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12/03/2000 - BANGU 0 x 3 BOTAFOGO

FICHA TÉCNICA
Competição:
Campeonato Carioca
Local:
Estádio Proletário Guilherme da Silveira Filho
Árbitro:
Carlos Jorge Lopes Moreira, auxiliado por João Luís Ribeiro e Élson Passos
Marcelo Pires, Alessandro, Júnior, Naílton e Marquinhos; Humberto, Zada, Marcelo Santos (Fábio Costa) e Edson Souza; Bruno Lazaroni (Eliseu) e Douglas.
Técnico: Alfredo Sampaio.
Wagner, Vítor, Sandro, Valdson e Leandro Augusto; Marcelinho Paulista, Djair, Reidner e Sérgio Manoel (Rodrigo); Zé Carlos e Magrão (Dimba).
Técnico: Joel Santana.
No primeiro tempo: Sérgio Manoel, aos 17min; Zé Carlos, aos 35min. No segundo tempo: Zé Carlos, aos 31min.
Marquinhos (Bangu); Reidner (Botafogo)
Marquinhos (Bangu)

. . . . . . . . . . . . . . .

Botafogo passeia em Bangu: 3 x 0
Fonte: Jornal do Brasil


Time não encontra dificuldades para se impor na estréia em Moça Bonita

O Botafogo também estreou de maneira convincente no Campeonato Estadual. Jogando em ritmo de treino, diante do fraco time do Bangu, a equipe alvinegra não encontrou dificuldades para se impor por 3 x 0, ontem, em Moça Bonita. Zé Carlos (2) e Sérgio Manoel, de pênalti, fizeram os gols do Botafogo, que volta a jogar na quarta-feira contra o Rio Branco, em Vitória, pela Copa do Brasil. Domingo, no Maracanã, enfrentará o Fluminense.

Os dirigentes do Botafogo tentaram de todas as maneiras inverter o mando de campo estabelecido pela tabela e levar a partida para Caio Martins. Não se sabe exatamente o que eles temiam. O time que o Bangu apresentou ontem é certamente um dos piores da sua história e em momento algum deu sinal de que poderia ameaçar a fácil vitória do Botafogo.

Talvez por isso mesmo, devido ao excesso de prudência da diretoria, o técnico Joel Santana tenha armado o time de maneira cautelosa. Por mais que o treinador queira negar, Marcelinho Paulista atuou, sim, como terceiro zagueiro, praticamente fixo pela lateral-esquerda - poucas vezes se arriscou ao ataque -, encarregado que estava de fazer a cobertura de Leandro Augusto. Uma providência que acabou se revelando desnecessária (ou exagerada), tamanha a fragilidade do adversário.

Esquema - Mas o esquema de Joel também teve seu aspecto positivo. Com a defesa bem protegida - e cumprindo a máxima adotada por nove entre 10 treinadores de que o importante é não tomar gol - os laterais Vítor e Leandro Augusto tiveram inteira liberdade para atacar. Vítor foi o mais objetivo na ajuda aos companheiros de frente, mas foi de uma jogada de Leandro Augusto que saiu o primeiro gol do Botafogo.

Primeiro gol - O lateral partiu com a bola dominada, em meio a dois zagueiros, e foi derrubado na disputa com o cabeça-de-área Humberto. O juiz marcou pênalti, os jogadores do Bangu reclamaram muito, mas não adiantou. Sérgio Manoel cobrou com precisão e fez 1 x 0 no placar, aos 17min.

O gol tornou mais fácil ainda um jogo que já se apresentava sem complicação. O Botafogo tomou conta de vez das ações, trocando passes e envolvendo o adversário, e dessa maneira chegou aos 2 x 0. Zé Carlos tabelou com Magrão, pelo alto, um zagueiro do Bangu falhou grosseiramente na tentativa de cortar, e Zé Carlos chutou forte, sem defesa para Marcelo Pires.

Com a vitória assegurada, o segundo tempo do Botafogo mais se assemelhou a um treino. Ainda mais depois da expulsão de Marquinhos, o que tornou impossível a tentativa de reação do Bangu, apesar da luta de seus jogadores. Com 11 contra 10, o Botafogo tratou de fazer a bola rolar, sem forçar muito o ritmo. Até que Dimba e Rodrigo entraram em campo e quiseram mostrar serviço. O time voltou a correr, criou várias oportunidades para marcar, e chegou aos 3 x 0, novamente com Zé Carlos, depois que o goleiro não segurou chute de Dimba.


Atuações

BANGU:

Marcelo Pires: Não teve culpa nos gols do Botafogo. Nota 5

Alessandro: Vinha sendo o melhor jogador do Bangu e quase marcou um gol de placa, depois de driblar até o goleiro

Wagner. Mas não teve sorte e chutou na trave. Nota 6

Júnior: Foi envolvido pelos atacantes adversários. Nota 4

Naílton: Também foi superado na maioria das jogadas do ataque alvinegro. Nota 4

Marquinhos: Estava jogando mal e ainda prejudicou o time com a expulsão. Nota 3

Humberto: Começou fazendo com acerto o trabalho de proteção. Depois foi envolvido. Nota 4,5

Zada: Dos poucos do time que conseguiu mostrar alguma qualidade. Nota 5,5

Marcelo Santos: Errou muito, era um dos mais fracos do time e acabou saindo. Nota 3

Fábio Costa: Entrou ainda no primeiro tempo e pouco acrescentou. Nota 3,5

Edson Souza: Tentou fazer prevalecer a experiência, mas não conseguiu. Nota 4

Bruno Lazaroni: Bem que tentou se movimentar, mas ficou sempre isolado na frente. Nota 5

Eliseu: Entrou e nada acrescentou. Sem nota

Douglas: Não conseguiu mostrar nada de útil. Nota 3

     
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