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LULINHA, ex-jogador do Bangu
07/12/09
 

"Dói até hoje a perda do título. Talvez minha vida fosse diferente se eu tivesse ganho" - o desabafo é de Lulinha, meia do time que chegou à final do Campeonato Brasileiro de 1985.

Luís Carlos Rebouças de Santana, carioca de Botafogo, aniversariante da semana (nasceu em 13 de dezembro de 1954), foi o autor do gol de empate do Bangu naquela decisão, num chute forte da entrada da área.

Vestiu a camisa alvirrubra por pouco tempo, apenas seis meses. Era jogador do Campo Grande e veio por empréstimo no início de 1985, junto com Pingo. Depois do vice-campeonato, foi para o Vitória, onde conseguiu o título baiano. E por fim, atuou no Botafogo.

Lulinha tem motivos para lamentar a perda do título. Ele já tinha sido campeão da Taça de Bronze com o Olaria, em 1981; da Taça de Prata com o Campo Grande, em 1982; faltou apenas ser campeão com o Bangu para coroar uma carreira inédita.

No Bangu, Lulinha tem uma marca impressionante: fez 27 jogos pelo time de Moisés, com 14 vitórias e 13 empates, ou seja, nunca perdeu. Nunca saiu de campo derrotado. Além disso, marcou três gols.

"Em 1985, ganhamos o Vasco duas vezes, derrotamos o Brasil de Pelotas (que até o Flamengo do Zico perdeu), além de vencermos vários jogos fora de casa contra adversários fortes. Jogo contra o Inter, no Beira-Rio, foi inesquecível. O Minelli (técnico do Inter) disse que havia treinado o time dele para ganhar de cinco do Bangu" - recorda.

Lulinha mantém contato com alguns atletas daquela época, como Pingo, Marinho e Mário. Foi técnico no mundo árabe e em categorias de base de alguns clubes do Rio, como o Bonsucesso, o São Cristóvão e o próprio Bangu.

Em relação ao momento atual do clube, o ex-jogador é enfático: "Bangu de hoje, claro, não é o mesmo. E o futuro vai depender de resultados imediatos, no presente, para resgatar aquele prestígio do meu tempo. Torço demais pelo Bangu".

Carlos Molinari
Pesquisador da história do Bangu Atlético Clube.
     
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