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03/05/1998 - BANGU 2 x 1 BOTAFOGO

FICHA TÉCNICA
Competição:
Campeonato Carioca
Local:
Estádio de Moça Bonita
Público:
823 pagantes
Árbitro:
Cláudio Vinicius Cerdeira, auxiliado por Aristeu Leonardo Tavares e Hilton Moutinho Rodrigues
Alex, Roberto Teixeira (Marcelo Cardoso), Leonardo, Naílton e Flavinho; Marcelo Cruz, Humberto, Edílson e Wellington (Fabinho); André Biquinho e João Rodrigo (Paulo Andrade)
Técnico: Alfredo Sampaio
Vagner, Wílson Goiano (França), Jorge Luís, Gonçalves e Jefferson (Chiquinho); Pingo, Fábio Augusto (Tico Mineiro), Djair e Sérgio Manoel; Bebeto e Túlio
Técnico: Paulo Autuori
Bangu 1 x 0: André Biquinho, aos 35min do 1º tempo
Bangu 1 x 1: Bebeto, aos 43min do 1º tempo
Bangu 2 x 1: Flavinho, aos 6min do 2º tempo

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Botafogo ensaia o adeus
Fo
nte: Jornal do Brasil

Time perde do Bangu por 2 a 1 e praticamente se despede da luta pelo bicampeonato

O Botafogo praticamente se despediu do Campeonato Estadual ao perder para o Bangu por 2 a 1,ontem, no Estádio de Moça Bonita. Com apenas dois pontos ganhos, o time alvinegro jogou muito mal para completar assim o terceiro jogo sem vencer no returno - antes empatou com o Madureira (1 a 1) e com o Flamengo (3 a 3). Já o Bangu, com quatro jogos disputados, isolou-se na vice-liderança com oito pontos, um a menos do que o líder Vasco, que tem nove pontos em três jogos.

O Bangu mostrou ontem que a boa posição na tabela não acontece por acaso. Desde o primeiro minuto, foi um time bem mais coordenado que o Botafogo e controlou a partida sem grandes dificuldades. Aplicados na marcação, e protegidos por um sólido esquema defensivo, os zagueiros do Bangu mantiveram a dupla Túlio-Bebeto bem longe de sua área, ao mesmo tempo em que na frente a equipe criava situações complicadas para o adversário.

Usando a velocidade, o atacante André Biquinho, a grande figura em campo no primeiro tempo, levava sempre vantagem sobre os zagueiros do Botafogo. E foi exatamente André Biquinho quem abriu o marcador, aos 35min. André foi lançado na área, Jorge Luís e Wilson Goiano se confundiram na marcação e falharam, do que o atacante se aproveitou. Ele ainda driblou o goleiro Wagner, antes de concluir, sem problema, de perna direita.

O Botafogo, completamente apático, deu sinal de vida somente no final do primeiro tempo, na única jogada objetiva de sua dupla de ataque. Aos 43min, Túlio lançou o Bebeto, que driblou Alex e, quase caído e sem ângulo, chutou com precisão para empatar o jogo, o que acabou sendo injusto para o Bangu.

O gol de empate deu a falsa impressão de que enfim o Botafogo iria apresentar bom futebol. O time voltou do intervalo modificado, com Paulo Autuori fazendo duas substituições ousadas e que pretendiam torná-lo mais ofensivo - tirou os dois laterais, Wilson Goiano e Jefferson, que nada fizeram, e pôs França e Chiquinho. Fábio Augusto foi para a lateral-direita e Sérgio Manoel para a esquerda.

De nada adiantou. O Bangu continuou melhor e definiu o placar logo aos 6min. Flavinho cobrou falta com um chute indefensável. Wagner nem se mexeu. O Botafogo sentiu o gol e se perdeu de vez na partida. Não havia mais padrão tático e o time passou a apelar para as jogadas individuais em busca de uma improvável virada - até porque as jogadas de perigo não aconteciam.

O Bangu, ao contrário, era quem estava mais perto do terceiro gol. O time jogava com rapidez e se tornou absoluto em campo, criando várias oportunidades para marcar - numa delas, Wagner impediu com defesa salvadora num chute de dentro da área.

E o Bangu ainda foi prejudicado pela arbitragem. Aos 44min, Pingo fez falta clara em Fabinho, dentro da área, em pênalti que o juiz Cláudio Cerdeira ignorou mesmo estando próximo ao lance - ainda marcou falta do atacante do Bangu. Mas já era quase final do jogo e a vitória do Bangu estava merecidamente decretada. Ao Botafogo restaram as vaias dos torcedores, com os gritos de timinho, e a possível despedida melancólica e prematura da luta pelo bicampeonato estadual.

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Leia a crônica de Carlos Molinari sobre este jogo.

     
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