Rio de Janeiro, terça-feira, 18 de novembro de 2008 - 08h00min
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17/09/2003 - BANGU 1 x 1 CABOFRIENSE (RJ)

FICHA TÉCNICA
Competição:
Campeonato Brasileiro - Série C - 1ª Fase
Local:
Estádio Moça Bonita
Renda:
R$ 1.750,00
Público:
350 pagantes
Árbitro:
Marcelo Venito Pacheco (RJ), auxiliado por Marcos Tadeu Peniche Nunes (RJ) e Elson Passos Sena Filho (RJ).
Péterson, Leandro (Dudu), Diego, Rafael e Salles; Marcão, Alexandre (Diego), Cristiano (Lima) e Rogério; Leozinho e Marcelo.
Técnico: Brasília.
Adriano, Wilson, Paulo César, Tatu e Giovanni; Cristiano, Marquinho (William), Beto (Gil Bala) e Marcos Marins; Marcelo Sander e Joãozinho.
Técnico: Dario Lourenço.
Bangu 0 x 1: Wilson, a 1min do 2º tempo.
Bangu 1 x 1: Rogério, aos 46min do 2º tempo.
Rafael, Marcão e Cristiano (Bangu); Giovanni, Marcos Marins e Marcelo Sander (Cabofriense).
Clique nas imagens para vê-las ampliadas

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Empate é um alívio para o Bangu
Fo
nte: Jornal dos Sports

Com um gol salvador de Rogério, o Bangu empatou em 1 a 1 com a Cabofriense, ontem, em Moça Bonita, pela primeira rodada do grupo 21 da Série C do Campeonato Brasileiro. As duas equipes somaram um ponto e dividem a segunda colocação do grupo. O próximo compromisso do Bangu é com o América, no domingo, em Édson Passos. No mesmo dia, a Cabofriense recebe o líder Olaria, em Cabo Frio.

Apoiado por 200 apaixonados torcedores, o Bangu partiu para cima dos visitantes que, no primeiro tempo, pouco atacaram. A torcida tinha a impressão de que logo sairia o gol, mas o goleiro Adriano, da Cabofriense, fez defesas milagrosas.

Quem acabou abrindo o placar foi a Cabofriense, logo a um minuto do segundo tempo. Joãozinho cobrou falta e Wilson se antecipou à zaga banguense.

O gol acordou o time da casa, que pressionava, mas errava finalizações ou esbarrava no goleiro Adriano, em dia inspirado. Aos 46 minutos, o Bangu enfim conseguiu empatar. Após confusão na área, a bola sobrou para Rogério salvar a estréia do time.

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QUE BOM É TER UM PASSADO...

Feras: Israel, Baby, Catuka (supervisor), Moisés, Ado, Arturzinho e Marinho

Lá se foram 18 anos, mas Moisés ainda ontem esconjurava José Roberto Wright. Na arquibancada de Moça Bonita, a bola rolando para Bangu x Cabofriense, e o ex-técnico banguense descascava o ex-árbitro, que, na decisão do Estadual de 85, deixou de dar um pênalti claro em Cláudio Adão.

Lá se foram 18 anos, mas Israel, Ado, Baby, Arturzinho e Marinho ainda ontem lembravam aquela final e, também, a do Campeonato Brasileiro do mesmo ano, quando o Bangu nadou, nadou e ficou mesmo com o título de vice nas duas competições. Conversa vai, conversa vem, na arquibancada de Moça Bonita, e a bola rolando...

Lá se foram 46 minutos de segundo tempo, muita nostalgia, abraços e... gol do Bangu! Rogério empatava a partida, no fim. A Cabofriense, que saíra na frente, com um gol de Wilson (no 1º minuto do segundo tempo), teve de se contentar com o 1 a 1. Tristeza para Moisés, que mudou de lado e, agora, é coordenador-técnico do time de Cabo Frio.

Lá se foram 14 meses, mas o casal Alcimara e Antônio Marques ainda têm pela frente mais 34 prestações da Kombi, comprada no ano passado. O veículo sai de Caxangá, passa em Vasconcelos, Rodoviária de Campo Grande, Supermercado GB e volta tudo de novo, recolhendo e desembarcando um total de 150 passageiros por dia. O faturamento diário, de R$ 100, caiu um pouco ontem, pois o casal estacionou em Moça Bonita só para ver o vizinho da Rua Duarte Nunes, o zagueiro Alexandre, estrear na Cabofriense. Pena que o rapaz ficou no banco o tempo todo.

Lá se foram 18 anos, e a carteirinha de sócio do professor Glauco Gomes continua guardada, um pouco amassada, em seu porta-documentos, junto à foto de uma moça bonita. Mas o amor pelo clube é maior do que tudo, viu moça? O professor até deixou na mão os alunos do Colégio Janeth Mandarino, em Campo Grande, para torcer ontem pelo Bangu e, também, protestar contra a diretoria, ao lado dos amigos Paulo Pontes e Ralf Loureiro, do movimento ‘Democracia Banguense’.

Lá se foram 90 e poucos minutos de bola rolando. Bangu e Cabofriense ficaram mesmo no 1 a 1, mas teve gente que nem viu direito – aqueles que foram para protestar, para matar a saudade da velha guarda ou para ver o tal vizinho reserva, o Alexandre...

Lá se foram 18 anos, e, entre pragas a José Roberto Wright, autógrafos e abraços, a triste constatação: apenas 350 pessoas foram ontem a Moça Bonita. Pouco mais do que dois dias de lotação da Kombi de Alcimara e Antônio. Ah, se a vizinhança toda da Rua Duarte Nunes tivesse ido ver o Alexandre jogar... O estádio lotava. Bota o menino!!!

Alcimara e Antônio viram de tudo. Menos o vizinho, zagueiro reserva

Fonte: O Dia (Repórter: Marluci Martins), 18/09/2003.

     
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