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04/10/2002 - BANGU 1 x 3 VILLA NOVA (MG)

FICHA TÉCNICA
Competição:
Campeonato Brasileiro - Série C - 2ª Fase
Local:
Estádio Proletário Guilherme da Silveira Filho
Árbitro:
Wallace Nascimento Valente (ES), auxiliado por Robson Guijasnque (ES) e Eurivaldo Faria Lima (RJ)
Cléber; Da Silva, Vinícius, Cléber Araújo e Júlio César (Carlinhos); Hélder, Beto, Léo Santos e Renatinho; Fabiano Silva (Josafá) e João Rodrigo
Técnico: Miguel Ferreira
 
Marcelo Bezerra; Raniery, Paulo Marcelo, Paulista (Rômulo) e Marco Aurélio; Júlio César, Agamenon, Roberto e Helbert; Davidson (Joelson) e Paulo César
Técnico: Wagner de Oliveira
Bangu 0 x 1: Paulo César, aos 18min do 1º tempo
Bangu 1 x 1: João Rodrigo, aos 22min do 2º tempo
Bangu 1 x 2: Paulo César, aos 36min do 2º tempo
Bangu 1 x 3: Joelson, aos 39min do 2º tempo
João Rodrigo e Josafá (Bangu); Júlio César, Agamenon, Roberto e Rômulo (Villa Nova-MG)

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Villa Nova complica a vida do Bangu
Fo
nte: Jornal dos Sports (João Marcelo Garcez)

Não deu para o Bangu. Em Moça Bonita, o time carioca não resistiu ao bom toque de bola do Villa Nova-MG e perdeu por 3 a 1. Agora, para chegar às oitavas-de-final do Campeonato Brasileiro da Série C, o Bangu terá de vencer por três gols de diferença no Estádio Penidão, na cidade de Nova Lima, quarta-feira, ou por dois, para levar a decisão da vaga para os pênaltis.

Apesar de o Bangu ter ficado mais tempo com a posse de bola, foi o Villa Nova que começou assustando. Paulo Marcelo chutou com violência para boa defesa de Cléber. A resposta veio em seguida, com Léo Santos, após boa tabela com Renatinho, que estava mesmo endiabrado. Numa jogada sensasional, que levantou os cerca de 300 torcedores presentes ao estádio, ele deu um drible humilhante em Roberto, ao tocar de letra por entre as suas pernas. Apesar do maior volume de jogo, o Bangu pouco chutava.

Aos 18 minutos, o castigo. Jogada confusa, de bate-rebate, e Paulo César fez 1 a 0 para o Villa Nova-MG. O Bangu se abateu e só voltou a assustar no fim do primeiro tempo, quando Cléber Araújo tentou encobrir Marcelo Bezerra, que quase deixou a bola entrar.

O Bangu voltou do intervalo para tudo ou nada e o Villa Nova passou a assustar nos contra-ataques. A ousadia do time de Miguel Ferreira foi premiada. João Rodrigo, artilheiro do time com seis gols, empatou, aos 22 minutos.

O gol empolgou ainda mais o Bangu, que, sob os gritos da torcida, tentava, a qualquer custo, a virada. Mas, de tanto correr, pareceu cansado. Então, o Villa Nova decidiu a partida. Com mais um gol de Paulo César e outro de Joelson, garantiu a vitória e deixou o Bangu em situação delicada na competição.


Miguel ainda acredita na conquista da vaga

Assim que terminou o jogo, o técnico Miguel Ferreira parecia estar bastante abatido. Após o terceiro gol sofrido, desistiu de orientar seus jogadores, creditou o mal resultado do time a coisas do futebol. Segundo ele, o resultado foi extremamente injusto, já que, nas poucas vezes que o Villa Nova-MG chegou ao gol, balançou a rede.

"Lamentavelmente, perdemos um jogo que dominamos. Fazer o quê?", queixou-se Miguel, que terá a volta de sua zaga titular, formada por Naílton e Leonardo, em Minas Gerais.

O treinador garante que vai buscar a vaga: "Assim como nós perdemos por 3 a 1 aqui, podemos vencê-los por boa diferença de gols lá."


Atuações

BANGU:
CLÉBER - Pouco trabalhou. Praticamente todas as bolas que vieram ao seu gol, entraram. Nota 4.
DA SILVA - Apoiou no primeiro tempo, quando quase fez um belo gol de cobertura. No segundo, cansou como toda equipe. Nota 5,5.
VINÍCIUS - Muito mal. Perdeu diversas vezes o tempo da bola. O técnico Miguel Ferreira pegou no seu pé durante toda a partida. Nota 2,5.
CLÉBER ARAÚJO - Um pouco melhor que seu companheiro de zaga. Nota 3,5.
JÚLIO CÉSAR - Precisa lembrar que o futebol é um esporte coletivo. Nota 4. Deu lugar a CARLINHOS, que ao menos correu. Nota 4,5.
HÉLDER - Nem defendeu, nem apoiou. Parecia perdido. Nota 3.
BETO - Discreto. Nota 4.
LÉO SANTOS - Chegou algumas vezes ao ataque pela lateral, centrando, com perfeição, bolas para o meio da área. Nota 5,5.
RENATINHO - Começou bem a partida, fazendo tabelas e levantando a galera com drible magistral de letra. Caiu de produção na etapa final. Nota 5,5.
FABIANO SILVA - Não conseguiu acertar um passe. Nota 2,5. Substituído por JOSAFÁ, que não mudou o panorama do jogo. Nota 4.
JOÃO RODRIGO - Confirmou a sua vocação para fazer gols, marcando o seu sexto no campeonato. Nota 6.

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Desastre em casa
Fo
nte: Lance!

Mesmo tomando conta da partida, Bangu perde de 3 a 1, em casa, para o Villa Nova-MG e se vê mais distante da vaga para a próxima fase da Série C do Brasileirão. Jogo de volta será em Minas

RIO - A fase negra que assola o futebol carioca contagiou o Bangu também. Ontem, Moça Bonita, o time foi derrotado por 3 a 1 e agora vê o sonho de disputar a Segunda Divisão em 2003 ficar mais longe. Depende de uma vitória por mais de dois gols na partida de volta do mata-mata da segunda fase, dia 9, em Nova Lima/MG. Caso o time carioca vença por uma diferença de dois gols, a vaga à próxima fase será decidida nos pênaltis.

Mesmo com uma dupla de zaga improvisada, o Bangu pouco sofreu na defesa. Foram duas boas chances com Léo Santos e João Rodrigo. Porém aos 18 minutos, em uma jogada confusa dentro da área banguense, o atacante Paulo César aproveitou para marcar no único ataque do Villa na primeira etapa.

No segundo tempo, o jogo piorou. Apenas aos 22 minutos, o primeiro lance de perigo que resultou no gol de empate do Bangu. Novamente confusão na área, agora na do Villa Nova, e o artilheiro do Bangu, João Rodrigo aproveitou para marcar de cabeça. A reação não durou muito. Com mais um gol de Paulo César, de cabeça, e outro de Joelson, de fora da área, o Villa esfriou os ânimos do Bangu, que ficou perdido em campo esperando o término da partida.

- Futebol é isso. Eles deram quatro chutes e fizeram três. Nós criamos bastante mas não conseguimos transformá-las em gol - justificou Miguel, técnico do Bangu, que ainda acredita na reabilitação:

- Se eles fizeram três aqui, por que nós não podemos revidar lá?

     
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