Rio de Janeiro, sexta-feira, 24 de novembro de 2017 - 18h15min
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21/07/1985 - INTERNACIONAL (RS) 1 x 2 BANGU

FICHA TÉCNICA
Competição:
Taça de Ouro - 2ª Fase - Returno
Local:
Estádio Beira-Rio
Renda:
Cr$ 323.834.000,00
Público:
46.541 pagantes
Árbitro:
Romualdo Arpi Filho, auxiliado por Sebastião Soledade e José Renato Fidalgo
 
Mano; Luís Carlos, Pinga, Mauro Galvão e André; Ademir, Alcântara e Ruben Paz; Paulo Santos (Kita), Marcelo e Silvinho
Técnico: Otacílio Gonçalves
Gilmar, Márcio (Velton), Cardoso, Oliveira e Baby; Israel, Mário e Lulinha (Delacir); Marinho, João Cláudio e Ado
Técnico: Moisés
Bangu 1 x 0: João Cláudio, aos 18min do 2º tempo
Bangu 1 x 1: André, aos 35min do 2º tempo
Bangu 2 x 1: Marinho, aos 43min do 2º tempo
Márcio, Delacir e João Cláudio (Bangu)
Kita (Internacional)
Clique na imagem para vê-la ampliada
   
 
Os gols (Rede Globo)

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Rio torcerá pelo Bangu
Fonte: Jornal O Globo

No Maracanã, a triste despedida do Flamengo no empate de 2 a 2 com o Ceará. No Beira-Rio, lotado pela empolgada torcida do Internacional, a heróica façanha do Bangu, que, cumprindo a promessa do treinador Moisés, não se contentou com o empate, que já lhe serviria, e chegou aos 2 a 1, gols de João Cláudio e Marinho, contra um de André. Com isso, é o único representante do Rio nas semifinais da Taça de Ouro, tendo como adversário o Brasil de Pelotas e, contando ainda com as vantagens que o regulamento lhe confere: jogará a segunda partida em casa e se classificará se houver igualdade de resultados. E, caso o Brasil insista em usar o estádio Bento Freitas, em Pelotas, o Bangu já avisou que responderá com Moça Bonita. Um deles será o adversário de Coritiba ou Atlético, que compõem a outra chave. Hoje à tarde, na CBF, o diretor de futebol Dílson Guedes terá a missão de definir datas e locais.


Bangu joga no ataque e vence o Inter no Beira-Rio
Fonte: Jornal O Globo (Afonso Lichs)

PORTO ALEGRE - O Bangu é a única equipe carioca nas semfinais do Campeonato Brasileiro. E conseguiu isso vencendo ao Internacional por 2 a 1, diante de 50 mil gaúchos que sairam mudos do Estádio Beira-Rio, sem vaiar ou reclamar. O Bangu havia sido o melhor time em campo e cumprira promessa de não jogar na retranca, embora o empate bastasse para lhe garantir a vaga para decidir em dois jogos contra o Brasil de Pelotas.

Foi uma vitória planejada. Primeiro, Ruben Paz deveria ser bloqueado e perseguido em todas as partes do campo, missão cumprida com brilho. Depois, era ter paciência que o Inter se perturbaria. Previsão dos vestiários que aos poucos foi se confirmando.

No início, o Bangu teve que suportar um sufoco do Inter ainda entusiasmado, mas logo as jogadas na sua área só aconteciam em lances casuais, como na desatenção de Baby, que deixou Paulo Santos chutar livre na área, aos 27 minutos, mas para fora. Ou aos 39 minutos, quando Mário avançou pela esquerda serviu na área a Ado que chutou para Mano espalmar.

O Inter reclamou um lance duvidoso sobre Ruben Paz na área do Bangu, em que Cardoso teria cometido pênalti, mas o juiz, bem colocado, não deu. O segundo tempo começou sem multas mudanças, com Rubens Paz ainda bloqueado e lances raros na área do Bangu, que tocava com mais calma e precisão a bola no seu meio de campo.

Aos 18 minutos, o Inter retirou o ponta Paulo Santos e colocou Kita para jogar com dois centroavantes, simplificando as jogadas. Dois minutos depois, sofreu o primeiro gol, de João Cláudlo e entrou em desespero. Alcântara criou uma boa jogada pessoal e chutou raspando o travessão, antes que seu time começasse a cruzar bolas altas apenas.

A torcida já saía do estádio quando o Inter empatou, aos 35, por André, num lance confuso, de abafa. Mas, aos 43 minutos, Marinho fez o segundo gol do Bangu e o Inter ficou sem reação, embora o juiz desse, quase três minutos de descontos, quando o Bangu tocou a bola tranqüilamente.


Moisés: "É hora de premiar quem joga mais futebol"
Fonte: Jornal O Globo (Paulo Roberto Sampaio)

PORTO ALEGRE - A vitória sobre o Internacional, que classificou o Bangu para as semifinais da Taça de Ouro numa disputa contra outra equipe considerada pequena, o Brasil de Pelotas, fez o técnico Moisés reivindicar modificações nos critérios da competição após o jogo, no Beira-Rio.

- Está na hora de premiar os bons times, quem realmente joga futebol. A CBF deveria acabar com a proteção aos clubes grandes, com suporte financeiro, para fazer o ranking dos convidados para o Campeonato Brasileiro. Nós, pequenos, tivemos que começar de baixo só porque não temos torcida e muito dinheiro. Mas futebol nós provamos que temos mais e devemos ser mais considerados. Só assim o futebol será valorizado, não colocando nos grupos principais os clubes que há 10, 20 anos, tinham times e hoje só têm nome.

Depois, conversando através de uma emissora de rádio com o técnico Valmir Louruz, do Brasil, o seu próximo adversário, Moisés fez gentilezas:

- Parabéns, Valmir. Você com o Brasil, assim como eu com o Bangu, viemos de baixo e derrubamos os grandes. Você, o Flamengo, e, eu, o Inter. Vejo muito valor nisso. E garanto que o nosso confronto dará ao público duas grandes exibições de futebol.

Sobre o jogo contra o Inter, Moisés cobrou dos repórteres as previsões que fizera e que se confirmaram em campo:

- Foi um jogo simples, como eu disse. Falei pro meu pessoal o que iria acontecer e o que se confirmou porque o Bangu impôs o seu jogo. Nós éramos o favoritos e não o Inter, como foi anunciado, porque nós éramos os líderes. E cumpri a minha promessa de vencer. É claro que foi um jogo duro, difícil, porque o Inter tem um bom time. Mas, ele foi prejudicado porque não tratou o Bangu com o respeito que merecia.

Quanto o time para a primeira partida contra o Brasil, Moisés ainda não pode antecipar. Ele ainda não decidiu se promove a volta de Jair à zaga ou se mantém Cardoso, que foi muito bem contra o Inter. Além disso, o lateral Márcio se contundiu no joelho no lance do gol do Internacional e teve que ser carregado do vestiário para o ônibus da delegação, com uma bolsa de gelo. Por orientação de Castor de Andrade, o Bangu permanecerá hoje em Porto Alegre, esperando a definição da CBF sobre o local da partida contra o Brasil, se em Pelotas ou em Porto Alegre. O time poderá permanecer na capital gaúcha ou voltar ao Rio, hoje.


Os cuidados para evitar hostilidade
Fonte: Jornal O Globo

Os dirigentes invadiram o campo e os funcionários do Bangu carregaram alguns jogadores nos braços, e quando o juiz apitou o final de jogo no Beira Rio. Os fotógrafos correram, pedindo que os jogadores se agrupassem e erguessem os braços, em sinal de triunfo.

- Nada de comemoração, pessoal! Ainda temos muita dureza pela frente gritou prontamente o apoíador Mário, alertando a equipe para o otimismo exagerado, e sendo prontamente atendido por todos.

No vestiário, Mário explicou que já atuou no futebol gaúcho e conhece bem a reação que tais manifestações poderiam provocar na torcida do Brasil, de Pelotas, "forte e hostil, que, dentro do seu estádio, joga com o time".

O reserva Gílson, que, como Mário, atuou pelo Grêmio, confirmou que "toda a precaução com o Brasil é pouca".


O PERSONAGEM: Marinho dribla até os socos
Fonte: Jornal O Globo

- Quando a bola vinha, o sarrafo pegada por baixo, nas canelas, nas costas. Quando o lance estava distante e o juiz não via, o André me dava socos, sempre na orelha esquerda, que ainda esta chiando. Quase não pude fazer nada com uma tal marcação, mas dei tudo de mim naquela falta, e a bola foi onde nenhum goleiro pega. Foi a minha vingança, a vingança de quem sabe jogar futebol e não sabe dar socos.

O ponteiro Marinho desabafou ao sair do gramado do Beira Rio. Sem a camisa, que deu a um torcedor que invadiu o campo, ele foi o último jogador a chegar ao vestiário, pois teve de dar longas entrevistas. Afinal, o Inter discutira muito a forma de bloqueá-lo, acreditando que ele fosse a única boa opção do Bangu, e mesmo assim ele marcou o gol da vitória.

- Com o gol, cheguei aos 15 no Campeonato Brasileiro. Agora estou ao lado do Roberto, do Vasco, e pretendo ser o goleador do Rio na competição. Isso sempre valoriza a gente e, quem sabe, voltarão a se lembrar do Marinho, que ainda não teve chance na seleção brasileira. Acho que isso acontece por que sou do Bangu. Mas dentro de algumas rodadas o Bangu será campeão brasileiro e aí a desculpa não mais existirá - concluiu o jogador, preferindo não comentar o anunciado interesse do Flamengo em contratá-lo, caso Tita seja vendido à Itália, "porque o momento não é de pensar em deixar o Bangu".


O DESTAQUE: Goleiro ajudou a garantir a vaga
Fonte: Jornal dos Sports

Foram pelo menos três defesas difíceis e em todas elas, muito reflexo. Nas saídas do gol - e não foram poucas, porque o Inter teve um grande número de escanteios a seu favor - ele mostrou a mesma segurança. Gilmar, goleiro do Bangu, foi, sem dúvida, o grande nome do jogo do ontem, garantindo, em parte, a classificação de sua equipe.

No vestiário, cercado pelos torcedores e recebendo os cumprimernos dos companheiros, Gilmar não esqueceu de enaltecer o trabalho de Paulo Lumumba, auxiliar técnico de Moisés, que é o responsável pelo treinamento dos goleiros. E explicou o motivo de sua grande atuação na partida de ontem:

- Eu treino até em dia de jogo. Acho que a primeira coisa para um a pessoa ser bem-sucedida é gostar daquilo que faz e batalhar. Para um goleiro sair do gol tem que ter, antes de tudo, coragem. E coragem foi o que não me faltou na partida de hoje. Saí para ganhar todas e ganhei. Isso eu devo também aos treinos do Paulo Lumumba. Ele me dá uma grande ajuda e o que mais eu treino são as saídas do gol.


Castor: "Se jogarmos em Pelotas, o jogo no Rio será em Moça Bonita"
Fonte: Jornal O Globo

O dirigente Castor de Andrade atendia com calma e tranqüilidade às rádios no vestiário do Beira Rio, explicando que viajaria ontem mesmo para o Rio, a fim de hoje definir, com a CBF, os locais dos dois jogos com o Brasil, de Pelotas, que definirão uma vaga para a final do Campeonato Brasileiro.

- O ideal seria que o primeiro jogo fosse disputado no Beira Rio ou no Olímpico, e o segundo, o do Rio, no Maracanã. Aí, teríamos, praticamente, campos neutros. Se o Brasil jogar no pequeno Bento Freitas, em Pelotas, o jogo do Rio será em Moça Bonita, Isso eu garanto - disse Castor.

Numa roda de amigos, que haviam vindo do Rio, conseguiu extravasar a sua emoção.

- O Bangu na Libertadores, minha gente, essa é a meta! - gritou o dirigente, com o punho cerrado e erguido, para logo ser abraçado por todos. Novamente se controlou e voltou a falar, tranqüilamente, que "o título brasileiro é último passo" e lembrou que a disputa com o Brasil vale a classificação para a Libertadores da América, pois o vitorioso já terá assegurada a vaga que cabe ao vice-campeão brasileiro.

Quanto à premiação dos jogadores, anunciada em Cr$ 800 mil, pelo jogo, e Cr$2 milhões, pela vaga, explicou que "tais quantias irão aumentar, com certeza". Ele "quer pensar tranqüilamente", para "premiar dignamente um time maravilhoso, que cresce nas adversidades".


B
angu passa às semifinais e joga com Brasil
Fonte: Jornal do Brasil

O Bangu derrotou o Internacional por 2 a 1, em Porto Alegre, e é o único clube carioca classificado para as semifinais da Taça de Ouro. No Maracanã, o Flamengo foi insistentemente vaiado pela torcida e depois de chegar a vencer o Ceará por 2 a 0, permitiu o empate de 2 a 2. O presidente George Helal vai reunir a comissão técnica e exigir explicações.

Além do Bangu, classificaram-se o Brasil (derrotou o Bahia por 3 a 2, em Salvador), o Atlético Mineiro (venceu a Ponte Preta por 1 a 0, no Mineirão) e o Coritiba (empatou de 0 a 0 com o Sport, em Curitiba). Bangu e Atlético Mineiro, que somaram maior número de pontos em seus grupos, jogam por dois empates contra o Brasil e Coritiba, respectivamente.



OS GOLS
Fonte: Jornal O Globo

Bangu 1 a 0 - Mário invade a área do Inter com a bola dominada e tenta chutar a gol, mas bate fraco, João Cláudio, que entrava em velocidade, se antecipa a Galvão, domina a bola e, na frente de Mano, tem a tranqüilidade para tocar no canto esquerdo. Aos 18 minutos do segundo tempo.

Inter 1 a 1 - Num lance confuso em que Kita estava em posição ilegal, Ruben Paz toca a bola alta para a área; André entra com vigor, usa o corpo para vencer a marcação, domina no peito e chuta cruzado. O goleiro Gilmar tem a visão atrapalha e não consegue deter a bola, que entra no canto esquerdo. Aos 35 minutos do segundo tempo.

BANGU 2 a 1- O goleiro Mano, ingenuamente pega a bola com as mãos fora de sua área, pensando que o juiz havia assinalado uma irregularidade na cobrança da falta. Marinho chuta com perfeição, alto e por cima da barreira, sem chances para Mano, pois a bola entra quase no ângulo esquerdo. Aos 43 minutos do segundo tempo.


O DESTAQUE: Israel, talento na dura marcação
Fonte: Jornal O Globo

O apoiador Israel entrou em campo sé pensando na missão que o técnico Moisés lhe dera: "Perseguir Ruben Paz em todo os setores sem deixá-lo respirar porque, sem ele, o Inter não chegará ao nosso gol". Isso foi cumprido à risca.

- Ele é um jogador de habilidade e foi difícil deter as suas investidas. Mas consegui isso, tanto que ele chegava a se irritar em determinados momentos. Se irritava consigo mesmo porque não conseguia fazer as jogadas, pois eu joguei limpo e nunca lhe bati. Só levei alguns sustos quando tentei apoiar. Ele é um jogador que não vai atrás da gente e, quando dava o rebote, estava muito longe de mim.

Mas, depois do jogo, descansando no vestiário do Beira-Rio, Israel, 25 anos, tranqüilo e humilde, disse que pensou na sua carreira difícil, numa decepção que teve e no sonho de ser campeão brasileiro pelo Bangu:

- Eu já tive bons momentos e alguns grandes clubes, como o Vasco, tentaram a minha contratação. Mas o Campo Grande, onde iniciei, é um clube difícil de negociar e só consegui sair em 83 para o Bangu. Agora, vivendo esta alegria enorme de estar na semifinal, estou pensando comigo se isso tudo não foi melhor, pois se tivesse ido para o Vasco eu não estaria vivendo este sonho maravilhoso que é o Bangu chegando nas finais. E agora, mais adulto e campeão brasileiro, se Deus permitir, quem sabe o meu futuro não será mesmo brilhante no futebol, no Bangu mesmo ou em algum grande clube com um bom contrato? Estou sentindo que este é o meu ano - afirmou o jogador, que atrasou o seu banho "para aproveitar estes momentos de alegria pois não é sempre que, o vestiário do Bangu está tão repleto".


Atuações
Fonte: Jornal O Globo

BANGU
GILMAR - Teve intensa atividade, principalmente em intervenções que fez com perfeição nas bolas altas e por baixo. No gol, teve a sua visão atrapalhada pelo bolo de jogadores. Nota 9
MÁRCIO - Muito trabalho com Silvinho. Fez faltas, segurou o ponta pela camisa, mas evitou na maioria dos lances que ele chegasse à linha de fundo. Depois se contundiu. Nota 7
CARDOSO - Entrou no time com a suspensão de jair e não tremeu. Saiu sempre na caça a Marcelo e ajudou muito na cobertura a Márcio. Nota 8
OLIVEIRA - Ficou mais na espera e foi perfeito, não permitindo que a bola parasse nunca no seu setor. Nota 8
BABY - Teve um lance de desatenção, deixando Paulo Santos receber uma bola livre na área, mas depois se corrigiu. Deu combate também ao lateral Luís Carlos, que apoiava, e ainda arriscou chutar a gol e tentar alguma jogada no ataque. Nota 7
ISRAEL - Anulou o principal jogador do Inter, cumprindo à risca a missão que recebera. Perseguiu Ruben Paz onde quer que ele estivesse. Lutou até o final e, quando tinha a bola, ainda foi ao ataque. Nota 10
MÁRIO - Foi o jogador vibrante de sempre, se deslocou muito e catimbou quando preciso. Participação decisiva no lance do primeiro gol. Nota 9
LULINHA - Nos momentos de maior pressão do Inter, no primeiro tempo, foi ele quem procurou reter a bola e acalmar as jogadas, lançando com precisão. Nota 8,5
MARINHO - Sofreu uma marcação impiedosa e malvada do lateral André. Nos poucos momentos que recebeu a bola em condições de dominá-la, criou jogadas. E cobrou com perfeição a falta no gol da vitória. Nota 8,5
JOÃO CLÁUDIO - Fez o estafante trabalho de completar o meio de campo e aparecer correndo na área, como centroavante. Assim, marcou o primeiro gol e teve outra oportunidade. Nota 9
ADO - Quando recebia a bola em boas condições, sempre conseguia chegar até a área ou fazer o cruzamento. Tentou mas não conseguiu bloquear as avançadas do seu marcador. Nota 7,5

O JUIZ - Romualdo Arpi Filho permitiu puxões pela camisa, alguns lances mais ríspidos, mas na intenção evidente de fazer o espetáculo prosseguir. No lance duvidoso em que Ruben Paz foi derrubado por Cardoso na área do Bangu, estava bem colocado. Os dois auxiliares erraram muitos impedimentos.

     
Livros
 
Estatísticas
 
Jogos 4.116
Vitórias 1.713
Empates 980
Derrotas 1.423
Gols Pró 7.267
Gols Contra 6.306
Saldo de Gols 961
Artilheiros
 
Ladislau 229
Moacir Bueno 202
Nívio 152
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Paulo Borges 109
Décio Esteves 97
Arturzinho 93
Marinho 83