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Apresentação

 
LETRA N
 

NIVIO
Nome: Nívio Gabrich
Nascimento: 7/9/1927     Falecimento: 20/7/1981 
Período: 1951 a 1957
Posição: Ponta-esquerda
Jogos: 267 (145 v, 49 e, 73 d)
Aproveitamento: 63%
Gols: 152
Expulsões: 4
Estreia: Bangu 3 x 0 Saarbruck (7/4/1951)
Despedida:Bangu 0 x 0 Flamengo (19/12/1957)

Nascido no feriado da Independência, na pequena cidade de Santa Luzia, no interior mineiro, Nívio surgiu para o futebol no time amador do Santa Cruz. Depois, deixou a cidade natal e foi para Belo Horizonte tentar a sorte no Espéria. Logo foi visto pelo Atlético Mineiro e, em 1944, aos 17 anos, já estava assinando um contrato profissional.
Jogando no Atlético Mineiro, Nívio foi campeão estadual em 1946, 1947, 1949 e 1950, marcara 126 gols e tinha participado da famosa excursão do clube à Europa.
Tanto sucesso nas alterosas despertou o interesse de Guilherme da Silveira Filho. Naquela época de dinheiro farto, o Bangu não teve problemas para contratar o ponta-esquerda do Atlético. Nívio chegou em 1951, exatamente no momento em que a delegação banguense iria embarcar para a Europa e formar com o São Paulo um famoso Combinado.
Ocorreu, então, uma cena curiosa. No dia 3 de abril, momentos antes da viagem, o atacante Joel Rezende estava todo “arrumadinho”, de terno, pronto. Quando menos esperava, chegou um telefonema anunciando que ele não iria. Em seu lugar viajaria Nívio, recém-contratado.
Pelo Combinado Bangu/São Paulo, Nívio fez sete gols e demonstrou rapidamente que o investimento de Silveirinha seria recompensado. Veloz, driblador e principalmente, dono de um chute fortíssimo, Nívio ficaria de vez com a camisa 11 pelos próximos anos.
Logo em 1951, o ponta-esquerda foi peça chave na brilhante campanha da equipe, completando um ataque que tinha Menezez, Zizinho, Joel e Moacir Bueno. Ficava fácil vencer os adversários assim.
Num jogo contra o Bonsucesso, em que o Bangu venceu por 6 x 3, Nívio fez quatro gols. Na decisão contra o Fluminense, no entanto, pouco pode fazer e ainda foi expulso no último minuto da segunda partida. O craque percebera, então, que vencer o Campeonato Carioca era tarefa bem mais difícil do que ganhar o certame mineiro.
No esquema do técnico uruguaio Ondino Viera, Nívio continuava prestigiado, embora tenha feito uma temporada discreta em 1952. O Bangu decaiu muito em 1953 sob o comando de Délio Neves, mas foi só Tim assumir como treinador para o futebol de Nívio voltar em alto estilo.
Contra a Portuguesa, em Moça Bonita, Nívio fez cinco gols na vitória por 8 x 1 – recorde individual na história do Bangu. Tim era o estrategista que a equipe precisava e Nívio foi o beneficiado. Numa partida contra o Vasco, no Maracanã, os louros da vitória recaíram sobre o ponta-esquerda.
Terminado o primeiro tempo, o Bangu perdia por 3 x 2, Nívio já tinha feito um gol, mas o Vasco anulava totalmente as jogadas de Zizinho e Décio Esteves na frente. Daí, Tim mudou tudo no vestiário. Recuou os dois e pediu para que Nívio se infiltrasse pelo miolo.
A marcação do Vasco, com Danilo e Mirim, continuou seguindo Zizinho e Décio e abriu os espaços necessários para Nívio empatar a partida e, já no final, virar para 4 a 3.
A cada ano Nívio se superava e, além das boas jogadas, que deixavam os companheiros na cara do gol, aproveitava-se do chute forte para marcar muitos outros. Foi assim que ele ganhou notoriedade mundial em 1954 durante a excursão do Bangu à Europa. No dia 25 de abril, o Bangu entrou em campo para enfrentar o Bayern de Munique, uma das mais fortes equipes da Alemanha.
O placar, por si só, já foi surpreendente: o Bangu venceu por 4 a 0. Para completar, todos os quatro gols foram marcados por Nívio. Quarenta anos mais tarde, Zizinho ao escrever um livro autobiográfico, lembrou estupefato da exibição do companheiro naquele jogo em Munique.
Mesmo sem conquistar títulos no Bangu, Nívio continuou em Moça Bonita nos anos seguintes. É verdade que venceu o Torneio Início em 1955, o Triangular de Porto Alegre e o Quadrangular do Rio de Janeiro em 1957, mas o desempenho no Campeonato Carioca era sempre insuficiente para ficar à frente dos grandes.
Aos 30 anos, em 1957, para piorar, perdeu espaço no time titular. O técnico Gentil Cardoso preferia escalar por ali Luís Carlos ou Wilson Macaco. Quando o time já não tinha mais chances de chegar ao título, Nívio, enfim, recebeu novamente a camisa 11 para um jogo contra o Flamengo, em General Severiano. Era o dia 19 de dezembro de 1957. Depois disso, em 1958, fora dos planos de Gentil Cardoso, insatisfeito com a reserva, voltou para Belo Horizonte para jogar pelo Cruzeiro. Lá, disputou as temporadas de 1958 e 1959 e enfim, encerrou a carreira.
Faleceu na capital mineira, aos 53 anos, no dia 16 de julho de 1981. Hoje é nome de rua em Santa Luzia e há, na cidade natal do craque, uma fundação que leva o seu nome.
Em Bangu, no entanto, o nome do ponta-esquerda está esquecido, apesar de ser o terceiro maior artilheiro da história do clube, com 152 gols.

Todos os 152 gols de Nívio pelo Bangu:
Bonsucesso (14), Vasco (9), Madureira (9), Olaria (9), Canto do Rio (9), Portuguesa-RJ (8), América (6), Flamengo (5), São Cristóvão (5), Fluminense (4), Bayern Munchen-ALE (4), Botafogo (4), Tamoio-RJ (4), Caldense-MG (3), Tenerife-ESP (3), Universitário-PER (3), Cruzeiro-RS (3), Munchen 1860-ALE (2), Kobenhavn-DIN (2), Rouen-FRA (2), Sheffield Wednesday-GBR (2), Racing Lens-FRA (2), Guarani-MG (2), Atlético Mineiro (2), Brasil-RS (2), Independiente-COL (2), Saarbruck-ALE (1), Seleção da Holanda (1), Sporting-POR (1), Ferroviário-PR (1), Coritiba (1), Palmeiras (1), Santos (1), Villa Nova-MG (1), Jacarezinho-PR (1), Ponte Preta (1), Rio Branco-ES (1), Seleção Capixaba (1), São Paulo (1), Toulouse-FRA (1), Limoges-FRA (1), Wacker Wien-AUT (1), Resende (1), Paysandu (1), Penãrol-URU (1), Grêmio (1), Comercial-RJ (1), Botafogo-BA (1), Seleção Catarinense (1), Olímpico-SC (1), Avaí (1), Internacional (1), Riograndense-RS (1), Sport Recife (1), Santa Cruz (1), Barcelona-EQU (1), Sampaio Corrêa (1), Cachoeiro/ES (1).



NADINHO
Nome: Arnaldo Pereira
Nascimento: 18/10/1918     Falecimento: 5/7/1976
Período: 1936 a 1946
Posição: Meio-campo
Jogos: 272 (82 v, 31 e, 159 d)
Aproveitamento: 35%
Gols: 49
Expulsões: 5
Estreia: Bangu 1 x 4 Botafogo (8/11/1936)
Despedida:Bangu 1 x 5 Americano (10/12/1946)

Quando Nadinho estreou em 1936, aos 18 anos, já carregava uma imensa responsabilidade. Era sobrinho do campeão de 1933, Plácido Monsores.
Começou jogando no meio-campo, mas durante toda a carreira de dez anos, atuou muitas vezes no ataque, formando dupla com seu irmão, Lula, dois anos mais novo e que estrearia no Bangu no mesmo ano de 1936.
E foi assim, atuando com o “mano” mais novo lá na frente, que Nadinho começou a se destacar. Em 1938, cada um dos irmãos Pereira fez um gol na vitória sobre o Fluminense por 2 a 1, na Rua Ferrer.
Seu grande dia ocorreu quando o técnico Antônio Manfrenatte o colocou como centroavante numa partida difícil diante do Vasco, em São Januário. O Bangu nunca tinha vencido o time da cruz-de-malta atuando naquele estádio. O jogo, realizado no dia de Natal de 1938, consagrou Nadinho. Ele fez quatro gols nas redes vascaínas e o alvirrubro goleou por 4 a 1.
Consagrado, mas vivendo uma vida simples. Trabalhava na Fábrica Bangu, era operário do Departamento Técnico.
Em 1942, o irmão Lula foi vendido para o Botafogo. Nadinho ficou no Bangu. Continuou sua carreira de atleta semi-profissional e, voltou a marcar quatro gols numa só partida, desta vez contra o Bonsucesso, numa vitória por 7 a 3, em 1943.
Aos 28 anos, ao término da temporada de 1946, Nadinho resolveu parar com o futebol e dedicar-se somente à fábrica. Saía de cena com a certeza de que tinha dado a sua colaboração ao clube que amava.


NADINHO
Nome: Leonardo Cardozo
Período: 1956 a 1958
Posição: Goleiro
Jogos: 47 (31 v, 5 e, 11 d)
Gols sofridos: 63
O goleiro Nadinho foi contratado junto ao Vitória (BA), em 1956, mas apesar de ter vindo para ser titular sofreu uma grande concorrência do novato Ubirajara. Pior foi quando o clube trouxe o goleiro Ernani, do Vasco, em 1958, e Nadinho ficou sem espaço em Moça Bonita, voltando para o seu estado, para jogar pelo Bahia. Lá foi mais feliz e conquistou a Taça Brasil de 1959, derrotando o Santos na final. Ao parar com o futebol, virou advogado.



NAÍLTON
Nome: Naílton Paulo dos Santos
Nascimento: 22/5/1975
Período: 1997 a 2003
Posição: Zagueiro
Jogos: 142 (41 v, 49 e, 52 d)
Aproveitamento: 46%
Gols: 5
Expulsões: 4
Estreia: Bangu 0 x 3 Vasco (12/1/1997)
Despedida:Bangu 0 x 2 Gama (12/3/2003)

Revelado pelo Barreira de Bacaxá, Naílton foi contratado em 1997. Na ocasião, o jovem de 22 anos passou a formar dupla de zaga com o experiente Paulo Campos.
Alto e até meio desengonçado, Naílton era uma promessa que deu certo e, com o passar dos anos, aprimorou sua técnica e se manteve imbatível como titular da zaga alvirrubra, independentemente de quem fosse o técnico. Alfredo Sampaio e Miguel Ferreira não ousaram tirar a camisa 4 de suas mãos.
O tempo fez bem a Naílton. Em 2000, durante o Campeonato Brasileiro da 2ª Divisão, foi ao ataque e marcou três gols. Em 2001, era ele o cobrador de pênaltis da equipe, marcando outros dois tentos.
Ao término do Campeonato Carioca de 2001, Naílton foi emprestado ao Avaí, voltando a vestir a camisa do Bangu somente no Campeonato Brasileiro da 3ª Divisão de 2002.
Fez sua última temporada em Moça Bonita em 2003, disputando o Campeonato Carioca daquele ano. O interesse do Avaí pelo zagueiro fez com que o Bangu vendesse definitivamente seu passe ao clube catarinense, onde virou ídolo local.
Além de Bangu e Avaí, Naílton rodou por vários outros times, como América (RJ), Paraná, Caxias, Rio Branco (SP), Resende e Auto Esporte (PB).


NALDO
Nome: Naldo Pires Pimenta
Período: 1950 a 1952
Posição: Ponta-direita
Jogos: 9 (6 v, 3 d)
Gols: 6
Naldo era um grande jogador dos aspirantes do Bangu. Nos profissionais, teve chances esporádicas em amistosos e partidas do Torneio Municipal. Mesmo à margem das escalações, mostrou seu valor anotando seis gols em 9 jogos pelo time principal.




NANDO
Nome: Fernando Pereira de Pinho Júnior
Nascimento: 3/7/1966
Período: 1984 a 1994
Posição: Centroavante
Jogos: 120 (48 v, 40 e, 32 d)
Aproveitamento: 56%
Gols: 25
Expulsões: -
Estreia: Bangu 2 x 1 Madureira (15/8/1984)
Despedida:Bangu 0 x 0 Bonsucesso (14/9/1994)

Nando foi revelado no próprio clube nos anos 80, numa época em que o bicheiro Carlinhos Maracanã cuidava pessoalmente das categorias de base do Bangu.
Vice-campeão carioca de juniores em 1985 e 1986, Nando começou a ser lançado timidamente entre os profissionais desde 1984, pelo técnico Moisés. No entanto, foi o treinador Paulo César Carpeggiani quem o prestigiou, apostando no futebol do garoto de 20 anos para as batalhas da Taça Libertadores da América de 1986.
A responsabilidade de ser o centroavante titular do Bangu assustou o rapaz que, passou a marcar menos gols do que estava acostumado.
Em 1987, após marcar um belo gol de letra na vitória sobre o Vasco por 1 a 0, Nando voltou a chamar a atenção, sendo convocado para a Seleção Brasileira de Novos, para jogar o Torneio de Toulon, na França, onde não teve chances de jogar.
Sem ter vestido a “amarelinha” uma única vez, o jeito foi voltar e se contentar com o Bangu. Em 1988, já era o titular da camisa 9, aproveitando-se de sua altura privilegiada para marcar alguns gols de cabeça durante o Campeonato Carioca.
Seu futebol decaiu durante a fraca campanha do time no Campeonato Brasileiro da 1ª Divisão daquele ano e os dirigentes decidiram que, para 1989, seria melhor trocá-lo pelo lateral-direito Xande, do Flamengo.
Na Gávea, Nando teve um excelente aproveitamento, marcando 15 gols em 30 jogos pelo clube rubro-negro. Tamanho destaque fez com que, em 1990, o centroavante fosse vendido para o Hamburgo, da Alemanha.
Voltou em 1992 para ser campeão da Copa do Brasil pelo Internacional. Aliás, no Sul diziam que Nando só se empenhava mesmo quando era dia de “Grenal”.
Nando regressou a Moça Bonita em 2009, para ser o técnico da fraca equipe que disputou a Copa Rio e foi eliminada logo na primeira fase.


NAPOLEÃO
Nome: Napoleão Francisco do Rego
Período: 1939
Posição: Goleiro
Jogos: 3 (3 d)
Gols sofridos: 6
Assim como a França, o Bangu também teve um “Napoleão”, goleiro amador que era o reserva de Francisco no Campeonato Carioca de 1939. Na única partida completa que fez, levou cinco gols do Madureira. Fato curioso é que Napoleão tentou se eleger vereador do Rio de Janeiro em 1958, mas obteve apenas 175 votos.


NARCISO
Nome: Narciso Araújo
Período: 1911 a 1913
Posição: Atacante
Jogos: 24 (12 v, 2 e, 10 d)
Gols: 15
Narciso atuou como atacante por três temporadas, mas seu melhor momento foi justamente na primeira, quando sagrou-se campeão carioca da 2ª divisão, em 1911. Além de ser um grande artilheiro (tem a ótima média de 0,6 gol por jogo), Narciso jogou basquete pelo Villegagnon (RJ) e era sargento da Marinha, regente da banda de música do couraçado São Paulo. Em 1918, foi nomeado para o cargo de Mestre de Música da Escola de Aprendizes de Marinheiros do Rio Grande do Sul, transferindo-se do Rio de Janeiro.


NARCISO
Nome: -
Período: 1975
Posição: Lateral-esquerdo
Jogos: 2 (1 e, 1 d)
Gols: -
Jogador dos juniores, Narciso entrou no decorrer de duas partidas do Torneio Abelard França de 1975. Nunca mais foi aproveitado.


NARDO
Nome: Josenardo de Barros da Silva
Período: 1983 a 1986
Posição: Goleiro
Jogos: 5 (1 v, 2 e, 2 d)
Gols sofridos: 8
Imagine nunca ter chances de atuar e quando ela aparece é justamente durante a Taça Libertadores da América? Foi isso que ocorreu com o goleiro Nardo, reserva de Gilmar em 1986. Ele, no entanto, não soube aproveitar a chance de se firmar no Bangu, falhando na derrota para o Coritiba (0 x 2). Logo parou com o futebol e formou-se em Educação Física. 


NARDO
Nome: Leonardo Gastanes Macedo
Período: 2010
Posição: Meio-campo
Jogos: 5 (4 v, 1 d)
Gols: 1
Vindo do São Cristóvão, Nardo foi reserva durante a campanha da Copa Rio de 2010. Chegou a marcar um gol diante do Friburguense. Depois foi jogar no Teresópolis (RJ).


NAVARRO
Nome: Ivan Luiz de Carvalho Navarro
Período: 1954 a 1956
Posição: Zagueiro
Jogos: 17 (9 v, 5 e, 3 d)
Gols: -
Navarro nunca chegou a ser titular da zaga banguense nos anos 50, mas teve algumas chances, sempre atuando ao lado de Joel.


NECO
Nome: -
Período: 1936
Posição: Meio-campo
Jogos: 1 (1 e)
Gols: -
O meia Neco jogou apenas uma partida amistosa pelo Bangu, no início de 1936, contra o Kosmos (2 x 2).


NECO
Nome: -
Período: 1942
Posição: Atacante
Jogos: 1 (1 v)
Gols: -
Jogador em período de testes, fez apenas um amistoso entre os profissionais no início de 1942.


NECO

Nome: Manuel Rodrigues
Período: 1961 a 1963
Posição: Lateral-direito
Jogos: 3 (1 e, 2 d)
Gols: -
Campeão carioca de juvenis (atual categoria de juniores) em 1959, Neco nunca teve chances entre os profissionais do Bangu. Por isso, foi buscar espaço no Cerro Porteño (Paraguai) e no Fluminense de Feira de Santana, até parar de jogar por problemas no joelho. Tornou-se figura conhecida em Moça Bonita por ser auxiliar técnico nos anos 70, conselheiro do clube nos anos 80 e diretor nos anos 90. Faleceu em 2009. 


NEGUITO
Nome: João Jesus Cardoso
Período: 1968
Posição: Meio-campo
Jogos: 4 (1 v, 2 e, 1 d)
Gols: -
Destaque no Atlético Mineiro, o Bangu conseguiu o empréstimo de Neguito para o Torneio Roberto Gomes Pedrosa de 1968. Em Moça Bonita, porém, ficou na reserva de Jaime e foi logo devolvido ao clube mineiro.


NEI
Nome: Ney Bento de Souza
Período: 1971
Posição: Goleiro
Jogos: 24 (7 v, 6 e, 11 d)
Gols sofridos: 34
Vindo da Portuguesa Santista, o goleiro Nei foi o titular durante o Campeonato Carioca de 1971 e também na excursão à América do Norte, deixando Devito e Roni na reserva. No ano seguinte, no entanto, já estava defendendo as cores do América (RJ).


NEI
Nome: Celsiney Ribeiro Pessoa
Período: 2002
Posição: Atacante
Jogos: 2 (1 v, 1 d)
Gols: -
Vindo do Olaria, Nei foi reserva durante o Campeonato Carioca de 2002, ficando logo de fora dos planos da comissão técnica. Do Bangu, foi jogar no Corinthians Alagoano.


NEI DIAS
Nome: Nei Severiano Dias
Período: 1983
Posição: Lateral-direito
Jogos: 12 (6 v, 3 e, 3 d)
Gols: 1
Trazido do Fluminense para a disputa do Campeonato Brasileiro da 2ª Divisão de 1983, Nei Dias colocou o veterano Ademir Batista na reserva da lateral-direita, mas ficou pouco tempo em Moça Bonita, indo jogar no Brasil de Pelotas. Para o seu lugar, o clube contratou Gilson Paulino.


NEIVALDO
Nome: -
Período: 1977
Posição: Meio-campo
Jogos: 2 (2 v)
Gols: 1
Reserva durante o Torneio da Integração de 1977, Neivaldo, ao menos, viveu um dia de glória, marcando o gol da vitória do Bangu sobre o Bonsucesso (1 x 0), em pleno Maracanã.


NELINHO
Nome: Manoel Mello Mendes
Período: 1933
Posição: Ponta-esquerda
Jogos: 2 (1 v, 1 e)
Gols: -
Um amador entre os profissionais de 1933, o ponta-esquerda Nelinho jogou apenas duas partidas válidas pelo Torneio Rio-São Paulo daquele ano.


NELSON
Nome: Nelson Falcão Pessoa
Período: 1926
Posição: Ponta-esquerda
Jogos: 5 (4 v, 1 e)
Gols: -
De uma família que, por gerações, sempre foi ligada ao hipismo, Nelson era pai do cavaleiro Nelson Pessoa Filho e avô do futuro campeão olímpico Rodrigo Pessoa. Em 1926, tentou a sorte nos campos de futebol, mas teve poucas chances entre os titulares.


NELSON
Nome: Nelson Conceição
Período: 1929
Posição: Goleiro
Jogos: 17 (8 v, 4 e, 5 d)
Gols sofridos: 24
Natural de Nova Friburgo, Nelson veio para o Rio de Janeiro nos anos 10 e logo cedo virou goleiro do Paladino, depois do Engenho de Dentro até se transferir para o Vasco, onde foi campeão carioca. Já no fim de carreira, em 1929, veio para o Bangu, onde ainda conseguiu realizar boas partidas. Faleceu em 1942, quando tinha apenas 43 anos.


NELSON
Nome: Nelson Oliveira Gonçalves da Silva
Período: 2007 a 2009
Posição: Volante
Jogos: 9 (5 v, 2 e, 2 d)
Gols: -
Emprestado pelo Madureira, Nelson jogou algumas partidas pela Copa Rio de 2007, voltando ao clube para o Campeonato Carioca de 2009. Não conseguiu se firmar e foi atuar no Villa Rio.


NENA
Nome: Édson Ferreira da Silva
Período: 1970 a 1973
Posição: Volante
Jogos: 52 (14 v, 12 e, 26 d)
Gols: 1
Revelado pelo próprio clube, o volante Nena foi lançado aos poucos entre os titulares, mas a partir de 1972 tinha vaga garantida no time. Ficou no clube até 1973. Faleceu em 2005.


NENÊ
Nome: Nedivaldo dos Santos Baptista
Período: 1992
Posição: Atacante
Jogos: 25 (10 v, 7 e, 8 d)
Gols: 3
O atacante Nenê apareceu em Moça Bonita no início de 1992 para participar do Campeonato Brasileiro da 2ª Divisão. Não fez muito sucesso, nem muitos gols com a camisa do Bangu.


NENÉM
Nome: José Tarcílio da Silva
Período: 1965
Posição: Atacante
Jogos: 11 (7 v, 3 e, 1 d)
Gols: -
Ex-jogador do Madureira e do Campo Grande, Neném foi testado durante uma longa excursão do Bangu ao Nordeste em 1965. Era reserva de Araras, mas não conseguiu mostrar um futebol convincente a ponto de assinar contrato definitivo.


NENÉM DA GUIA
Nome: Domingos da Guia Filho
Período: 1969 a 1971
Posição: Meio-campo
Jogos: 13 (5 v, 4 e, 4 d)
Gols: -
Filho de Domingos da Guia e irmão de Ademir, Neném era uma promessa. Sua estreia nos profissionais, diante da Portuguesa, mereceu destaque dos jornais. O tempo se encarregou de mostrar que a qualidade técnica, nesse caso, não passou de geração para geração.


NÉRI
Nome: Adalmir Domingos Néri
Período: 1967
Posição: Goleiro
Jogos: 6 (1v, 1 e, 4 d)
Gols sofridos: 4
Revelado pelo próprio clube, Néri nunca teve chances em Moça Bonita, muitas vezes sequer ficava na reserva de Ubirajara.


NÉSIO
Nome: Nésio Corrêa
Período: 1931 a 1932
Posição: Atacante
Jogos: 6 (3 v, 1 e, 2 d)
Gols: -
Jogador do 2º time, Nésio vestiu algumas vezes a camisa do Bangu atuando pela equipe principal. Era morador da Rua Limites, em Realengo, e ao deixar o futebol virou Policial Militar.


NESTOR
Nome: Nestor Drummond
Período: 1922 a 1924
Posição: Ponta-direita
Jogos: 29 (9 v, 8 e, 12 d)
Gols: 9
Apelidado de “China”, Nestor era irmão do goleiro Eulálio. Ex-sócio do América e do São Cristóvão, foi um bom ponta-direita que o Bangu teve no início dos anos 20. Era o cobrador oficial de pênaltis da equipe. Ao mesmo tempo, trabalhava na Fábrica Bangu como escriturário. Faleceu precocemente em março de 1926.


NETINHO
Nome: Manoel Ramos da Silva
Período: 1975
Posição: Meio-campo
Jogos: 22 (5 v, 7 e, 10 d)
Gols: 1
Expulsões: 2
Vindo do Madureira, o canhoto Netinho jogou apenas a temporada de 1975 pelo Bangu. Marcou um gol diante do Bonsucesso e conseguiu ser expulso duas vezes.


NETINHO
Nome: José Domingos de Moraes Neto
Período: 2018
Posição: Meio-campo
Jogos: 1 (1 e)
Gols: -
Cria das divisões de base do próprio clube, Netinho teve uma única chance durante a Copa Rio de 2018, entrando no 2º tempo de um jogo contra o Friburguense.


NETO

Nome: Manuel Custódio Neto
Período: 1960
Posição: Ponta-direita
Jogos: 2 (1 e, 1 d)
Gols: -
O ponta Neto jogou apenas o Torneio Início de 1960 pelo Bangu, aproveitando-se da ausência dos titulares, que estavam disputando o Torneio Internacional de Nova York.


NETO
Nome: José Ferreira Neto
Período: 1986
Posição: Meia-atacante
Jogos: 16 (6 v, 6 e, 4 d)
Gols: 1
Expulsões: 1
Castor de Andrade pagou 1 milhão de cruzados ao Guarani para ter o craque Neto, por empréstimo, durante o Campeonato Brasileiro da 1ª Divisão de 1986. Foi um dinheiro perdido. Neto nunca conseguiu entrar em forma, foi acusado de boêmio e ainda ficou um tempo parado por ter cortado o pé num acidente doméstico. Em campo, o futuro ídolo do Corinthians, só marcou um único gol, diante do Operário, e foi a maior decepção da temporada.


NEWLAND
Nome: Newland Conceição
Período: 1947 a 1948
Posição: Ponta-esquerda
Jogos: 18 (3 v, 2 e, 13 d)
Gols: 6
Filho do zagueiro Sá Pinto, campeão carioca em 1933, Newland estreou entre os profissionais do Bangu em 1947, numa época em que o time era muito fraco. Era o cobrador oficial de pênaltis da equipe. Em 1948 foi jogar no Palmeiras de Franca (SP).


NEWTON
Nome: Newton da Silva Barbosa
Período: 1932 a 1933
Posição: Goleiro
Jogos: 18 (9 v, 4 e, 5 d)
Gols sofridos: 29
Ocorreu com o goleiro Newton uma história incrível. Aos 36 minutos do 2º tempo de um jogo contra o Botafogo, pelo Campeonato Carioca de 1932, o juiz marcou um pênalti contra o Bangu. O campo da Rua Ferrer foi invadido e a partida suspensa. Os quatro minutos finais (na época, cada tempo tinha somente 40 minutos) foram disputados posteriormente, na rua Figueira de Melo, sendo que o jogo foi reiniciado justamente com a cobrança do pênalti. O botafoguense Álvaro cobrou e o Newton defendeu, garantindo o empate em 1 a 1. Em 1933, foi campeão carioca, apesar de ficar na reserva do goleiro Euclides. Ao parar com o futebol, virou bancário do Banco de Operações Mercantis.


NEWTON
Nome: -
Período: 1946 a 1949
Posição: Ponta-esquerda
Jogos: 4 (3 v, 1 e)
Gols: -
O ponta Newton foi testado durante os amistosos de 1949 e, provavelmente, não aprovou.


NICANOR
Nome: Nicanor Vicente Corrêa
Período: 1925 a 1931
Posição: Atacante
Jogos: 78 (37 v, 11 e, 30 d)
Gols: 31
Irmão caçula do ponta-esquerda Antenor Corrêa, Nicanor, apelidado de “Brôa”, fez uma bela carreira no Bangu nos anos 20, marcando muitos gols, apesar de sempre sofrer concorrência forte na ala-esquerda do ataque, disputando a posição com Dininho e Jaguarão.


NICO
Nome: Antônio Rodrigues Gonçalves Neto
Período: 1931 a 1937
Posição: Atacante
Jogos: 11 (4 v, 1 e, 6 d)
Gols: 2
Vindo do Andarahy para disputar a temporada de 1937, Nico – também chamado de Antoniquinho - fez poucos jogos e não se firmou no futebol carioca. No ano seguinte, voltou para seu estado, onde jogou pelo Santos.


NICOLAS
Nome: Nicolas Katayama dos Santos
Período: 2015
Posição: Volante
Jogos: 2 (1 v, 1 d)
Gols: -
Vindo do Esportivo de Bento Gonçalves (RS), o volante Nicolas atuou apenas duas vezes durante a Copa Rio, em 2015.


NIÉLSEN
Nome: Niélsen Krizek Caparelli de Moura
Período: 1995 a 2002
Posição: Zagueiro
Jogos: 62 (19 v, 18 e, 25 d)
Gols: -
Expulsões: 5
Trazido pelo empresário Pedrinho Vicençote, o zagueiro Niélsen jogou pelo Bangu em 1995 e 1996, depois se transferir para o Flamengo, onde fez apenas dois jogos. Regressou a Moça Bonita em 2002, mas não conseguiu recuperar a vaga de titular.


NIL
Nome: Alcenil Soares Filho
Período: 2013
Posição: Meio-campo
Jogos: 9 (3 v, 3 e, 3 d)
Gols: -
Depois de peregrinar por inúmeros clubes, o meia Nil – que estava no América (RJ) - chegou ao Bangu em 2013. No entanto, fez más apresentações durante o Campeonato Carioca e saiu sem deixar saudades na torcida alvirrubra. Depois foi jogar no Bonsucesso.


NILBERTO
Nome: Nilberto da Silva Melo
Período: 2000 a 2005
Posição: Meia-atacante
Jogos: 12 (3 v, 5 e, 4 d)
Gols: 1
Irmão do famoso Nélio, do Flamengo, Nilberto veio do Volta Redonda para o Bangu em 2000, mas atuou pouco. Regressou em 2005 para ajudar na campanha do Campeonato Carioca da 2ª Divisão, porém, continuou entre os reservas.


NILO
Nome: Nilo de Vasconcellos Barbosa
Período: 1909 a 1911
Posição: Meio-campo
Jogos: 5 (2 v, 3 d)
Gols: 1
Operário, o meia Nilo disputou apenas partidas amistosas pelo 1º time do Bangu no início da história do clube. Porém, era muito azarado. Em outubro de 1911, fraturou a perna direita numa queda quando trabalhava na Fábrica Bangu. Passou 20 dias sem engessá-la e só depois foi internado na Santa Casa de Misericórdia. Nunca mais conseguiu jogar futebol. Para piorar, em novembro de 1925, aos 36 anos, deu um tiro acidental em sua própria coxa esquerda, quando limpava uma arma.


NILO
Nome: Nilo Avelino Macedo
Período: 1964
Posição: Atacante
Jogos: 4 (2 v, 2 d)
Gols: 1
Emprestado pelo XV de Piracicaba, Nilo disputou apenas quatro jogos durante uma excursão internacional do Bangu à América do Sul no início de 1964.


NILSON
Nome: Nilson de Oliveira e Silva
Período: 1963 a 1966
Posição: Meio-campo
Jogos: 12 (6 v, 3 e, 3 d)
Gols: -
O meia Nilson só foi escalado em partidas amistosas ou de Torneio Início nos quatro anos em que ficou no Bangu. Era reserva de Ocimar.


NILSON
Nome: José Nilson dos Santos Silva
Período: 2018
Posição: Atacante
Jogos: 7 (2 v, 3 e, 2 d)
Gols: 1
Famoso no Santos por perder um gol inacreditável na decisão da Copa do Brasil contra o Palmeiras, em 2015, o atacante Nilson chegou ao Bangu com o prestígio em baixa, vindo do São Bento (SP). Porém, fez boas atuações e chegou a marcar um gol diante do Boavista. Depois, foi para a Portuguesa (RJ).


NILTINHO
Nome: -
Período: 1995
Posição: Meio-campo
Jogos: 7 (2 v, 5 e)
Gols: -
Atacante vindo do América de Três Rios, Niltinho teve algumas chances durante o Campeonato Carioca de 1995, porém, não conseguiu marcar gols.


NILTON
Nome: Nilton da Conceição
Período: 1990
Posição: Goleiro
Jogos: 1 (1 e)
Gols sofridos: 1
Reserva de Wagner, o goleiro Nilton jogou apenas um amistoso pelo Bangu, empatando contra o Tupi, em 1990.


NILTON
Nome: -
Período: 1999
Posição: Atacante
Jogos: 11 (4 v, 4 e, 3 d)
Gols: 4
Expulsões: 1
O atacante Nilton disputou a Copa Rio de 1999 pelo Bangu, conseguindo marcar quatro gols.



NILTON DOS SANTOS
Nome: Nilton dos Santos
Nascimento: 17/6/1935     Falecimento: ??/?/????
Período: 1953 a 1965
Posição: Lateral-esquerdo
Jogos: 517 (282 v, 125 e, 110 d)
Aproveitamento: 66%
Gols: 6
Expulsões: 5
Estreia: Bangu 1 x 2 Portuguesa (2/8/1953)
Despedida:Bangu 2 x 1 Flamengo (10/6/1965)

Praticamente na mesma época em que o Botafogo tinha um Nilton Santos, lateral-esquerdo, craque sempre convocado para a Seleção Brasileira, o Bangu também teve o seu Nilton dos Santos, lateral-esquerdo, mas que nunca teve a chance de vestir a “amarelinha”.
A diferença de idade entre os dois jogadores, porém, era de dez anos. O banguense, mais novo, começou a carreira no Fluminense de Caxambu (MG), vindo para Moça Bonita em 1951. No ano seguinte, sagrava-se campeão carioca de juvenis.
Em 1953, ainda amador, foi lançado entre os titulares pelo técnico Délio Neves, como meia-esquerda. Começava, então, uma série de mais de 500 jogos com a camisa alvirrubra, que duraria treze temporadas.
Baixinho, tinha apenas 1m67, Nilton dos Santos se destacava pela disposição. Era peça fundamental em qualquer esquema, com qualquer técnico que passasse pelo clube.
Nos anos 50, formou um meio-campo fortíssimo com Gavillán e Zózimo e, em 1960, conquistou o Torneio Internacional de Nova York. Depois disso, quando o sistema de jogo mudou, e as equipes passaram a adotar laterais, Nilton foi remanejado para esta posição.
Em algumas excursões do Bangu, a imprensa local chegava a anunciá-lo como se fosse o “verdadeiro” Nilton Santos, da Seleção Brasileira. Em Buenos Aires, antes de um jogo com o Banfield, ele foi anunciado como o “legendário bicampeão mundial de 1958 e 1962”. Para evitar confusão, até porque fisicamente eles eram totalmente diferentes, Nilton foi aos jornais explicar quem era:
“Nasci como Nilton Santos, e isso, acredito, pode ser que me atrapalhe um pouco para chegar a ser observado como jogador bom. Digo, não por complexo, mas, sinceramente, com um tom de pilhéria, porque, afinal, não me queixo do meu nome e me honra ser xará do maior craque que vi jogar na posição que ocupo” – contou o lateral banguense.
Depois de ver escapar os títulos cariocas de 1963 e 1964, Nilton ainda teve o desgosto de ser relegado à reserva após a contratação de Ari Clemente, do Corinthians, em 1965. Entendeu logo que era hora de deixar o clube, indo jogar pelo Olaria.


NIVALDO
Nome: -
Período: 1972
Posição: Atacante
Jogos: 8 (2 v, 6 d)
Gols: -
Reserva de Jorginho Carvoeiro e de Jorge Mendonça, Nivaldo teve poucas chances de atuar no time do Bangu durante o Campeonato Carioca de 1972.


NOGUEIRA
Nome: Arthur Nogueira Costa Filho
Período: 1932
Posição: Atacante
Jogos: 3 (2 v, 1 d)
Gols: -
Nas ausências de Plácido ou de Ladislau, Nogueira assumiu a posição de atacante durante três jogos do Campeonato Carioca de 1932.


NOGUEIRA
Nome: João Nogueira de Souza
Período: 1946 a 1949
Posição: Zagueiro
Jogos: 66 (31 v, 9 e, 26 d)
Gols: -
Expulsões: 1
Revelado pelo próprio clube, o zagueiro Nogueira teve a honra de formar dupla com Domingos da Guia, em 1948 e 1949, sendo o último companheiro de zaga do “Divino Mestre”.


NONATO
Nome: -
Período: 1972
Posição: Lateral-esquerdo
Jogos: 2 (1 v, 1 d)
Gols: -
Jogador das divisões de base, Nonato disputou apenas dois amistosos em 1972.


NONÔ
Nome: Antenor Ferreira
Período: 1921 a 1927
Posição: Atacante
Jogos: 58 (18 v, 11 e, 29 d)
Gols: 13
Numa época em que o Flamengo tinha um grande artilheiro apelidado de “Nonô”, o Bangu também teve o seu próprio “Nonô”, vindo do Esperança do Marco Seis. Antes de se tornar jogador de futebol, era tecelão da Fábrica. Depois que virou um grande nome dos gramados, foi promovido para escriturário da Companhia. Um dos destaques do Campeonato Carioca de 1921, Nonô deixou o clube no ano seguinte, voltando em 1924 e encerrando a curta carreira em 1927. Futuramente, iria ajudar a organizar o acervo histórico do Bangu e ganharia o título de cidadão benemérito do município do Rio de Janeiro, em 1985; mas trágico destino, Nonô faleceria com as duas pernas amputadas, um triste fim para quem brilhou nos gramados nos anos 20. 


NONÔ
Nome: -
Período: 1977
Posição: Meio-campo
Jogos: 1 (1 v)
Gols: -
Como os titulares estavam excursionando pela América do Sul, o garoto Nonô, da categoria de juniores, teve uma única chance de jogar entre os profissionais, durante o Torneio da Integração de 1977.


NORBERTO
Nome: Norberto Roque Safioti
Período: 1966 a 1967
Posição: Atacante
Jogos: 20 (7 v, 6 e, 7 d)
Gols: 5
Vindo do Palmeiras, já com o título de bacharel em Direito debaixo do braço, Norberto fez valer o investimento logo na estreia, marcando o gol da vitória diante do Fluminense (1 x 0), pelo Campeonato Carioca de 1966. No decorrer da competição, acabou perdendo a titularidade para Ladeira, fazendo apenas três jogos na campanha do título. Quando parou com o futebol, tornou-se delegado de polícia em Araçatuba (SP).


NORBERTO HOPPE
Nome: Norberto Hoppe
Período: 1967 a 1968
Posição: Atacante
Jogos: 9 (7 v, 1 e, 1 d)
Gols: 3
Contratado a peso de ouro junto ao Caxias de Joinville, o descendente de alemães, Norberto Hoppe, era artilheiro em Santa Catarina. No Bangu, fez poucos jogos pelo Campeonato Carioca de 1967, perdendo logo a posição de titular para o veterano Del Vecchio.


NUNES
Nome: Arlindo Pinto Nunes
Período: 1914
Posição: Goleiro
Jogos: 3 (1 v, 2 e)
Gols sofridos: 5
Nunes entrou no lugar do goleiro Fred. Jacques Jr. nas três últimas partidas do Campeonato Carioca da 2ª Divisão de 1914, a tempo de conquistar o título daquele ano. Depois, foi jogar no América. Em seguida, deixou o arco para se tornar juiz da Liga Metropolitana, chegando, inclusive, a apitar três jogos de seu ex-time.

          
Livros
 
Estatísticas
 
Jogos 4.157
Vitórias 1.731
Empates 990
Derrotas 1.436
Gols Pró 7.339
Gols Contra 6.366
Saldo de Gols 973
Artilheiros
 
Ladislau 229
Moacir Bueno 204
Nívio 152
Menezes 138
Zizinho 126
Luís Carlos 119
Paulo Borges 109
Décio Esteves 97
Arturzinho 93
Marinho 83