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BANGU
2 x 0 ANGRA DOS REIS
FICHA
TÉCNICA - Borderô
- Súmula |
| Competição: |
Campeonato
Estadual - 2ª Divisão (1ª
Fase - Grupo B) |
| Local: |
Estádio
Proletário Guilherme da Silveira
Filho, em Bangu |
| Data-Hora: |
Quarta-feira,
30/07/2008 - 15h |
| Renda: |
R$
2.500,00 |
| Público: |
377 pagantes |
| Árbitro: |
João Batista de Arruda (RJ) |
| Auxiliares: |
Marçal Rodrigues Mendes (RJ) e
José Carlos Batista de Arruda (RJ) |
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Cléber
Moura, Daniel (Gustavo), Abílio,
Márcio Cleick e Fabiano; Beto,
Edinho, Fred e Michel; Rafael Zaror (Diego
Benedito) e Sassá (Bruno Luiz).
Técnico: Antônio Carlos Roy. |
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Carlão,
Éverton, Cadão (Domício),
Gabriel (Rodrigo) e Gílson; Cajú,
Gaúcho, Ziquinha (Alexandre Batata)
e Cocada; Fabinho e Viola.
Técnico: Sérgio Magalhães. |
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Michel
e Sassá (Bangu); Éverton,
Cajú, Fabinho e Viola (Angra dos
Reis) |
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Bangu 1 x 0: Rafael Zaror, aos 19min do
1º tempo
Bangu 2 x 0: Edinho, aos
12min do 2º tempo |
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Bangu
estréia com vitória sobre o Angra
dos Reis
Fonte:
Papo
Esportivo (Fabio Oliva e Maria Pimenta)
Na véspera do aniversário
do presidente Jorge Varela, só faltou
mesmo a Bandinha do Tutu para reviver os bons
tempos vividos pelo clube há duas décadas.
O Bangu, na ensolarada tarde desta quarta-feira
(30), começou bem o caminho para tentar
voltar à primeira divisão, ao
derrotar, em Moça Bonita, o Angra dos
Reis por 2 a 0, com um gol em cada tempo. Zaror
abriu o marcador aos 18 minutos de jogo, e Marcio
Gleick, aos 12 minutos da etapa final, fechou
o placar.
O jogo
Michel,
o grande nome do Bangu, pela criação
e movimentação, foi o articulador
de todas as jogadas de ataque. Com quinze minutos
de jogo ele já mostrava que, em casa,
o time tiraria proveito do forte calor, do apoio
da torcida. Coeso em campo, o time da Zona Oeste
não deu espaço ao adversário.
O primeiro gol saiu aos 18 minutos, com o próprio
Michel, em jogada pela direita, tocando entre
a zaga do Angra para Zaror (foto), que dominou
e chutou forte, sem defesa para Carlão.
O goleiro ainda foi na bola mas não pegou.
Pelo lado do Angra, o experiente Viola era sempre
o mais perigoso, sobretudo quando buscava jogo
no meio para acionar Fabinho, seu companheiro
de ataque, e que jogou no Bangu por onze anos,
entre amador e profissional. Fabinho, aliás,
marcou um gol, anulado pelo árbitro,
em jogada de Viola. A anulação
gerou protestos em campo e fora dele, sobretudo
por parte dos dirigentes e do técnico
Sérgio Magalhães. Viola ainda
obrigaria Cléber a uma grande defesa,
aos 40 minutos, em perigosa cabeçada.
Na segunda etapa, com o Angra sem espaços,
só deu Bangu. Em mais uma jogada de Michel,
aos 12 minutos, Carlão mandou para escanteio.
Na cobrança, em jogada ensaiada, Daniel
colocou a bola na cabeça de Márcio
Gleick e este guardou.
A torcida do Bangu saiu feliz, já sonhando
com a primeira divisão, e querendo a
volta da bandinha para executar a célebre
música imortalizada por Noite Ilustrada,
quatro anos antes do último título
estadual bangüense: “Levanta, sacode
a poeira, e dá a volta por cima”.
Treinador acha que Bangu pode melhorar
Para o técnico Roy, já eleito
pela pequena e fiel torcida, como o maior ídolo
do time, pela sua simpatia e atenção,
além do trabalho dedicado e acompanhado
pelos torcedores, a estréia foi digna
de uma nota oito. "Diante das dificuldades
que enfrentamos e que o Papo Esportivo acompanhou
ao longo dos treinamentos, o Bangu se mostrou
aguerrido, dentro daquilo que foi proposto desde
o início. Precisamos ainda dar qualidade
ao nosso ataque, que desperdiçou chances.
Mas, para uma estréia, principalmente
contra um adversário que é candidato
ao título, foi uma boa vitória,
com gols saindo de jogadas que trabalhamos muito.
Ainda contarei com a qualidade de jogadores,
que vieram para serem titulares, como Victor
Hugo, Gleisson e Hiroshi".
Para o reforço Victor Hugo, que assistiu
a partida ao lado do atacante Hiroshi "foi
um bom começo, pois em uma estréia
em casa é sempre importante vencer. Vou
buscar meu espaço num grupo forte. Será
uma luta sadia e será um prazer trabalhar
com o Roy que, quando me convidou, não
pensei duas vezes. Ele me lançou em 2005,
pelo Friburguense, assim que cheguei do Artsul,
numa partida com a Cabofriense, e a confiança
entre nós é mútua."
Presidente e técnico do Angra
lamentaram
No Angra, o presidente George Fedrizzi, disse
que foram dois tempos distintos: "Jogamos
desfalcados de alguns nomes e perdemos alguns
jogadores na partida o que acabou desmoronando
o time. Não reclamo da arbitragem, mas
dos auxiliares sim. Eles estiveram mal”.
Para o técnico Sérgio Magalhães,
o aborrecimento era maior: "Saio daqui
mais uma vez decepcionado com a arbitragem.
Perguntei aos bandeirinhas se eles estavam com
a consciência tranqüila e um deles
admitiu que errar é humano. Agora é
buscar a recuperação com a volta
dos jogadores que não estiveram em campo
hoje e trabalhar", disse.
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Estréia
com vitória: 2 a 0
Fonte:
Ferj
(Assessoria de Imprensa: Uruan Júnior)
O Bangu venceu o Angra dos Reis por 2 a
0, na tarde desta quarta-feira, no Estádio
de Moça Bonita, na estréia da
equipe no Campeonato Estadual da Segunda Divisão
de Profissionais. Com a vitória, o Bangu
chegou aos 3 pontos ganhos. Já o Angra
dos Reis, que disputou a sua segunda partida
na competição, permanece com 1
ponto ganho. Na próxima rodada, o Angra
dos Reis FOLGARÁ. Já o Bangu,
enfrentará o Nova Iguaçu, fora
de casa.
Jogo com público
Através da liberação do
Corpo de Bombeiros conseguida pelo clube, na
manhã desta quarta-feira, o Estádio
de Moça Bonita pôde receber público.
Com a bola rolando, aos 19 minutos, após
bom passe de Michel, o atacante Rafael Zaror,
livre chutou forte de perna direita: 1 a 0.
Devido ao forte calor que fazia em Moça
Bonita, o ritmo de jogo era lento na primeira
etapa. Na etapa final, o panorama da partida
mudou. Aos 12 minutos, após cobrança
de escanteio, o zagueiro Edinho subiu mais alto
que a zaga do Angra, e de cabeça, marcou:
Bangu 2 a 0. Em desvantagem no placar, o Angra
foi em busca de gols. Liderado pelo experiente
atacante Viola, a equipe mostrou bastante disposição.
Ao Bangu, restava os contra-ataques. Num deles,
aos 36 minutos, Diego, que entrara no lugar
de Rafael Zaror, perdeu ótima chance
de marcar o terceiro gol da equipe da casa.
Aos 44, foi a vez de Michel, perder boa oportunidade
de gol. Não se tinha tempo para mais
nada. Final de jogo: Bangu 2 x 0 Angra dos Reis.
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Bangu
estréia na Segundona de 2008 com o pé
direito
Fonte:
FutRio
(Colin Foster)
Não poderia ser melhor a estréia
do Bangu na Segundona de 2008: vitória
por 2 a 0 sobre o Angra EC, em Moça Bonita.
Melhor em campo, e sem dar chances ao adversário,
o alvirrubro iniciou sua caminhada em mais uma
tentativa de retornar à elite do futebol
do estado. Os gols foram marcados pelo atacante
Rafael Zaror e pelo zagueiro Márcio Gleick.
No próximo domingo, o time do técnico
Antônio Carlos Roy enfrenta o Nova Iguaçu,
no "Laranjão". Já o
Angra dos Reis folga no fim de semana e só
volta a campo no dia 6 de agosto, quando recebe
o Nova Iguaçu.
Estádio liberado e torcida faz
a festa
Ao contrário do que fora divulgado na
véspera do jogo, o estádio de
Moça Bonita pôde receber torcedores
na partida desta quarta-feira. Isso porque o
Bangu conseguiu a liberação horas
antes do jogo. Enquanto a torcida banguense,
apesar de em pequeno número, fazia a
festa, dirigentes do Angra se mostravam indignados
com a situação, já que
tinham o plano de trazer torcedores para o jogo
e não o fizeram devido a proibição
do estádio de público.
Empurrado pela torcida, o Bangu tomou a iniciativa
e partiu para cima dos adversários. Logo
aos 10 minutos, boa jogada pela direita e a
bola sobrou para Zaror, que chutou forte, para
boa defesa do goleiro Carlão. O lado
direito parecia mesmo ser uma boa opção
e, apenas três minutos depois, Daniel
avançou, passou para Michel, que recebeu
de costas para o zagueiro, girou e chutou, em
cima de Carlão.
O Bangu seguia pressionando e jogando melhor
do que o adversário. Com apenas 15 minutos
de jogo já haviam sido criadas três
boas chances, e o gol amadurecia. Mas, contra
um time que tem Viola como atacante, toda atenção
é pouca. Mesmo aos 39 anos, ele recebeu
a bola, tirou de dois e fez um bom cruzamento
para Fabinho, que cabeceou para o fundo da rede.
Impedimento marcado, gol anulado, e protesto
dos jogadores do Angra.
O lance de perigo do adversário não
parece ter assustado o alvirrubro, que tratou
de jogar um balde de água fria na reação
do Angra. Apenas um minuto depois, aos 19, Michel
recebeu no meio, fez boa jogada e tocou entre
os zagueiros adversários para Zaror,
que chutou forte, desta vez sem chances para
Carlão. 1 a 0 e o Bangu estreava, literalmente,
de pé direito na Segundona.
Após o gol marcado, o alvirrubro passou
a avançar com mais calma, mas sempre
com perigo. O lateral Daniel era constante presença
na frente e nas bolas paradas. Aos 35, bom levantamento
na área para Ábilio, que cabeceou
com muito perigo. Três minutos depois,
o próprio Daniel cobrou falta no ângulo,
mas Carlão se esticou todo e espalmou
para fora.
Aos 40, foi a vez de Viola novamente aparecer.
E, mais uma vez, quase marcou. Após cruzamento
da direita, o veterano atacante cabeceou tentando
encobrir o goleiro Cléber, que conseguiu
espalmar para fora. Foi o último lance
de perigo no primeiro tempo.
Segunda etapa mais devagar, e só
deu Bangu
A segunda parte do jogo começou diferente
da primeira, mais truncada e com algumas faltas
para parar as jogadas. Sob forte calor, o jogo
era mais lento. Mas, aos 10 minutos, Michel
fez a torcida acordar. Ele recebeu sozinho e,
cara a cara, chutou em cima do goleiro Carlão,
que mandou para escanteio. Na cobrança,
bola na cabeça de Márcio Gleick,
que desviou no primeiro pau, sem chances para
o goleiro do Angra. 2 a 0 Bangu.
A partir daí, o ritmo realmente caiu.
O time da Costa Verde não conseguia criar,
e o alvirrubro controlava o jogo. Entregue na
partida, o Angra dava espaços até
para avanços dos zagueiros banguenses.
Tanto que, aos 36, Márcio Gleick, que
já havia marcado um gol, deu uma de meio-campista
e deu um passe no meio da zaga angrense, para
Diogo Benedito que, cara a cara, chutou em cima
do goleiro Carlão.
Empolgada, a torcida do Bangu não parava
de cantar um minuto, aplaudia todos os jogadores
substituídos e ensaiava até mesmo
gritos de olé. Sem mais nenhuma oportunidade
clara de gol, a partida se arrastou até
o apito final do árbitro.
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