ao seu carisma. Em uma partida contra o Goytacaz, pelo Campeonato Carioca de 1980, Castor prometeu-lhe um carro caso marcasse um gol. Não parecia tarefa difícil para o artilheiro, mas a sorte não estava ao seu lado. Luisão fez de tudo, correu, deu cabeçada em beque, chutou a trave, mas não conseguiu marcar. Por isso, passou uma semana triste, inconsolável com o empate em 0 a 0.
Algumas rodadas depois, fez uma aposta com Castor de Andrade antes de um jogo contra o Fluminense, em Marechal Hermes. Prometeu o gol da vitória. O Bangu saiu atrás do marcador, empatou com Ademir Vicente e virou, justamente, com um gol de Luisão. Foi o suficiente para o Patrono, agradecido, presenteá-lo com um fusca.
Em 1981, foi emprestado ao Santos, mas não se adaptou à Vila Belmiro. Em uma visita aos seus ex-companheiros de Moça Bonita, fez questão de se encontrar com Castor de Andrade para queixar-se de sua condição de reserva, que não lhe rendia “bichos”. O Patrono nem pestanejou: mandou que o centroavante passasse no caixa e recebesse o prêmio pela última vitória do Bangu no Campeonato Carioca...
Fez 70 gols com a camisa do Bangu e jogou de 1976 a 1984, quando já estava com 32 anos. Mais que isso: é até hoje o maior artilheiro do estádio de Moça Bonita, com 33 gols anotados.
Depois do Bangu virou um verdadeiro nômade do futebol, jogando no Sport Recife, Olaria, Campo Grande, Atlético Júnior (Colômiba), CSA, Ceará, Tupi e Sport Juiz de Fora, encerrando sua carreira no final da temporada de 1988, no Tiradentes de Brasília, aos 37 anos.
Hoje, alguns torcedores ainda lembram desta figura folclórica do futebol carioca, de suas jogadas atrapalhadas e de sua tradicional simplicidade que conquistava a todos. Morador de Seropédica, município próximo a Itaguaí, no Rio de Janeiro, o ex-jogador guarda na memória a homenagem do compositor Marcos Damião, feita em 1980: “Se botarem Luisão, vai sair gol meu irmão...”


LUISINHO
Nome: Luís Henrique de Jesus Costa
Período: 1990 a 1995
Posição: Lateral-esquerdo
Jogos: 72 (26 v, 27 e, 19 d)
Gols: 5
Expulsões: 3
Vindo da Portuguesa (RJ), Luisinho começou como reserva de Paulo Roberto na lateral-esquerda em 1990, e tornou-se titular a partir do Campeonato Carioca de 1992, ficando no Bangu até o final do Carioca de 1995, quando foi vendido para o futebol árabe. Depois de um ano na Arábia Saudita, Luisinho foi jogar na China. Seu melhor momento ocorreu na vitória sobre o Flamengo por 3 a 2, em 1992, quando marcou um belo gol de falta.


LUISINHO BOIADEIRO
Nome: Luiz Moreira da Silva Filho
Período: 1965 a 1968
Posição: Atacante
Jogos: 9 (4 v, 2 e, 3 d)
Gols: -
Campeão carioca em 1966, apesar de ter feito somente um jogo naquela campanha, Luisinho Boiadeiro ficou quatro anos no Bangu, mas entrou em campo pouquíssimas vezes entre os profissionais. Dez anos depois da conquista, no entanto, estava paralítico, mas não tinha abandonado o esporte: passou a praticar basquete em cadeira de rodas.  


LUISINHO DAS ARÁBIAS
Nome: Luís Alberto Duarte dos Santos
Período: 1980 a 1984
Posição: Ponta-esquerda
Jogos: 37 (17 v, 8 e, 12 d)
Gols: 10
Vindo do Flamengo, Luisinho das Arábias fez um ótimo Campeonato Carioca pelo Bangu em 1980. No entanto, como não correspondeu durante o Campeonato Brasileiro da 1ª Divisão de 1981, foi negociado com o Campo Grande, onde se tornou ídolo. Continuou sua carreira de artilheiro no Fortaleza em 1983, até voltar para o Bangu em 1984. Naquele ano, apenas conseguiu irritar Castor de Andrade com suas péssimas atuações e foi negociado com o Botafogo. Viria a falecer precocemente, aos 32 anos, quando jogava pelo Remo, em 1989.


LUIZ
Nome: Luiz de Carvalho
Período: 1919 a 1920
Posição: Atacante
Jogos: 17 (5 v, 1 e, 11 d)
Gols: 6
Morador da Rua dos Açudes e escriturário da Fábrica Bangu, Luiz era um bom atacante que, nas poucas oportunidades que teve, conseguiu anotar seus golzinhos. Em 1921, foi jogar no Helênico (RJ). Faleceu precocemente em abril de 1923.


LUIZ
Nome: -
Período: 2013
Posição: Meio-campo
Jogos: 5 (2 v, 2 e, 1 d)
Gols: -
Atleta ligado a empresários de São Paulo, o meia Luiz jamais vestiu a camisa do Bangu em território brasileiro. Sua participação limitou-se aos cinco jogos do clube na BTV Cup de 2013, no Vietnã.



LUIZ ALBERTO
Nome: Luiz Alberto da Silva
Nascimento: 2/1/1952         
Período: 1973 a 1979
Posição: Goleiro
Jogos: 201 (57 v, 60 e, 84 d)
Aproveitamento: 43%
Gols sofridos: 250
Expulsões: -
Estreia: Bangu 1 x 3 Botafogo (19/4/1973)
Despedida:Bangu 1 x 3 Flamengo (7/6/1979)

Luiz Alberto chegou ao clube em 1972, graças a um amigo que o indicou ao eterno assistente técnico Neco. Foi estrear entre os profissionais no ano seguinte, substituindo o titular Sanches, num jogo contra o Botafogo, em São Januário. Participou de um dos períodos mais difíceis da história do clube. Na década de 70, o Bangu era um clube à margem do futebol carioca, apequenado e que tinha no seu goleiro o atleta mais conhecido do elenco.
Saiu em 1979 para jogar no Grêmio Maringá, depois foi para o Campo Grande, América (SP) e encerrou a carreira no Flamengo.
Aliás, foi o Flamengo que lhe proporcionou o pior jogo de sua carreira. Em 1973, o rubro-negro esmagou o Bangu por 8 a 0 e Luiz Alberto foi substituído por Sanches durante a partida. O técnico Vavá entrou em campo para tirá-lo da meta. A verdade, no entanto, é que ele não sofreu os oito gols sozinho.
"Eu iniciei a partida e sofri dois gols de contra-ataque - um de Geraldo e outro do Dario - e mais um terceiro de pênalti, cobrado pelo Paulo César Caju. Após a cobrança do pênalti, o Vavá me substituiu, colocando o Sanches no meu lugar, e ele acabou sofrendo mais cinco gols" – relembrou.
A goleada abateu Luiz Alberto, mas foi bem pior para o técnico Vavá, que perdeu o cargo para Zózimo. Na semana seguinte, o Bangu enfrentou o América, empatou em 0 a 0 e o goleirão foi a melhor figura em campo.
Seu melhor jogo, no entanto, foi contra o Vasco, em 1978, uma partida que terminou 1 a 1.
Pelo Bangu, foi campeão do Torneio da Integração em 1976 e do Torneio Hilton Gosling em 1977.
Ao encerrar a carreira, virou treinador de goleiros e foi trabalhar no futebol japonês.



LUIZ ANTÔNIO
Nome: Luiz Antônio da Guia
Nascimento: 30/6//1894      Falecimento: 3/11/1969
Período: 1912 a 1931
Posição: Zagueiro
Jogos: 270 (109 v, 36 e, 125 d)
Aproveitamento: 47%
Gols: -
Expulsões: -
Estreia: Bangu 4 x 7 Flamengo (30/6/1912)
Despedida:Bangu 5 x 1 Carioca (27/9/1931)

Em 1912, um jogador negro, baixinho, nascido em 1894 - seis anos após a abolição da escravatura -, primeiro filho de uma família de onze irmãos, estreava como jogador do Bangu na posição de beque. Em 1931, ou seja, 19 anos depois, este mesmo atleta fazia sua última partida com a camisa alvirrubra. Seu nome: Luiz Antônio da Guia, que os jornais dariam o apelido de “O Perfeito”.
Mesmo atuando em uma época onde se privilegiava o ataque, como se vê nas escalações com apenas dois zagueiros, três médios e cinco atacantes, Luiz Antônio se sobressaía, sendo um exemplo de lealdade em campo, não sofrendo uma expulsão sequer na sua longa carreira. Foi o atleta que mais tempo vestiu a camisa alvirrubra, embora seus 19 anos de dedicação ao clube, tenham lhe valido 270 jogos no time principal e apenas o título de campeão da 2ª divisão, em 1914.
Assediado pelo América, Luiz Antônio respondeu ao convite dizendo que talvez não fosse tão difícil sair do Bangu, mas, difícil mesmo, era vestir outra camisa e jogar contra o seu Bangu.
Atuou poucas vezes na Seleção Carioca, em uma época que a presença de atletas negros não era bem vista pela elite dirigente do esporte. Por este motivo preconceituoso jamais foi convocado para a Seleção Brasileira, tendo que ver jogadores brancos, sem a mesma técnica que ele, atuarem pelo selecionado.
Sempre era comparado com seu irmão mais famoso, Domingos da Guia, que jogava na mesma posição de zagueiro. Seu pai, o velho Targino Antônio da Guia, em entrevista ao Jornal dos Sports, em 1948, foi enfático:
“Domingos é café pequeno ao lado de Luiz. Bangu nunca teve coisa melhor em futebol. Luiz contava antes o que ia fazer em campo como se entrasse a sentar numa mesa de jogo. Só ele dava cartas. Sereno, elegante, impassível, intransponível. Igual a Luiz nem Domingos”.  
Domingos da Guia, que se tornaria o maior zagueiro de todos os tempos, também fez questão de enaltecer as qualidades de seu irmão mais velho em um depoimento prestado em 1967 para o Museu da Imagem e do Som. Para o “Divino Mestre”, Luiz Antônio foi um “craque que, infelizmente, não teve chance de aparecer”.
Para o cronista Mário Filho, irmão mais velho de Nelson Rodrigues, Luiz Antônio “era mais que um jogador. Era o clube”. E aproveita para narrar em seu livro O Negro no Futebol Brasileiro, de 1947, uma deliciosa história do craque banguense:
“Uma vez o Bangu estava perdendo de 6 a 0 para o Flamengo. Faltava um minuto para acabar o jogo, houve um córner contra o Flamengo. Luiz Antônio veio correndo lá de trás, chamando todo o time do Bangu para a porta do gol do Flamengo. Não havia tempo a perder, era a última oportunidade. Quem bateu o córner foi ele, um córner perfeito, que deu em gol. Luiz Antônio quase enlouqueceu de alegria, pulando feito uma criança, gritando ‘Bangu’. Só porque o Bangu não tinha perdido de zero, fizera o seu gol de honra.”
Luiz Antônio era um torcedor apaixonado. Em 1933, quando seus irmãos Ladislau e Médio jogavam pelo Bangu e foram até as Laranjeiras decidir o título com o Fluminense, o irmão mais velho ficou em casa, esperando o resultado. Quando soube que o Bangu venceu por 4 a 0, teve uma síncope:
“Cientificado do retumbante feito do seu clube, Luiz Antônio experimentou uma emoção fortíssima, a qual, seu organismo torturado pela ansiedade, não resistiu. Uma alegria indescritível que degenerou em repentina alucinação” – reportou o jornal Diário da Noite.
Como não voltasse mais desse estado débil, Luiz Antônio foi internado num quarto particular no Hospital Nacional de Psicopatias, na Avenida Pasteur.
O antigo zagueiro recebeu alta do hospital, voltou para Bangu, mas a sanidade nunca mais foi a mesma. Curiosamente, passou a não se conformar em ficar de fora enquanto o Bangu jogava. Bastava que o time não viesse bem num Campeonato e Luiz Antônio se oferecia para jogar de novo. Ia treinar e quando se achava em forma, queria ser escalado, independentemente de já contar com mais de 40 anos.
Lógico que nenhum técnico o escalava. Luiz Antônio, então, desaparecia da Rua Ferrer por um tempo, inconformado, sem compreender como não o queriam mais no time...
Faleceu em 1969, aos 75 anos, em Bangu. Caminhava na calçada de um lado para o outro, o dia inteiro. Estava esquecido pelos torcedores e vitimado pela loucura que, segundo as más línguas, devia-se ao fato de querer sempre tirar as pesadas bolas de couro das proximidades da grande área com cabeçadas.


LUIZ BORRACHA
Nome: Luiz Gonzaga de Moura
Período: 1949 a 1951
Posição: Goleiro
Jogos: 65 (36 v, 15 e, 14 d)
Gols sofridos: 92
O goleiro Luiz Borracha saiu praticamente expulso do Flamengo. Foi acusado por alguns diretores de se vender após uma derrota para o Botafogo, em 1948. O Bangu não perdeu a oportunidade e levou para o seu quadro o excelente goleiro em 1949. Virou titular da meta alvirrubra, vingou-se do Flamengo (afinal, ele estava em campo no famoso jogo em que o Bangu fez 6 a 0 no rubro-negro, em 1950) e ficou em Moça Bonita até o final do Torneio Rio-São Paulo de 1951, quando falhou bisonhamente numa partida contra o Vasco (3 x 4). “Em consequência de suas falhas no match de ontem com o Vasco, Luiz Borracha foi afastado imediatamente do team após o quarto gol cruzmaltino. E ao que apuramos, não voltará à equipe titular” – sentenciou O Globo Sportivo. De fato, Luiz Borracha nunca mais teve outra chance de se redimir e o Bangu o dispensou para o São Cristóvão. Ao “pendurar as luvas”, voltou a trabalhar no Flamengo, desta vez como massagista. Faleceu em 1983, aos 62 anos.


LUIZ CARLOS
Nome: Luiz Carlos de Souza Pinto Júnior
Período: 2001 a 2015
Posição: Atacante
Jogos: 20 (4 v, 6 e, 10 d)
Gols: 5
Expulsões: 2
Vindo do CFZ (RJ), o atacante Luiz Carlos teve poucas chances de se firmar no Bangu do técnico Miguel Ferreira, que preferia Bruno Lazaroni e Espíndola, em 2001, e João Rodrigo e Fabiano Silva, em 2002, formando a dupla de ataque. De Moça Bonita foi jogar no Sol de América, do Paraguai. Atuou também no futebol do Kuwait, da Espanha e até da Dinamarca. Em 2015, regressou ao Bangu, já veterano, aos 35 anos, para a disputa da Copa Rio, quando estava completamente fora de forma.


LUIZ GASPAR
Nome: Luiz Gaspar de Oliveira
Período: 1904
Posição: Meio-campo
Jogos: 2 (2 d)
Gols: -
Luiz Gaspar jogou apenas duas vezes pelo Bangu, mas entrou para a história por participar da primeira partida do clube, contra o Rio Cricket, em 24 de julho de 1904. Outra façanha foi o fato de ser o primeiro brasileiro a vestir a camisa alvirrubra.


LUIZINHO
Nome: Luiz Francisco Soares
Período: 1934 a 1936
Posição: Ponta-direita
Jogos: 21 (7 v, 6 e, 8 d)
Gols: 2
Ponta-direita vindo do Madureira, Luizinho foi titular durante todo o Campeonato Carioca de 1935.



LULA
Nome: Luiz Pereira
Nascimento: 17/11/1920     Falecimento: ??/11/2006
Período: 1936 a 1941
Posição: Ponta-direita
Jogos: 137 (38 v, 19 e, 80 d)
Aproveitamento: 34%
Gols: 41
Expulsões: 4
Estreia: Bangu 4 x 1 Olaria (22/11/1936)
Despedida:Bangu 2 x 6 Flamengo (15/11/1941)

Excelente ponta-direita surgido nos anos 30, Lula era irmão mais novo do meia Nadinho. Nas seis temporadas em que jogou pelo time da Rua Ferrer, Lula chamou a atenção para seu futebol vistoso, além de ser um eficiente goleador.
Estreou entre os profissionais quando ainda tinha 16 anos, em 1936, mas só ganhou status de craque após uma partida contra o Flamengo, na Gávea, em 1939. O Bangu venceu por 4 a 0 e Lula marcou dois gols. Tamanho cartaz tornou quase impossível a permanência do craque no time alvirrubro. Mesmo assim, o presidente Guilherme da Silveira o manteve no time até o final do Campeonato Carioca de 1941, aumentando o valor de seu passe para 25 contos de réis.
Para completar o ordenado do futebol, Lula trabalhava na Fábrica Bangu, mas como tinha que treinar, era sempre liberado do batente às 2 horas da tarde.
Em 1942, no entanto, foi jogar no Botafogo, onde ficou até 1946, quando foi vendido para o Palmeiras. Tornou-se ídolo no alviverde, onde ganhou o Campeonato Paulista de 1947. Encerrou a carreira no Parque Antártica em 1949.


LULINHA
Nome: Luís Carlos Rebouças de Santana
Período: 1985
Posição: Meio-campo
Jogos: 24 (15 v, 8 e, 1 d)
Gols: 3
Lulinha podia ter se consagrado no Bangu, caso o time tivesse chegado ao título de Campeão Brasileiro em 1985. Ele até marcou o gol de empate na final contra o Coritiba, mas a falta de sorte do alvirrubro impediu o meia de colocar a faixa no peito. Campeão Brasileiro da 3ª Divisão pelo Olaria, em 1981; do Brasileiro da 2ª Divisão pelo Campo Grande, em 1982, faltou a Lulinha um título na 1ª Divisão. Emprestado pelo Campo Grande, Lulinha jogou em Moça Bonita apenas em 1985, depois foi devolvido ao clube alvinegro, que tinha pedido alto demais para vendê-lo em definitivo ao Bangu. O Vitória comprou seu passe e no rubro-negro ele foi campeão baiano. Encerrou a carreira no Botafogo.


LUMUMBA
Nome: Everaldo Dionísio
Período: 1977 a 1978
Posição: Goleiro
Jogos: 12 (3 v, 3 e, 6 d)
Gols sofridos: 12
Ex-goleiro do Tupi e do Goiás, Lumumba estava no Figueirense quando foi contratado pelo Bangu. Ficou na reserva de Luiz Alberto durante as temporadas de 1977 e 1978.

          
Livros
 
Estatísticas
 
Jogos 4.116
Vitórias 1.713
Empates 980
Derrotas 1.423
Gols Pró 7.267
Gols Contra 6.306
Saldo de Gols 961
Artilheiros
 
Ladislau 229
Moacir Bueno 202
Nívio 152
Menezes 138
Zizinho 124
Luís Carlos 119
Paulo Borges 109
Décio Esteves 97
Arturzinho 93
Marinho 83