Rio de Janeiro, terça-feira, 07 de fevereiro de 2012 - 23h44min
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22/09/2007 - BANGU 0 x 2 MESQUITA

FICHA TÉCNICA
Competição:
Campeonato Carioca - 2ª Divisão
Local:
Estádio Proletário Guilherme da Silveira Filho, em Bangu
Renda:
R$ 483,00
Público:
151 pagantes
Árbitro:
Edílson Soares da Silva, auxiliado por Vinícius da Vitória Nascimento e Élson Passos Senna Filho
Alcimar, Daniel, Douglas Assis, Marcílio e França; Tiago Costa (Jucelino), Osmar, Wilson Lino (Thiago Brito) e Paulo Roberto; Dioney e Derley (Salomão).
Técnico: Luiz Cláudio.
Diogo Silva, Edson, Ajala, Juan e Felipinho; Airton, Marcos (Soeiro), Alex Faria (Paulo) e Diego; Capixaba e Zambi (Evandro).
Técnico: Edson Souza.
Daniel e Jucelino (Bangu); Ajala (Mesquita)
Bangu 0 x 1: Zambi, aos 20min do 1º tempo
Bangu 0 x 2: Capixaba, aos 8min do 2º tempo
Clique na imagem para vê-la ampliada
     

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Mesquita passa pelo Bangu
Fonte: Jornal dos Sports (Sérgio Mello)

Depois do polêmico W.O. , time de Moça Bonita joga mal e é presa fácil do líder do Grupo B

Foto: Úrsula Nery (JS)
 

Exatamente 72 horas após o polêmico jogo com o Bonsucesso, o qual foi declarado vencedor por W.O., o Bangu voltou a campo e decepcionou. Ontem, perdeu por 2 a 0 para o Mesquita diante dos poucos torcedores que se aventuraram ir ao estádio de Moça Bonita. Com a derrota o Bangu caiu para o quarto lugar com dez pontos, ao lado do Bonsucesso, enquanto o Mesquita disparou na liderança do Grupo B do Campeonato Carioca da Série B com 18 pontos.

Depois do pontapé inicial, o Mesquita mostrou em campo porque é o líder de seu grupo e ditou o ritmo do jogo. Como se estivesse jogando no seu estádio, o Lousadão, imprimiu uma forte marcação que anulou o Bangu, que não conseguia levar perigo algum ao gol defendido por Diogo Silva. Com um meio-de-campo habilidoso, principalmente o cabeça-de-área Airton, de apenas 17 anos, a equipe da Baixada chegava sempre com perigo.

E o primeiro gol não demorou a sair. Aos 20 minutos, Airton lançou para Diego que, próximo à área, abriu na esquerda para o atacante Zambi que, de perna direita, colocou a bola entre a trave direita e o goleiro Alcimar, que nada pôde fazer: 1 a 0 Mesquita.
Se com o zero no placar, as coisas não estavam boas, com a derrota parcial a situação complicou ainda mais para o Bangu, pois o Mesquita começou a explorar os contra-ataques.


Esboço de reação

Na etapa final, o Bangu parecia que mudaria o panorama do jogo. Derley centrou da direita e Dionei pegou de bicicleta, mas a bola saiu rente a trave direita. Mas a reação parou mesmo por aí.

A partir de então, o domínio foi total do Mesquita que ampliou aos nove minutos. Alex Faria arrancou pelo meio e lançou Capixaba que, dentro da área, chutou cruzado, sem defesa para Alcimar e fez 2 a 0.

Visivelmente nocauteado em campo, o Bangu não teve forças para reagir e se não fosse a falta de pontaria do ataque do Mesquita, o placar poderia ter sido ainda maior.

“Acredito que faltou um pouco mais de coração e vontade para inverter a situação”, disse o apoiador do Bangu Paulo Roberto.


Desta vez, nada de problemas com o Estatuto

A polêmica que envolveu o jogo entre Bonsucesso e Bangu na quarta-feira passada, quando um dos enfermeiros da equipe médica não estaria com o crachá — o time da Zona Oeste foi declarado vencedor por W.O. —, não se repetiu ontem de tarde em Moça Bonita.

A ambulância que ficou atrás do gol à direita das cabines de rádio do estádio de Moça Bonita apresentava o motorista e os dois enfermeiros, devidamente uniformizados, com o crachá e mais a carteira do Conselho Regional de Enfermagem do Rio de Janeiro (Coren-RJ), como manda o Estatuto do Torcedor.

A Polícia Militar destacou apenas oito policiais para fazer a segurança, até porque um pequeno público compareceu.

O delegado do jogo aprovou as condições e, desta vez, a bola rolou.


Ceú colorido e torcedores indignados no Bangu

Num jogo sonolento, alguns torcedores não conseguiram se concentrar na partida. Enquanto no campo a bola rolava sem muita emoção, no céu o movimento era constante, principalmente com as pipas que caíram no gramado, fazendo a festa dos gandulas.

Um dos mais radiantes era Lucas Almeida, 13 anos, estudante da sétima série, que pegou sete. Perguntado quantas havia pegado, não titubeou e respondeu de primeira, mas depois indagado sobre o placar do jogo, titubeou.

“Bom, o placar do jogo eu não sei, porque estou aqui contando e arrumando as pipas. O lucro está nelas, pois peguei sete, olha só!”, disse o vascaíno, que está na escolinha do Bangu há dois meses.

Se as crianças não estavam muito interessadas no jogo, nos mais velhos a revolta era grande. Manoel Cordeiro Moutinho, torcedor do Bangu desde 1956, se arrependeu de ter saído de Irajá para ver seu time perder.

“Isso arrebenta com o meu coração. Demorei uma hora e meia até chegar aqui para ver isso? Não dá! Quando a minha esposa souber vai ficar preocupada em eu sofrer um infarto. Meu Deus!”, lamentou.


Atuações:

Alcimar - Sem culpa nos gols. Fez pelo menos três defesas difíceis. Nota 7
Daniel - Bem na defesa e tímido no apoio. Ficou devendo. Nota 5
Douglas Assis - Esforçado, mas não conseguiu segurar o rápido ataque do Mesquita. Nota 5
Marcílio - O mais experiente da defesa, também não conseguiu marcar os adversários. Nota 5
França - Apoiou o ataque, mas deixou espeço pelo seu setor. Nota 5
Tiago Costa - A sua principal característica foi a marcação. No mais, só disposição. Nota 6
Osmar - Correria, muita luta e nada mais. Nota 5
Wilson Lino - Não repetiu as boas atuações em partidas anteriores. Nota 4,5
Paulo Roberto - De bom nível técnico, mas acabou sendo bem marcado e pouco produziu. Nota 6
Dioney - Começou bem, mas com o gol do Mesquita, caiu de produção. Nota 5
Derley - Buscou se movimentar e servir os companheiros, mas não teve muito sucesso. Nota 5,5
Jucelino - Não conseguiu mudar o panorama do meio-de-campo. Pouco criou. Nota 5
Thiago Brito - Muita correria e pouco futebol. Outro que rendeu aquém do esperado. Nota 5
Salomão - Entrou no fim e não teve tempo de mostrar seu futebol. Sem nota.

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Vergonha! Time Sem-Vergonha!
Fonte: Papo Esportivo (Paulo Roberto Rodrígues)

Foto: Paulo Roberto Rodrígues
INCOMODOU - Zambi marcou um dos gols do Mesquita
e foi destaque na vitória em cima do Bangu

Com esse coro a torcida do Bangu deixou Moça Bonita na tarde deste sábado, após o time ser derrotado pelo Mesquita por 2 a 0. Segundo os torcedores, a apresentação da equipe foi “horrível e vergonhosa”. Se a galera do Bangu saiu do estádio cuspindo marimbondos vermelhinhos, a do Mesquita está com um sorriso de orelha a orelha. O Tubarão da Baixada garantiu a classificação à segunda fase, em primeiro do Grupo B.


Mesquita vence o Bangu e garante classificação


O Mesquita conquistou a primeira vaga do Grupo B na próxima fase do Campeonato Estadual da Segunda Divisão de Profissionais do Rio. Neste sábado (22), o Tubarão da Baixada venceu o Bangu por 2 a 0, com gols dos atacantes Zambi e Capixaba. O jogo aconteceu no Estádio Proletário Guilherme da Silveira, e valeu pela quarta rodada do returno da fase classificatória. Com 21 pontos ganhos, quatro a mais do que o CFZ do Rio, o Mesquita segue na ponta do grupo. Já o Bangu permanece na quarta colocação com 10, mesma pontuação do Bonsucesso, mas leva vantagem no número de vitórias (3 contra duas). O alvirubro volta a jogar na próxima quarta-feira (26), novamente em casa, contra o CFZ do Rio e o Mesquita estará folgando.

BOLA ROLANDO - A partida foi entre Bangu e Mesquita, mas poderia ser também entre Madureira e Nova Iguaçu, equipes que administram o futebol profissional dos dois times respectivamente. Para quem foi ao estádio para ver um bom jogo, não viu. Os dois times entraram de forma apática e errando passes em excesso. O Mesquita, mais entrosado - os jogadores atuam há mais de dois anos, pelo time de juniores do Nova Iguaçu – começou melhor. O primeiro gol não demorou a sair e aconteceu em jogada de contra-ataque. Edson avançou pelo lado direito, serviu Diego Sales e este lançou Zambi na área. O atacante se livrou da marcação do zagueiro Douglas Silva e bateu sem chances para o goleiro Alcimar. A partir do gol o Tubarão da Baixada se fechou na defesa e o Bangu não conseguiu se livrar da forte marcação.

Perdendo o jogo o treinador Luis Claudio voltou do intervalo com a equipe mais ofensiva. Thiago Brito entrou no lugar de Wilson Lino para dar mais movimentação ao ataque. Nos primeiros minutos o Bangu até incomodou e esteve perto de empatar aos 3 minutos. Dioney acertou uma bela bicicleta, mas a bola foi para fora. Aproveitando o desespero do adversário, o time comandado por Edson Souza passou a jogar nos contra-ataques e nos erros do adversário. Aos 8 minutos o meia Alex Faria lançou Capixaba. O atacante chutou forte e fez o segundo gol do Mesquita. O restante da partida não agradou aos torcedores e deu sono. Após o apito final do árbitro Edílson Soares da Silva, os torcedores do Bangu iniciaram um protesto e deixaram o estádio aos gritos de “VERGONHA! VERGONHA! TIME SEM- VERGONHA!”, mostrando que não estão nada satisfeitos com o rendimento da equipe na Segundona Carioca.

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Bangu é derrotado e quebra seqüência de vitórias
Fonte: Gabriel Badaró (Assessoria de Imprensa do Madureira E.C.)

Alvirrubro perde por 2 a 0 para o líder do grupo B e encara próximo jogo como final

Na tarde deste sábado, em Moça Bonita, o Bangu recebeu o líder do grupo B, Mesquita, pela 4ª rodada da primeira fase do Campeonato Carioca da Segunda Divisão e teve sua seqüência de três vitórias interrompida. Os visitantes fizeram dois gols contra nenhum dos alvirrubros e saiu de campo com os três pontos.

O treinador do Bangu, Luiz Cláudio, não gostou do desempenho da sua equipe. Para ele, tudo terá que mudar até quarta-feira, quando sua equipe enfrenta o CFZ, novamente no estádio Proletário.

“O Mesquita é um time muito bem armado e não ocupa a primeira colocação no grupo à toa. Por isso, precisávamos ter um desempenho perfeito em campo, mas foi o que não aconteceu. Foi a nossa pior partida na competição. Não conseguimos desenvolver nosso jogo. Agora temos que esquecer esse jogo e voltar todas as atenções para o futuro adversário, pois não nos interessa outro resultado senão a vitória”, concluiu o comandante.

Neste domingo todo o elenco terá folga e na segunda-feira de manhã retornam aos treinamentos no campo do Madureira.

O time que enfrentou o Mesquita teve Alcimar; Daniel, Douglas, Marcílio e França; Tiago Costa (Jucelino), Wilson Lino (Tiago Brito), Osmar e Paulo Roberto; Derley (Salomão) e Dionei. O lateral direito Daniel foi o único que recebeu cartão amarelo no Bangu. Não houve cartão vermelho.


* Madureira e Bangu assinaram um convênio, onde o Tricolor Suburbano ficará responsável pela gestão de todas as categorias do futebol alvirrubro, inclusive a profissional. Sendo assim, o Madureira vai emprestar ao Bangu alguns atletas para disputar A Segunda Divisão do Campeonato Estadual.

     
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