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04/12/1999 - BANGU 1 x 2 VOLTA REDONDA

FICHA TÉCNICA
Competição:
Copa Rio
Local:
Estádio Raulino de Oliveira
Árbitro:
Fabiano Jantalha, auxiliado por José Carlos Santiago e Marcos Henrique Reis
Max; Humberto, Ricardo, Marcílio e Marquinhos; Beto, Dentinho, Edilson e Douglas; Renatinho (Andinho) e Josimar.
Técnico: Alfredo Sampaio.
Lugão; Gatão, Rodrigues, Guto e Jenilson; Dé, anderson luiz (Ricardo), López (Wallace) e Claudinho; Nilberto e Roberto.
Técnico: Wilton Xavier.
No 1º tempo: Claudinho e Marcílio. No 2º tempo: Nilberto
Ricardo, Edilson, Josimar, Beto e Dé.

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Voltaço vence e está na final
Fo
nte: Diário do Vale

Time tem a vantagem de dois resultados iguais na final contra o Madureira, que eliminou o Americano

Quem foi ao estádio Raulino de Oliveira, sábado, assistir o jogo entre Voltaço e Bangu, não se decepcionou. Em uma partida repleta de emoção, o Voltaço venceu por 2 a 1 e garantiu o time na final da Copa Rio. O primeiro tempo começou morno em seus primeiros 10 minutos, limitando-se às intermediárias. O Bangu, jogando pelo empate, não se arriscava muito. O Volta Redonda apesar, de ter o domínio do jogo, não conseguia furar o violento sistema defensivo do Bangu.

Ao contrário de outras partidas, o Voltaço começou tocando a bola. As tabelas curtas dificultavam a marcação, que encontrava nas faltas a melhor forma de parar o ataque. Com o jogo meio amarrado, as jogadas de bola parada poderiam ser a solução. E assim foi para o Voltaço. Falta na entrada da área do Bangu. Quatro jogadores tomaram posicionamento de cobrança e, depois da jogada ensaiada, Claudinho acertou o canto esquerdo do goleiro Max. Um golaço que mudou o rumo da partida, logo aos 12 minutos.

Com o resultado adverso, o Bangu lançou-se ao ataque, fazendo o jogo ganhar em movimentação. O Voltaço não diminuiu seu ritmo. Com um bom toque de bola, a equipe mandava no jogo, criando ótimas oportunidades de aumentar o placar. Na melhor delas, o atacante Roberto fez uma linda jogada, passando por três adversários, invadindo a área e chutando. O goleiro Max, bem colocado, espalmou.

A equipe carioca só oferecia perigo em chutes de longa distância, pois a zaga do Voltaço, apesar de inexperiente, não deixava espaço para o ataque do Bangu. E foi justamente na única bobeada da zaga que o Bangu chegou ao empate. Cobrança de escanteio pelo lado direito, a bola passou por todo mundo e sobrou para o zagueiro Marcílio botar para dentro, aos 41.

Por sorte, a etapa estava no final e o Bangu não pôde aproveitar o nervosismo do Voltaço após o empate. A equipe carioca ainda teve uma boa chance antes do fim do primeiro tempo. Josimar se livrou de quatro marcadores e chutou. Lugão tirou com o pé direito a bola que tinha endereço certo.

O segundo tempo começou como o primeiro. O Voltaço continuou tocando bem a bola, distribuindo muito bem as jogadas de ataque pelas laterais. O meia Lopes, que não fez um bom primeiro tempo, foi substituído por Wallace, dando mais mobilidade na passagem da bola do meio-campo para o ataque. O Bangu, novamente com o regulamento na mão, catimbava muito o jogo. A cada lance que podiam os jogadores cariocas faziam muita pressão em cima do árbitro. Aos 8 minutos, a primeira boa chance da partida. Nilberto pegou uma sobra de bola dentro da área, mas chutou desiquilibrado.

O Bangu cadenciava a partida sem muitas pretensões, fazendo o nervosismo se instaurar sobre o time do Voltaço. Aos 26, o atacante Roberto foi agarrado dentro da área e o árbitro Fabiano Jantalha, mesmo próximo ao lance, nada marcou. Um dos grandes nomes do jogo, Nilberto, era a melhor opção no ataque. Os laterais do Voltaço, Gatão e Jonilson, eram muito acionados para aproveitar a boa estatura do ataque da equipe. Em mais uma boa jogada do ataque do Voltaço, Jonilson cruzou uma bola pela esquerda e Nilberto cabeceou por cima do gol de Max.

A jogada do segundo gol estava se desenhando. O Voltaço foi com tudo para cima do Bangu, fazendo o time carioca jogar apenas em seu campo. Uma boa troca de passes pelo lado esquerdo da defesa do Bangu fez a bola chegar até Gatão. O meia, improvisado na lateral, cruzou para Nilberto acertar uma linda cabeçada, sem chances de defesa para Max, fazendo 2 a 1, aos 36. O Voltaço continuou jogando da mesma forma, e a única coisa que mudou foi a postura do Bangu.

A zaga do Volta Redonda, bem como seus cabeças-de-área, defendiam muito bem a meta de Lugão. O Bangu partiu para a decisão, deixando um buraco no meio-campo. A principal jogada do Voltaço passou a ser o contra-ataque, sempre organizado por Nilberto. A pressão do Bangu não se convertia em perigo para o Volta Redonda e a melhor jogada antes do fim da partida ainda foi do Voltaço. Léo, que entrara no lugar de Jonilson, sofreu falta no lado direito da área do Bangu. A cobrança foi no ângulo do goleiro Max, que praticou defesa cinematográfica. E não deu tempo para mais nada. Na cobrança do tiro de meta, o árbitro terminou a partida. Voltaço classificado para a final da Copa Rio.

O adversário na final é o Madureira, que venceu o Americano por 4 a 0, e também se classificou. O Voltaço joga contra o Madureira quarta-feira, na Ilha do Governador, e decide o título sábado, no Raulino de Oliveira. Se prevalecer o regulamento, o Voltaço jogará por dois resultados iguais, pois leva vantagem nos três critérios de desempate: pontuação, gols pró e saldo de gols.

     
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