|
22/09/2007
- BANGU 0 x 2 MESQUITA
| FICHA
TÉCNICA |
| Competição: |
Campeonato
Carioca - 2ª Divisão |
| Local: |
Estádio
Proletário Guilherme da Silveira Filho,
em Bangu |
| Renda: |
R$
483,00 |
| Público: |
151 pagantes |
| Árbitro: |
Edílson Soares da Silva, auxiliado por
Vinícius da Vitória Nascimento
e Élson Passos Senna Filho
|
| |
Alcimar,
Daniel, Douglas Assis, Marcílio e França;
Tiago Costa (Jucelino), Osmar, Wilson Lino (Thiago
Brito) e Paulo Roberto; Dioney e Derley (Salomão).
Técnico: Luiz Cláudio. |
| |
Diogo
Silva, Edson, Ajala, Juan e Felipinho; Airton,
Marcos (Soeiro), Alex Faria (Paulo) e Diego;
Capixaba e Zambi (Evandro).
Técnico: Edson Souza. |
| |
Daniel e Jucelino (Bangu); Ajala (Mesquita) |
| |
Bangu 0 x 1: Zambi, aos 20min do 1º tempo
Bangu 0 x 2: Capixaba, aos 8min do 2º tempo |
| |
| Clique
na imagem para vê-la ampliada |
 |
 |
|
|
|
|
.
. . . . . . . . . . . . . .
Mesquita
passa pelo Bangu
Fonte:
Jornal dos Sports
(Sérgio Mello)
Depois do polêmico W.O.
, time de Moça Bonita joga mal e é presa
fácil do líder do Grupo B
Exatamente
72 horas após o polêmico jogo com o Bonsucesso,
o qual foi declarado vencedor por W.O., o Bangu voltou
a campo e decepcionou. Ontem, perdeu por 2 a 0 para
o Mesquita diante dos poucos torcedores que se aventuraram
ir ao estádio de Moça Bonita. Com a
derrota o Bangu caiu para o quarto lugar com dez pontos,
ao lado do Bonsucesso, enquanto o Mesquita disparou
na liderança do Grupo B do Campeonato Carioca
da Série B com 18 pontos.
Depois do pontapé inicial, o Mesquita mostrou
em campo porque é o líder de seu grupo
e ditou o ritmo do jogo. Como se estivesse jogando
no seu estádio, o Lousadão, imprimiu
uma forte marcação que anulou o Bangu,
que não conseguia levar perigo algum ao gol
defendido por Diogo Silva. Com um meio-de-campo habilidoso,
principalmente o cabeça-de-área Airton,
de apenas 17 anos, a equipe da Baixada chegava sempre
com perigo.
E o primeiro gol não demorou a sair. Aos 20
minutos, Airton lançou para Diego que, próximo
à área, abriu na esquerda para o atacante
Zambi que, de perna direita, colocou a bola entre
a trave direita e o goleiro Alcimar, que nada pôde
fazer: 1 a 0 Mesquita.
Se com o zero no placar, as coisas não estavam
boas, com a derrota parcial a situação
complicou ainda mais para o Bangu, pois o Mesquita
começou a explorar os contra-ataques.
Esboço de reação
Na etapa final, o Bangu parecia que mudaria o panorama
do jogo. Derley centrou da direita e Dionei pegou
de bicicleta, mas a bola saiu rente a trave direita.
Mas a reação parou mesmo por aí.
A partir de então, o domínio foi total
do Mesquita que ampliou aos nove minutos. Alex Faria
arrancou pelo meio e lançou Capixaba que, dentro
da área, chutou cruzado, sem defesa para Alcimar
e fez 2 a 0.
Visivelmente nocauteado em campo, o Bangu não
teve forças para reagir e se não fosse
a falta de pontaria do ataque do Mesquita, o placar
poderia ter sido ainda maior.
“Acredito que faltou um pouco mais de coração
e vontade para inverter a situação”,
disse o apoiador do Bangu Paulo Roberto.
Desta vez, nada de problemas com o Estatuto
A polêmica que envolveu o jogo entre Bonsucesso
e Bangu na quarta-feira passada, quando um dos enfermeiros
da equipe médica não estaria com o crachá
— o time da Zona Oeste foi declarado vencedor
por W.O. —, não se repetiu ontem de tarde
em Moça Bonita.
A ambulância que ficou atrás do gol à
direita das cabines de rádio do estádio
de Moça Bonita apresentava o motorista e os
dois enfermeiros, devidamente uniformizados, com o
crachá e mais a carteira do Conselho Regional
de Enfermagem do Rio de Janeiro (Coren-RJ), como manda
o Estatuto do Torcedor.
A Polícia Militar destacou apenas oito policiais
para fazer a segurança, até porque um
pequeno público compareceu.
O delegado do jogo aprovou as condições
e, desta vez, a bola rolou.
Ceú colorido e torcedores indignados
no Bangu
Num jogo sonolento, alguns torcedores não conseguiram
se concentrar na partida. Enquanto no campo a bola
rolava sem muita emoção, no céu
o movimento era constante, principalmente com as pipas
que caíram no gramado, fazendo a festa dos
gandulas.
Um dos mais radiantes era Lucas Almeida, 13 anos,
estudante da sétima série, que pegou
sete. Perguntado quantas havia pegado, não
titubeou e respondeu de primeira, mas depois indagado
sobre o placar do jogo, titubeou.
“Bom, o placar do jogo eu não sei, porque
estou aqui contando e arrumando as pipas. O lucro
está nelas, pois peguei sete, olha só!”,
disse o vascaíno, que está na escolinha
do Bangu há dois meses.
Se as crianças não estavam muito interessadas
no jogo, nos mais velhos a revolta era grande. Manoel
Cordeiro Moutinho, torcedor do Bangu desde 1956, se
arrependeu de ter saído de Irajá para
ver seu time perder.
“Isso arrebenta com o meu coração.
Demorei uma hora e meia até chegar aqui para
ver isso? Não dá! Quando a minha esposa
souber vai ficar preocupada em eu sofrer um infarto.
Meu Deus!”, lamentou.
Atuações:
Alcimar - Sem culpa nos gols. Fez pelo menos três
defesas difíceis. Nota 7
Daniel - Bem na defesa e tímido no apoio. Ficou
devendo. Nota 5
Douglas Assis - Esforçado, mas não conseguiu
segurar o rápido ataque do Mesquita. Nota 5
Marcílio - O mais experiente da defesa, também
não conseguiu marcar os adversários.
Nota 5
França - Apoiou o ataque, mas deixou espeço
pelo seu setor. Nota 5
Tiago Costa - A sua principal característica
foi a marcação. No mais, só disposição.
Nota 6
Osmar - Correria, muita luta e nada mais. Nota 5
Wilson Lino - Não repetiu as boas atuações
em partidas anteriores. Nota 4,5
Paulo Roberto - De bom nível técnico,
mas acabou sendo bem marcado e pouco produziu. Nota
6
Dioney - Começou bem, mas com o gol do Mesquita,
caiu de produção. Nota 5
Derley - Buscou se movimentar e servir os companheiros,
mas não teve muito sucesso. Nota 5,5
Jucelino - Não conseguiu mudar o panorama do
meio-de-campo. Pouco criou. Nota 5
Thiago Brito - Muita correria e pouco futebol. Outro
que rendeu aquém do esperado. Nota 5
Salomão - Entrou no fim e não teve tempo
de mostrar seu futebol. Sem nota.
.
. . . . . . . . . . . . . .
Vergonha!
Time Sem-Vergonha!
Fonte:
Papo
Esportivo (Paulo Roberto Rodrígues)
Foto:
Paulo Roberto Rodrígues |
|
INCOMODOU
- Zambi marcou um dos gols do Mesquita
e foi destaque na vitória em cima do
Bangu |
Com
esse coro a torcida do Bangu deixou Moça Bonita
na tarde deste sábado, após o time ser
derrotado pelo Mesquita por 2 a 0. Segundo os torcedores,
a apresentação da equipe foi “horrível
e vergonhosa”. Se a galera do Bangu saiu do
estádio cuspindo marimbondos vermelhinhos,
a do Mesquita está com um sorriso de orelha
a orelha. O Tubarão da Baixada garantiu a classificação
à segunda fase, em primeiro do Grupo B.
Mesquita vence o Bangu e garante classificação
O Mesquita conquistou a primeira vaga do Grupo B na
próxima fase do Campeonato Estadual da Segunda
Divisão de Profissionais do Rio. Neste sábado
(22), o Tubarão da Baixada venceu o Bangu por
2 a 0, com gols dos atacantes Zambi e Capixaba. O
jogo aconteceu no Estádio Proletário
Guilherme da Silveira, e valeu pela quarta rodada
do returno da fase classificatória. Com 21
pontos ganhos, quatro a mais do que o CFZ do Rio,
o Mesquita segue na ponta do grupo. Já o Bangu
permanece na quarta colocação com 10,
mesma pontuação do Bonsucesso, mas leva
vantagem no número de vitórias (3 contra
duas). O alvirubro volta a jogar na próxima
quarta-feira (26), novamente em casa, contra o CFZ
do Rio e o Mesquita estará folgando.
BOLA ROLANDO - A partida foi entre Bangu e Mesquita,
mas poderia ser também entre Madureira e Nova
Iguaçu, equipes que administram o futebol profissional
dos dois times respectivamente. Para quem foi ao estádio
para ver um bom jogo, não viu. Os dois times
entraram de forma apática e errando passes
em excesso. O Mesquita, mais entrosado - os jogadores
atuam há mais de dois anos, pelo time de juniores
do Nova Iguaçu – começou melhor.
O primeiro gol não demorou a sair e aconteceu
em jogada de contra-ataque. Edson avançou pelo
lado direito, serviu Diego Sales e este lançou
Zambi na área. O atacante se livrou da marcação
do zagueiro Douglas Silva e bateu sem chances para
o goleiro Alcimar. A partir do gol o Tubarão
da Baixada se fechou na defesa e o Bangu não
conseguiu se livrar da forte marcação.
Perdendo o jogo o treinador Luis Claudio voltou do
intervalo com a equipe mais ofensiva. Thiago Brito
entrou no lugar de Wilson Lino para dar mais movimentação
ao ataque. Nos primeiros minutos o Bangu até
incomodou e esteve perto de empatar aos 3 minutos.
Dioney acertou uma bela bicicleta, mas a bola foi
para fora. Aproveitando o desespero do adversário,
o time comandado por Edson Souza passou a jogar nos
contra-ataques e nos erros do adversário. Aos
8 minutos o meia Alex Faria lançou Capixaba.
O atacante chutou forte e fez o segundo gol do Mesquita.
O restante da partida não agradou aos torcedores
e deu sono. Após o apito final do árbitro
Edílson Soares da Silva, os torcedores do Bangu
iniciaram um protesto e deixaram o estádio
aos gritos de “VERGONHA! VERGONHA! TIME SEM-
VERGONHA!”, mostrando que não estão
nada satisfeitos com o rendimento da equipe na Segundona
Carioca.
.
. . . . . . . . . . . . . .
Bangu
é derrotado e quebra seqüência de
vitórias
Fonte:
Gabriel Badaró (Assessoria de Imprensa do Madureira
E.C.)
Alvirrubro perde por 2 a 0 para o líder
do grupo B e encara próximo jogo como final
Na tarde deste sábado, em Moça Bonita,
o Bangu recebeu o líder do grupo B, Mesquita,
pela 4ª rodada da primeira fase do Campeonato
Carioca da Segunda Divisão e teve sua seqüência
de três vitórias interrompida. Os visitantes
fizeram dois gols contra nenhum dos alvirrubros e
saiu de campo com os três pontos.
O treinador do Bangu, Luiz Cláudio, não
gostou do desempenho da sua equipe. Para ele, tudo
terá que mudar até quarta-feira, quando
sua equipe enfrenta o CFZ, novamente no estádio
Proletário.
“O Mesquita é um time muito bem armado
e não ocupa a primeira colocação
no grupo à toa. Por isso, precisávamos
ter um desempenho perfeito em campo, mas foi o que
não aconteceu. Foi a nossa pior partida na
competição. Não conseguimos desenvolver
nosso jogo. Agora temos que esquecer esse jogo e voltar
todas as atenções para o futuro adversário,
pois não nos interessa outro resultado senão
a vitória”, concluiu o comandante.
Neste domingo todo o elenco terá folga e na
segunda-feira de manhã retornam aos treinamentos
no campo do Madureira.
O time que enfrentou o Mesquita teve Alcimar; Daniel,
Douglas, Marcílio e França; Tiago Costa
(Jucelino), Wilson Lino (Tiago Brito), Osmar e Paulo
Roberto; Derley (Salomão) e Dionei. O lateral
direito Daniel foi o único que recebeu cartão
amarelo no Bangu. Não houve cartão vermelho.
* Madureira
e Bangu assinaram um convênio, onde o Tricolor
Suburbano ficará responsável pela gestão
de todas as categorias do futebol alvirrubro, inclusive
a profissional. Sendo assim, o Madureira vai emprestar
ao Bangu alguns atletas para disputar A Segunda Divisão
do Campeonato Estadual.
|