Rio de Janeiro, quarta-feira, 22 de novembro de 2017 - 20h09min
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A RASTEIRA DO ALEGRE BANGU

O sonho do tri do Flu é adiado pelo animado futebol do Bangu, que, com a vitória de 2 x 1, assume a liderança e mantém a invencibilidade de um ano no Maracanã

Na madrugada de domingo, no Rio de Janeiro, um grupo se destacava do coro de 3.000 vozes que entoava Bruxarias e Histórias do Arco-da-Velha, o samba-enredo da Mocidade Independente de Padre Miguel para o Carnaval. Eram jogadores do Bangu que compareciam ao bairro vizinho de Padre Miguel, levados por dois motivos. Em primeiro lugar, eles queriam prestigiar a escola campeã carioca, que, como o clube, também tem como patrono o bicheiro Castor de Andrade, homem forte do time. E, em segundo, para comemorar a vitória de sábado contra o Fluminense, por 2 x 1, que além de colocar o Bangu na liderança do segundo turno do Campeonato Carioca, manteve uma invencibilidade de um ano no Maracanã – série agora com 14 jogos, iniciada por uma vitória sobre o Vasco por 2 x 1, em 7 de novembro de 1984.

Com um futebol alegre, solto, porém aguerrido, que revive seus melhores momentos da última Taça de Ouro, quando foi vice-campeão, o Bangu surge atualmente como a equipe mais cotada a barrar o caminho do Fluminense rumo ao tricampeonato – o tricolor ganhou o primeiro turno e uma vitória no segundo lhe daria o título. Do grupo de jogadores que brincavam em Padre Miguel, o armador Mário, 28 anos, tinha ótimas razões para parecer o mais contente. Além de vencer pela primeira vez seu antigo clube – foi campeão carioca em 1980 pelo Fluminense -, Mário destacou-se no sábado como o grande herói do jogo. Marcou um gol de falta e deu o passe para o ponta Marinho marcar o outro. Com a fama de ser o “preferido do Castor”, ele ameaça decolar nesta temporada para platéias bem mais amplas – alguns cabos eleitorais já lançam sua candidatura à Seleção Brasileira.

Fonte: Revista Placar, nº 807, 08/11/1985.

     
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