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09/03/2002
- FLUMINENSE (RJ) 2 x 1 BANGU
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FICHA
TÉCNICA
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Competição:
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Torneio
Rio-São Paulo
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Local:
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Estádio
Caio Martins, Niterói/RJ
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Árbitro:
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Djalma
José Beltrânio Teixeira, auxiliado
por Carlos Henrique de Lima e Marcos Vinícius
Sá Freire
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Murilo,
Flávio, Maurício, Régis e
Paulo César (Júnior César);
Fabinho, Marcão, Fernando Diniz (Fábio
Cordeiro) e Paulo Isidoro (Bismarck); Roger e
Magno Alves
Técnico: Oswaldo de Oliveira
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Eduardo,
China (Rogério), Daniel, Cléberson
e Marquinhos; Élder, Zada, Renatinho e
Léo (Jefferson); Wellington e Luiz Carlos
Técnico: Miguel Ferreira
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Bangu
0 x 1: Roger, aos 36min do 1º tempo
Bangu
1 x 1: Luiz Carlos, aos 40min do 1º tempo
Bangu
1 x 2: Magno Alves, aos 8min do 2º tempo
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Marcão,
Fabinho e Fernando Diniz (Fluminense); Zada (Bangu)
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Fluminense
perde novo pênalti, mas derrota o Bangu
Fonte:
Lancepress!
Não
foi uma grande partida, porém o Fluminense fez
valer sua melhor categoria e bateu o Bangu por 2 a 1
neste sábado de muito calor no Estádio
Caio Martins. Com a vitória, o tricolor melhorou
um pouco sua situação no Torneio Rio-São
Paulo chegando aos 11 pontos.
O primeiro tempo foi disputado em ritmo bem lento. As
duas equipes visivelmente economizavam esforços
diante do forte calor que fazia no Caio Martins. Nos
primeiros 15 minutos, o Fluminense, se fazer muita força,
criou três boas chances.
A primeira logo aos dois minutos, quando Roger pegou
a sobra na entrada da área e chutou, com perigo,
raspando a trave. Aos 13, o tricolor continuou sua sina
de perder pênaltis nesta temporada. Roger sofreu
a falta, duvidosa por sinal, marcada pela arbitragem,
mas resolveu não bater desta vez. A missão
coube a Paulo César, que não fez diferente
do que o camisa vinha fazendo. O lateral bateu no canto,
só que sem muita força. O bom goleiro
Eduardo pulou bem e defendeu.
Com quinze minutos jogados, Magno Alves avançou
bem e, da entrada da área, chutou para outra
boa defesa de Eduardo.
Enquanto isso, o Bangu apenas tocava na intermediária
sem incomodar. Zada e China ainda tentavam chutes de
longa distância, mas todos fracos e sem perigo.
Quando o ritmo da partida começava a diminuir
ainda mais, o Fluminense abriu o marcador. Aos 36, Magno
Alves recebeu lançamento longo, entrou de frente
com o goleiro e chutou no canto. Eduardo deu rebote
e Roger, na corrida, aproveitou para empurrar para as
redes. Na comemoração, o jogador, que
vinha recebendo algumas vaias, colocou as mãos
nos ouvidos, provocando, ainda que timidamente, os torcedores.
Não deu nem para comemorar demais. O Bangu chegou
ao empate aos 40 em mais uma desatenção
da defesa tricolor. Zada cobrou falta na área
e Luiz Carlos tocou, de perna direita, no canto de Murilo.
Na segunda etapa, talvez porque a temperatura estivesse
menor, o Fluminense começou a pressionar com
mais convicção. Logo no primeiro minuto,
Marcão fez uma boa jogada pela direita, mas Magno
Alves furou na hora do chute.
O
atacante, entretanto, não precisou de mais do
que sete minutos para se recuperar. Depois de receber
grande passe de Roger, Magno tocou completou com precisão,
sem chance para Eduardo.
Mais disposto, o Fluminense começou a ganhar
a maioria das divididas e acelerar seu jogo. Não
era uma grande exibição, mas serviu para
animar a torcida tricolor.
O Bangu, por sua vez, se mostrava mais encolhido do
que no primeiro tempo e nem chutes de longe dava mais.
Sem contar que não conseguia evitar alguns contra-ataques
do adversário.
E eles passaram a surgir principalmente pela lateral
direita, onde Flávio participava da maior parte
das jogadas. Em uma delas quase saiu o terceiro. Eram
jogados 20 minutos do segundo tempo e Magno Alves recebeu
a bola e, ao perceber a saída do goleiro adversário,
rolou para Flávio, que tentou por cima. A zaga
afastou em cima da linha e na sobra Roger acertou um
belo sem-pulo. A bola não entrou graças
a Eduardo, que fez mais uma de suas muitas grandes defesas.
O Bangu precisou, então, de uma bola parada para
dar um chute com algum perigo. Marquinhos bateu falta
da intermediária sobre o gol de Murilo.
O jogo foi ficando mais aberto e o Fluminense tinha
espaços para criar suas jogadas. Porém,
faltava um centroavante nato para concluir. Ainda mais
que Magno Alves saía muita da área para
buscar jogo.
Nos últimos dez minutos, o Bangu apertou e o
Flu se encolheu. Foi a vez de Murilo aparecer. O goleiro
fez boas defesas, sendo que na melhor delas, tirou um
chute à queima roupa de Jefferson.
Mais alguns minutos e sustos adiante, a vitória
tricolor estava confirmada. Alívio para seus
torcedores, que ainda esperam uma campanha melhor do
clube em seu ano de centenário.
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