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Conselheiro Galvão 17 de março de 2012


O volante Oliveira entra com toda disposição na dividida, enquanto André Barreto, ao fundo, observa o lance. O Bangu mudou seu elenco, sua postura de jogar no 2º turno do Campeonato Carioca de 2012 e fugiu do rebaixamento.

Partidas de futebol ocorrem quase todos os dias da semana. Batalhas pela vida ou pela morte são raras.

Naquele sábado de março, o Bangu vivia uma situação desesperadora que já se estendia desde a primeira rodada do Campeonato Carioca de 2012. Estava na zona de rebaixamento, perdera sete jogos consecutivos, trocara duas vezes de técnico e, enfim, tinha conseguido três empates nos últimos três jogos. Pouco ainda para se livrar da ingrata lanterna da competição. Era preciso ganhar quatro dos últimos cinco jogos para conseguir um milagre.

Menos mal que, da Taça Guanabara para a Taça Rio, houve uma grande reformulação no elenco. Do time que só perdia foram embora nomes obscuros como Leandrinho, Maza e o zagueiro Abílio. Para montar um novo Bangu, “trocar o pneu com o carro em movimento”, como se diz, os empresários trouxeram Sérgio Júnior, Thiago Galhardo e, principalmente, o meia Almir. Melhorou consideravelmente.

Ainda sem vencer a ninguém, com a “corda no pescoço”, o Bangu entrou em campo e se deparou com um grande número de torcedores nas arquibancadas de Conselheiro Galvão. Gente que acreditava na virada, fanáticos que apoiavam o alvirrubro até o fim e tinham desembarcado na estação de Madureira ávidos por uma vitória.

Por sua vez, o Madureira também não estava bem na competição. Se o Bangu era o 16º colocado com 3 pontos, o “Tricolor Suburbano” era apenas o 12º na tabela, com 8 pontos. Por isso, necessitava muito ganhar naquela tarde.

Com tanta coisa em jogo, o 1º tempo foi um espetáculo de raça, garra, mas de poucas chances reais de gol. Assim, os 22 gladiadores do subúrbio do Rio iriam decidir sua sorte nos 45 minutos finais.

Na volta do intervalo, o Bangu logo balançou as redes. O zagueiro Santiago, de peito, fez seu gol, aos 7 minutos. A arbitragem entendeu que houve toque de mão. Santiago protestou e levou cartão amarelo. Justo no momento em que o time mais precisava, um gol daqueles, lícito, tinha sido anulado!

Até que, após muito tentar, aos 28 minutos, Almir aproveitou-se de um cabeceio errado do zagueiro Thiago Medeiros, pegou a bola fora da grande área, deu uma ajeitada e chutou forte, guardando a bola no canto esquerdo do goleiro Cléber (ex-Bangu): 1 a 0.

Imediatamente, o camisa 10 saiu correndo em direção à torcida. Os banguenses desciam as escadarias para ficar mais próximo do novo ídolo.

Mesmo com a pequena vantagem no placar, o Bangu não se retraiu. Continuou encurralando o Madureira, mas não conseguiu marcar outros gols. O 1 a 0, com um golaço de Almir já bastava. Era a primeira vitória do clube desde novembro de 2011.

O alívio total ainda não tinha chegado. O time treinado por Cleimar Rocha pulava para a 15ª posição (ou seja, ainda frequentava a zona de descenso) e o Madureira caía para a 14ª colocação: os dois co-irmãos estavam seriamente ameaçados de rebaixamento.

Mas o Bangu demostrava, naquele momento, estar em franca recuperação na Taça Rio e iria conquistar os pontos que fossem precisos para evitar uma tragédia.


Almir mudou o panorama do jogo e foi um dos principais responsáveis pela reação do Bangu em 2012.

Campeonato Carioca 2012
     
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