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24/07/2007
- BANGU 4 x 1 PORTUGUESA
| FICHA
TÉCNICA |
| Competição: |
Copa
Rio de Profissionais 2007 |
| Local: |
Estádio
Proletário Guilherme da Silveira Filho,
em Bangu |
| Renda: |
R$
725,00 |
| Público: |
123 pagantes |
| Árbitro: |
Robson Soares Mangefesti, auxiliado por Wagner
de Almeida Santos e João Luiz Ribeiro
de Magalhães
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Alcimar;
Daniel, Jadson, Allan Nicácio e Everton;
Tiago Costa, Wilson Lino, Zidane e Bruno Paz
(Michel); Deivid (Derley) e Vivinho (Dieguinho).
Técnico: Gabriel Vieira. |
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Léo;
Mineiro, Marlon, Leandro e Rodrigo ; Gullit
, Zé Ricardo, Everton (Mangueira) e Eberson;
Nilton (Tom) e Wellington.
Técnico: Jorge Baiano. |
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Daniel, Bruno Paz, Jadson e Michel (Bangu);
Leandro, Gullit, Rodrigo, Zé Ricardo
e Newton (Portuguesa) |
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Bangu 1 x 0: Tiago Costa, aos 24min do 1º
tempo
Bangu 2 x 0: Zidane, aos 26min do 1º tempo
Bangu 3 x 0: Deivid, aos 45min do 1º tempo
Bangu 3 x 1: Leandro, aos 8min do 2º tempo
Bangu 4 x 1: Michel, aos 36min do 2º tempo |
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Bangu
goleia Lusa mas está fora da final
Fonte:
Papo
Esportivo (Maria Pimenta)
Em Moça Bonita, o Bangu venceu a Portuguesa
por 4 a 1, pelo returno da Copa Rio – última
rodada. Apesar da vitória, o time da Zona Oeste
está desclassificado do torneio pois o Volta
Redonda ficou em primeiro no Grupo N, na vitória
por 2 a 0 sobre o Duque de Caxias e vai decidir a
Copa Rio com Cabofriense, ou Nova Iguaçu.
Jogo começou bastante movimentado
A partida entre Bangu e Portuguesa começou
bem com os dois times se lançando no ataque.
Mas os donos da casa foram mais objetivos e conseguiram
impor seu ritmo, uma vez que, em matéria de
conjunto, o Bangu superou o adversário. Já
a Portuguesa, com uma equipe basicamente formada por
atletas pinçados dos juniores e em fase de
observação, não foi o que se
pode dizer de presa fácil. O time da Ilha do
Governador mesmo tecnicamente inferior, respondia
com contra-ataques às investidas banguenses.
Mas foi o time da casa quem abriu o placar com Tiago
Costa, num chute forte da entrada da grande área,
no canto direito, sem defesa para o goleiro Léo.
O gol foi um estímulo para o Bangu que não
tardou em ampliar. O primeiro gol foi marcado aos
26 minutos. Aos 27, Zidane, ele mesmo, num chute rasteiro
de fora da área, enganou o goleiro que se atirou
ao chão mas não conseguiu defender:
a bola foi chorando e rindo ao mesmo tempo por baixo
do corpo de Léo, que nem a ponta da asa do
frango alcançou.
Aí, a Portuguesa deu uma esfriada. Como o tempo
também estava um puco frio, o goleiro bangüense,
Alcimar, ficou um bom tempo sem trabalhar, apenas
se aquecendo. Enquanto isso o Bangu não desistia,
até que chegou ao terceiro gol, aos 45 minutos,
com Deivid. O atacante quase ‘beijou’
o goleiro, tal a proximidade, que lhe permitiu fazer
um belo gol por cobertura. No segundo tempo, a Lusa
voltou um pouco melhor e marcou seu gol de honra aos
8 minutos. Um golaço, diga-se de passagem,
em cobrança de falta do zagueiro Leandro. "Bati
forte no cantinho esquerdo de Alcimar". Fechando
a conta, Michel ampliou para o Bangu, em posição
duvidosa, aos 36. O zagueiro da Portuguesa, Leandro,
inconformado com a não-marcação
do suposto impedimento no lance do gol bangüense,
partiu para cima do bandeirinha Wagner de Almeida
Santos, questionando sua ‘preferência
sexual’.
Nesta quarta-feira (25), às 15h, acontece o
encerramento da quarta fase da Copa Rio de Profissionais
com duas partidas: Cabofriense x Olaria (Estádio
Alair Corrêa) e Nova Iguaçu x América
(Nielsen Louzada).
GABRIEL VIEIRA - Visivelmente triste
e abatido, o técnico do Bangu, Gabriel Vieira,
falou sobre a participação da equipe
na Copa Rio e ressaltou o espírito de luta
do time. Ele agora segue no comando do Madureira.
Mesmo com a desclassificação, a torcida
aplaudiu a equipe e o trabalho que foi implantado
pelo técnico. O treinador, de zero a dez, recebeu
nota 8,5 dos mais fiéis torcedores alvirubros.
DETALHE - O zagueiro Jadson, do Bangu,
recebeu carrinho violento logo no início do
jogo e passou todo o primeiro tempo com o calção
enrolado, quase mostrando a parte onde o sol não
queima. Por isso, ganhou o apelido, pelo menos no
primeiro tempo, de ‘meia-bunda’.
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