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17/09/2003
- BANGU 1 x 1 CABOFRIENSE (RJ)
| FICHA
TÉCNICA |
| Competição: |
Campeonato
Brasileiro - Série C
- 1ª Fase |
| Local: |
Estádio
Moça Bonita |
| Renda: |
R$
1.750,00 |
| Público: |
350
pagantes |
| Árbitro: |
Marcelo
Venito Pacheco (RJ), auxiliado por Marcos Tadeu
Peniche Nunes (RJ) e Elson Passos Sena Filho
(RJ). |
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Péterson,
Leandro (Dudu), Diego, Rafael e Salles; Marcão,
Alexandre (Diego), Cristiano (Lima) e Rogério;
Leozinho e Marcelo.
Técnico: Brasília. |
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Adriano,
Wilson, Paulo César, Tatu e Giovanni;
Cristiano, Marquinho (William), Beto (Gil Bala)
e Marcos Marins; Marcelo Sander e Joãozinho.
Técnico: Dario Lourenço. |
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Bangu
0 x 1: Wilson, a 1min do 2º tempo.
Bangu 1 x 1: Rogério, aos 46min do 2º
tempo. |
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Rafael,
Marcão e Cristiano (Bangu); Giovanni,
Marcos Marins e Marcelo Sander (Cabofriense). |
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nas imagens para vê-las ampliadas |
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Empate
é um alívio para o Bangu
Fonte:
Jornal dos Sports
Com
um gol salvador de Rogério, o Bangu empatou
em 1 a 1 com a Cabofriense, ontem, em Moça
Bonita, pela primeira rodada do grupo 21 da Série
C do Campeonato Brasileiro. As duas equipes somaram
um ponto e dividem a segunda colocação
do grupo. O próximo compromisso do Bangu é
com o América, no domingo, em Édson
Passos. No mesmo dia, a Cabofriense recebe o líder
Olaria, em Cabo Frio.
Apoiado por 200 apaixonados torcedores, o Bangu partiu
para cima dos visitantes que, no primeiro tempo, pouco
atacaram. A torcida tinha a impressão de que
logo sairia o gol, mas o goleiro Adriano, da Cabofriense,
fez defesas milagrosas.
Quem acabou abrindo o placar foi a Cabofriense, logo
a um minuto do segundo tempo. Joãozinho cobrou
falta e Wilson se antecipou à zaga banguense.
O gol acordou o time da casa, que pressionava, mas
errava finalizações ou esbarrava no
goleiro Adriano, em dia inspirado. Aos 46 minutos,
o Bangu enfim conseguiu empatar. Após confusão
na área, a bola sobrou para Rogério
salvar a estréia do time.
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QUE
BOM É TER UM PASSADO...
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| Feras:
Israel, Baby, Catuka (supervisor), Moisés,
Ado, Arturzinho e Marinho |
Lá
se foram 18 anos, mas Moisés ainda ontem esconjurava
José Roberto Wright. Na arquibancada de Moça
Bonita, a bola rolando para Bangu x Cabofriense, e
o ex-técnico banguense descascava o ex-árbitro,
que, na decisão do Estadual de 85, deixou de
dar um pênalti claro em Cláudio Adão.
Lá se foram 18 anos, mas Israel, Ado, Baby,
Arturzinho e Marinho ainda ontem lembravam aquela
final e, também, a do Campeonato Brasileiro
do mesmo ano, quando o Bangu nadou, nadou e ficou
mesmo com o título de vice nas duas competições.
Conversa vai, conversa vem, na arquibancada de Moça
Bonita, e a bola rolando...
Lá se foram 46 minutos de segundo tempo, muita
nostalgia, abraços e... gol do Bangu! Rogério
empatava a partida, no fim. A Cabofriense, que saíra
na frente, com um gol de Wilson (no 1º minuto
do segundo tempo), teve de se contentar com o 1 a
1. Tristeza para Moisés, que mudou de lado
e, agora, é coordenador-técnico do time
de Cabo Frio.
Lá se foram 14 meses, mas o casal Alcimara
e Antônio Marques ainda têm pela frente
mais 34 prestações da Kombi, comprada
no ano passado. O veículo sai de Caxangá,
passa em Vasconcelos, Rodoviária de Campo Grande,
Supermercado GB e volta tudo de novo, recolhendo e
desembarcando um total de 150 passageiros por dia.
O faturamento diário, de R$ 100, caiu um pouco
ontem, pois o casal estacionou em Moça Bonita
só para ver o vizinho da Rua Duarte Nunes,
o zagueiro Alexandre, estrear na Cabofriense. Pena
que o rapaz ficou no banco o tempo todo.
Lá se foram 18 anos, e a carteirinha de sócio
do professor Glauco Gomes continua guardada, um pouco
amassada, em seu porta-documentos, junto à
foto de uma moça bonita. Mas o amor pelo clube
é maior do que tudo, viu moça? O professor
até deixou na mão os alunos do Colégio
Janeth Mandarino, em Campo Grande, para torcer ontem
pelo Bangu e, também, protestar contra a diretoria,
ao lado dos amigos Paulo Pontes e Ralf Loureiro, do
movimento Democracia Banguense.
Lá se foram 90 e poucos minutos de bola rolando.
Bangu e Cabofriense ficaram mesmo no 1 a 1, mas teve
gente que nem viu direito aqueles que foram
para protestar, para matar a saudade da velha guarda
ou para ver o tal vizinho reserva, o Alexandre...
Lá se foram 18 anos, e, entre pragas a José
Roberto Wright, autógrafos e abraços,
a triste constatação: apenas 350 pessoas
foram ontem a Moça Bonita. Pouco mais do que
dois dias de lotação da Kombi de Alcimara
e Antônio. Ah, se a vizinhança toda da
Rua Duarte Nunes tivesse ido ver o Alexandre jogar...
O estádio lotava. Bota o menino!!!
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| Alcimara
e Antônio viram de tudo. Menos o vizinho,
zagueiro reserva |
Fonte:
O Dia (Repórter: Marluci Martins), 18/09/2003.
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