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EDUARDO GAÚCHO, ex-jogador do Bangu
01/09/08
 

Um treinador à espera de um convite

O zagueiro Eduardo Gaúcho, hoje com 46 anos, jogou no Bangu entre 1989 e 1990. Uma outra época, época de transição entre os grandes times da década de 80 e o início do declínio dos anos 90, mas ainda assim, o clube vivia momentos melhores do que o atual.

Lídio Eduardo Pereira da Silva, realmente é gaúcho, nascido em Pelotas, e quando veio para o alvirrubro, jogava no time da sua cidade natal. Aliás, quando saiu do Bangu, voltou para o E.C. Pelotas, em 1991. Em Moça Bonita, Eduardo fez 30 jogos (com 15 vitórias, 7 empates e 8 derrotas), o zagueiro não chegou a marcar gols, mas também não precisava, sua função era evitá-los.

Remanescente de uma época farta, Eduardo Gaúcho teve como compromisso logo que chegou no Bangu uma excursão à Europa (aliás, a última viagem do clube ao Velho Continente). Sortudo, quando iria retornar ao Brasil, o zagueiro acabou chegando por último ao guichê e, como não havia mais passagens e todos os vôos estavam lotados, ficou "compulsoriamente" mais uma semana rodando por Roma.

Eduardo lembra do Torneio de Kiev, na Ucrânia, em 1989, quando o clube derrotou o Dínamo e chegou na final contra o Fluminense. "Foi um grande jogo aquele contra o Dínamo de Kiev, meu melhor pelo Bangu. Empatamos no tempo normal e ganhamos nos pênaltis, foi uma grande partida, não só minha, como de toda a defesa. Com destaque para o Palmieri, que pegou tudo".

Como é impossível passar por Moça Bonita e não deixar amigos, Eduardo Gaúcho faz uma grande lista de jogadores que guarda até hoje na lembrança com carinho: Palmieri, Marinho, Gilson, Wagner Pepeta, goleiro Wagner, Julinho, Joãozinho, goleiro Eduardo, Arturzinho, Carlito, Denílson, Robinho, Macula, além do falecido técnico Didi e o massagista Martim.

Trabalhando como técnico de futebol no Rio Grande do Sul - seu último clube foi o Farroupilha -, Eduardo aguarda novas propostas para voltar ao comando de algum time. Lá de Pelotas, ele observa o momento atual do Bangu: "Acompanho à distância a situação e torço para que ele volte a ser forte como era na época que cheguei por aí. Hoje, é claro, sem a liderança de Castor de Andrade, mas como organização é possível superar momentos difíceis".

Carlos Molinari
Pesquisador da história do Bangu Atlético Clube.
     
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