Rio de Janeiro, quarta-feira, 08 de fevereiro de 2012 - 00h56min
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BANGU 2 x 0 ANGRA DOS REIS

FICHA TÉCNICA - Borderô - Súmula
Competição:
Campeonato Estadual - 2ª Divisão (1ª Fase - Grupo B)
Local:
Estádio Proletário Guilherme da Silveira Filho, em Bangu
Data-Hora:
Quarta-feira, 30/07/2008 - 15h
Renda:
R$ 2.500,00
Público:
377 pagantes
Árbitro:
João Batista de Arruda (RJ)
Auxiliares:
Marçal Rodrigues Mendes (RJ) e José Carlos Batista de Arruda (RJ)
Cléber Moura, Daniel (Gustavo), Abílio, Márcio Cleick e Fabiano; Beto, Edinho, Fred e Michel; Rafael Zaror (Diego Benedito) e Sassá (Bruno Luiz).
Técnico: Antônio Carlos Roy.
Carlão, Éverton, Cadão (Domício), Gabriel (Rodrigo) e Gílson; Cajú, Gaúcho, Ziquinha (Alexandre Batata) e Cocada; Fabinho e Viola.
Técnico: Sérgio Magalhães.
Michel e Sassá (Bangu); Éverton, Cajú, Fabinho e Viola (Angra dos Reis)
 -
Bangu 1 x 0: Rafael Zaror, aos 19min do 1º tempo
Bangu 2 x 0: Edinho, aos 12min do 2º tempo
 
Veja os gols - (Ferj)
Clique na imagem para vê-la ampliada

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Bangu estréia com vitória sobre o Angra dos Reis
Fo
nte: Papo Esportivo (Fabio Oliva e Maria Pimenta)

Na véspera do aniversário do presidente Jorge Varela, só faltou mesmo a Bandinha do Tutu para reviver os bons tempos vividos pelo clube há duas décadas. O Bangu, na ensolarada tarde desta quarta-feira (30), começou bem o caminho para tentar voltar à primeira divisão, ao derrotar, em Moça Bonita, o Angra dos Reis por 2 a 0, com um gol em cada tempo. Zaror abriu o marcador aos 18 minutos de jogo, e Marcio Gleick, aos 12 minutos da etapa final, fechou o placar.


O jogo

Foto: Fabio Oliva
 

Michel, o grande nome do Bangu, pela criação e movimentação, foi o articulador de todas as jogadas de ataque. Com quinze minutos de jogo ele já mostrava que, em casa, o time tiraria proveito do forte calor, do apoio da torcida. Coeso em campo, o time da Zona Oeste não deu espaço ao adversário.

O primeiro gol saiu aos 18 minutos, com o próprio Michel, em jogada pela direita, tocando entre a zaga do Angra para Zaror (foto), que dominou e chutou forte, sem defesa para Carlão. O goleiro ainda foi na bola mas não pegou.

Pelo lado do Angra, o experiente Viola era sempre o mais perigoso, sobretudo quando buscava jogo no meio para acionar Fabinho, seu companheiro de ataque, e que jogou no Bangu por onze anos, entre amador e profissional. Fabinho, aliás, marcou um gol, anulado pelo árbitro, em jogada de Viola. A anulação gerou protestos em campo e fora dele, sobretudo por parte dos dirigentes e do técnico Sérgio Magalhães. Viola ainda obrigaria Cléber a uma grande defesa, aos 40 minutos, em perigosa cabeçada.

Na segunda etapa, com o Angra sem espaços, só deu Bangu. Em mais uma jogada de Michel, aos 12 minutos, Carlão mandou para escanteio. Na cobrança, em jogada ensaiada, Daniel colocou a bola na cabeça de Márcio Gleick e este guardou.

A torcida do Bangu saiu feliz, já sonhando com a primeira divisão, e querendo a volta da bandinha para executar a célebre música imortalizada por Noite Ilustrada, quatro anos antes do último título estadual bangüense: “Levanta, sacode a poeira, e dá a volta por cima”.


Treinador acha que Bangu pode melhorar

Para o técnico Roy, já eleito pela pequena e fiel torcida, como o maior ídolo do time, pela sua simpatia e atenção, além do trabalho dedicado e acompanhado pelos torcedores, a estréia foi digna de uma nota oito. "Diante das dificuldades que enfrentamos e que o Papo Esportivo acompanhou ao longo dos treinamentos, o Bangu se mostrou aguerrido, dentro daquilo que foi proposto desde o início. Precisamos ainda dar qualidade ao nosso ataque, que desperdiçou chances. Mas, para uma estréia, principalmente contra um adversário que é candidato ao título, foi uma boa vitória, com gols saindo de jogadas que trabalhamos muito. Ainda contarei com a qualidade de jogadores, que vieram para serem titulares, como Victor Hugo, Gleisson e Hiroshi".

Para o reforço Victor Hugo, que assistiu a partida ao lado do atacante Hiroshi "foi um bom começo, pois em uma estréia em casa é sempre importante vencer. Vou buscar meu espaço num grupo forte. Será uma luta sadia e será um prazer trabalhar com o Roy que, quando me convidou, não pensei duas vezes. Ele me lançou em 2005, pelo Friburguense, assim que cheguei do Artsul, numa partida com a Cabofriense, e a confiança entre nós é mútua."


Presidente e técnico do Angra lamentaram

No Angra, o presidente George Fedrizzi, disse que foram dois tempos distintos: "Jogamos desfalcados de alguns nomes e perdemos alguns jogadores na partida o que acabou desmoronando o time. Não reclamo da arbitragem, mas dos auxiliares sim. Eles estiveram mal”.

Para o técnico Sérgio Magalhães, o aborrecimento era maior: "Saio daqui mais uma vez decepcionado com a arbitragem. Perguntei aos bandeirinhas se eles estavam com a consciência tranqüila e um deles admitiu que errar é humano. Agora é buscar a recuperação com a volta dos jogadores que não estiveram em campo hoje e trabalhar", disse.

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Estréia com vitória: 2 a 0
Fo
nte: Ferj (Assessoria de Imprensa: Uruan Júnior)

O Bangu venceu o Angra dos Reis por 2 a 0, na tarde desta quarta-feira, no Estádio de Moça Bonita, na estréia da equipe no Campeonato Estadual da Segunda Divisão de Profissionais. Com a vitória, o Bangu chegou aos 3 pontos ganhos. Já o Angra dos Reis, que disputou a sua segunda partida na competição, permanece com 1 ponto ganho. Na próxima rodada, o Angra dos Reis FOLGARÁ. Já o Bangu, enfrentará o Nova Iguaçu, fora de casa.


Jogo com público

Através da liberação do Corpo de Bombeiros conseguida pelo clube, na manhã desta quarta-feira, o Estádio de Moça Bonita pôde receber público. Com a bola rolando, aos 19 minutos, após bom passe de Michel, o atacante Rafael Zaror, livre chutou forte de perna direita: 1 a 0. Devido ao forte calor que fazia em Moça Bonita, o ritmo de jogo era lento na primeira etapa. Na etapa final, o panorama da partida mudou. Aos 12 minutos, após cobrança de escanteio, o zagueiro Edinho subiu mais alto que a zaga do Angra, e de cabeça, marcou: Bangu 2 a 0. Em desvantagem no placar, o Angra foi em busca de gols. Liderado pelo experiente atacante Viola, a equipe mostrou bastante disposição. Ao Bangu, restava os contra-ataques. Num deles, aos 36 minutos, Diego, que entrara no lugar de Rafael Zaror, perdeu ótima chance de marcar o terceiro gol da equipe da casa. Aos 44, foi a vez de Michel, perder boa oportunidade de gol. Não se tinha tempo para mais nada. Final de jogo: Bangu 2 x 0 Angra dos Reis.

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Bangu estréia na Segundona de 2008 com o pé direito
Fo
nte: FutRio (Colin Foster)

Não poderia ser melhor a estréia do Bangu na Segundona de 2008: vitória por 2 a 0 sobre o Angra EC, em Moça Bonita. Melhor em campo, e sem dar chances ao adversário, o alvirrubro iniciou sua caminhada em mais uma tentativa de retornar à elite do futebol do estado. Os gols foram marcados pelo atacante Rafael Zaror e pelo zagueiro Márcio Gleick. No próximo domingo, o time do técnico Antônio Carlos Roy enfrenta o Nova Iguaçu, no "Laranjão". Já o Angra dos Reis folga no fim de semana e só volta a campo no dia 6 de agosto, quando recebe o Nova Iguaçu.


Estádio liberado e torcida faz a festa

Ao contrário do que fora divulgado na véspera do jogo, o estádio de Moça Bonita pôde receber torcedores na partida desta quarta-feira. Isso porque o Bangu conseguiu a liberação horas antes do jogo. Enquanto a torcida banguense, apesar de em pequeno número, fazia a festa, dirigentes do Angra se mostravam indignados com a situação, já que tinham o plano de trazer torcedores para o jogo e não o fizeram devido a proibição do estádio de público.

Empurrado pela torcida, o Bangu tomou a iniciativa e partiu para cima dos adversários. Logo aos 10 minutos, boa jogada pela direita e a bola sobrou para Zaror, que chutou forte, para boa defesa do goleiro Carlão. O lado direito parecia mesmo ser uma boa opção e, apenas três minutos depois, Daniel avançou, passou para Michel, que recebeu de costas para o zagueiro, girou e chutou, em cima de Carlão.

O Bangu seguia pressionando e jogando melhor do que o adversário. Com apenas 15 minutos de jogo já haviam sido criadas três boas chances, e o gol amadurecia. Mas, contra um time que tem Viola como atacante, toda atenção é pouca. Mesmo aos 39 anos, ele recebeu a bola, tirou de dois e fez um bom cruzamento para Fabinho, que cabeceou para o fundo da rede. Impedimento marcado, gol anulado, e protesto dos jogadores do Angra.

O lance de perigo do adversário não parece ter assustado o alvirrubro, que tratou de jogar um balde de água fria na reação do Angra. Apenas um minuto depois, aos 19, Michel recebeu no meio, fez boa jogada e tocou entre os zagueiros adversários para Zaror, que chutou forte, desta vez sem chances para Carlão. 1 a 0 e o Bangu estreava, literalmente, de pé direito na Segundona.

Após o gol marcado, o alvirrubro passou a avançar com mais calma, mas sempre com perigo. O lateral Daniel era constante presença na frente e nas bolas paradas. Aos 35, bom levantamento na área para Ábilio, que cabeceou com muito perigo. Três minutos depois, o próprio Daniel cobrou falta no ângulo, mas Carlão se esticou todo e espalmou para fora.

Aos 40, foi a vez de Viola novamente aparecer. E, mais uma vez, quase marcou. Após cruzamento da direita, o veterano atacante cabeceou tentando encobrir o goleiro Cléber, que conseguiu espalmar para fora. Foi o último lance de perigo no primeiro tempo.


Segunda etapa mais devagar, e só deu Bangu

A segunda parte do jogo começou diferente da primeira, mais truncada e com algumas faltas para parar as jogadas. Sob forte calor, o jogo era mais lento. Mas, aos 10 minutos, Michel fez a torcida acordar. Ele recebeu sozinho e, cara a cara, chutou em cima do goleiro Carlão, que mandou para escanteio. Na cobrança, bola na cabeça de Márcio Gleick, que desviou no primeiro pau, sem chances para o goleiro do Angra. 2 a 0 Bangu.

A partir daí, o ritmo realmente caiu. O time da Costa Verde não conseguia criar, e o alvirrubro controlava o jogo. Entregue na partida, o Angra dava espaços até para avanços dos zagueiros banguenses. Tanto que, aos 36, Márcio Gleick, que já havia marcado um gol, deu uma de meio-campista e deu um passe no meio da zaga angrense, para Diogo Benedito que, cara a cara, chutou em cima do goleiro Carlão.

Empolgada, a torcida do Bangu não parava de cantar um minuto, aplaudia todos os jogadores substituídos e ensaiava até mesmo gritos de olé. Sem mais nenhuma oportunidade clara de gol, a partida se arrastou até o apito final do árbitro.

     
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