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18/01/1998 - VASCO 1 x 0 BANGU

FICHA TÉCNICA
Competição:
Campeonato Carioca
Local:
São Januário
Público:
3.307 pagantes
Árbitro:
Jorge Travassos, auxiliado por Élsson Passos e Manuel do Couto Pires
Carlos Germano (Márcio), Vítor, Odvan, Mauro Galvão e Felipe; Luisinho (Fabrício), Nélson, Pedrinho e Mauricinho; Donizete e Luizão (Sorato)
Técnico: Antônio Lopes
Alex, Marcelo Cardoso, Paulo Campos, Naílton e Flavinho; André Biquinho, Humberto, Marcão e Edílson (Renatinho); Marcelo Cruz (Paulo Andrade) e Bianor (Wellington)
Técnico: Alfredo Sampaio
Bangu 0 x 1: Donizete, a 1min do 1º tempo
Luisinho, Odvan e Nélson (Vasco); Paulo Campos, Naílton e Marcão (Bangu)

. . . . . . . . . . . . . . .

A marca do Pantera
Fo
nte: Jornal do Brasil

Donizete faz o gol da vitória sobre o Bangu em sua estréia no Vasco

Foi um domingo de campeão - mais pela festa da entrega das faixas de campeão brasileiro, é verdade, do que pelo futebol. Um domingo de encontros e reencontros, com direito a um intenso foguetório e samba-enredo (o Vasco, que comemora este ano seu primeiro centenário, será homenageado pela Escola de Samba Unidos da Tijuca).

Nas arquibancadas, sociais e no campo de São Januário - é isso mesmo, dentro do campo -, pouco mais de três mil torcedores ainda eufóricos reencontraram o campeão brasileiro, o time de Edmundo, que estreou na Itália ("jogou apenas três minutos", lamentava a torcida, repetindo frase que as emissoras de rádio espalhavam).

Esses mesmos torcedores encontraram um novo ídolo, Donizete, autor do gol que deu a primeira vitória ao Vasco no primeiro jogo do ano do centenário, contra um apenas esforçado Bangu, em partida antecipada da segunda fase do Campeonato Estadual.

A torcida, embalada pela bateria da Unidos da Tijuca, comemorou muito o gol de Donizete, que concluiu boa jogada começada por Mauricinho e trabalhada por Pedrinho, coincidentemente os destaques do Vasco, ao lado de Luisinho (um chute forte, da entrada da área, no canto esquerdo do goleiro do Bangu, Alex, que jogou mais ontem do que em todo o tempo em que esteve no Fluminense, seu ex-clube).

O Vasco teve ainda mais duas ou três chances reais de fazer gol no primeiro tempo, todas circunscritas aos quinze primeiros minutos de jogo, quando o time todo corria, ganhava as divididas e conseguia chegar à linha de fundo. Começou bem o segundo tempo, parou e só foi ressurgir já no final, quando Sorato acertou a trave, numa cobrança de falta. Foi uma vitória mais do que merecida, mas...

Ficou claro que o ritmo do time andou atravessando. "Só deu para iniciar a preparação", justificou-se o técnico Antônio Lopes, que não foi muito fundo na avaliação da falta que o contundido Juninho e o afastado Ramon fizeram à equipe.

A defesa, com o estreante Vítor, não teve muito trabalho e mostrou que está afinada. Destaque para Mauro Galvão, sempre sóbrio e absolutamente eficiente. É bem verdade que o Bangu pouco andou na área do Vasco no primeiro tempo, embora tenha arriscado alguma coisa na segunda fase, mas muito timidamente.

O meio-campo, sem três titulares (Nasa, Juninho e Ramon), foi muito mais luta do que criação. E aí apareceu Luisinho, responsável pela maior parte dos desarmes e pelos melhores lançamentos. Mauricinho, embora deslocado, procurou fechar os avanços do bom lateral Flavinho. Pedrinho esteve bem, especialmente nos chutes de fora da área: bateu duas faltas com muito perigo.

O ataque sentiu claramente falta de preparo físico - Luizão só falava no mormaço - e de entrosamento. Mas deu para antever alguma coisa. Donizete conseguiu criar algumas jogadas muito boas, em arrancadas e dribles largos. Luizão arriscou alguns dribles de quem sabe jogar. Mas, na hora de decidir, faltou a explosão. Valeu como aperitivo num ano em que o Vasco vai disputar todas as copas e campeonatos que existem por aqui. Quarta-feira tem mais, contra o Palmeiras, o adversário das finais do ano passado.


Atuações - Bangu

Alex: O destaque do jogo. Fez pelo menos cinco defesas importantes. Nota 8
Marcelo Cardoso: Irregular, não deve inspirar muita confiança nos torcedores do Bangu. Nota 3
Naílton: Andou abusando das faltas. Nota 3
Paulo Campos: Becão de roça. Não quis saber de brincadeiras em seu setor e espanou todas as bolas que caíram por ali. Nota 4
Flavinho: Apoiou com regularidade, mas deixou um buraco no lado esquerdo de sua defesa. Nota 4
Humberto: Estava em campo? Nota 2
Marcão: Outro que confunde marcação com botinadas. Nota 2
Edílson: Não armou uma jogada que prestasse. Nota 2. Renatinho: entrou em seu lugar para ver o jogo mais de perto. Nota 1
André Biquinho: O mais operante do meio-campo, foi dos poucos a tentar alguma coisa de produtivo, ainda que num estilo um tanto atabalhoado. Nota 5
Marcelo Cruz: Não fez nada. Nota 1. Paulo Andrade: o substituiu e pelo menos jogou com mais vontade. Nota 3
Bianor: Outro que não justificou a escalação. Nota 1. Wellington: entrou em seu lugar e levou o Bangu ao ataque com mais eficiência. Nota 5

     
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